Esse é o líder da milícia digital petista.
A PF indiciou André Janones por peculato, corrupção passiva e associação criminosa no caso da rachadinha. Depois, no acordo com a PGR, ele confessou: com o nome sujo no SPC e no Serasa, usou um cartão bancado por um assessor do gabinete para pagar despesas pessoais.
Em vez de punição, ganhou da PGR de Gonet, escolhido por Lula, um acordo de pai para filho: ressarcir R$ 157,8 mil, multa incluída. Sem processo, sem condenação, sem virar ficha suja.
Foi reeleito com um terço dos votos de 2022: caiu de 238.967 para 78.780. Agora comanda o “Exército do Lula” no segundo turno.
Realmente, é um currículo ótimo, do ponto de vista petista.
Débora pegou 14 anos por escrever frase de protesto com batom numa estátua. Janones confessou que tomou pra si parte do salário de assessores e ganhou um boleto como pena.