A presença de Arthur Machado no evento de Londres vai frustrar quem tentou transformar isso em ‘festa do Vorcaro’
A presença de Arthur Machado em um vídeo de um evento internacional – (1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias), realizado em Londres entre 24 e 26/27 de abril de 2024, foi rapidamente usada por parte da direita para tentar associá-lo ao padrão moral de figuras envolvidas no escândalo do Banco Master — como se a mera aparição no mesmo ambiente implicasse cumplicidade ou falta de caráter. Essa leitura ignora a trajetória profissional de Arthur, construída ao longo de décadas nos setores financeiro, empresarial e tecnológico, com trânsito real entre investidores e interlocutores na Europa e na Ásia (incluindo a venda da ATG a um fundo soberano de Abu Dhabi e a organização de agendas de alto nível, como a de Flávio Bolsonaro na França).
No recorte abaixo, o próprio Arthur explica o contexto: não se tratava de “festa do Vorcaro”, mas de um evento de recepção (W Collection / evento ligado ao governo britânico), com presença de parlamentares britânicos, reguladores, grandes escritórios de advocacia e fundos de investimento de dezenas de bilhões de dólares sob gestão. Ele estava lá representando clientes e realizando reuniões profissionais — exatamente o trabalho de quem atua como consultor com escritórios em Dubai, Arábia Saudita, Portugal e outros países, frequentando eventos para entender mercados, conectar investidores e acompanhar a realidade geoeconômica. Depois do evento, ele gravou a live do Quinto Elemento; o vídeo que circulou da madrugada mostra exatamente isso: trabalho, não a “rave” ou a festa posterior.
Arthur deixa claro que já frequentava ambientes institucionais britânicos (incluindo a Câmara dos Lordes) muito antes de qualquer envolvimento do Banco Master, que nunca participou da festa privada posterior e que sua presença é consistente com o que ele faz há anos: estar em todos os eventos relevantes para representar investidores e trazer informação de primeira mão. Ele também responde diretamente às tentativas de difamação, apontando que parte dos ataques vem de quem se sente atingido pelas análises do Quinto Elemento e prefere a lógica de “seita” (não fale com X, não vá a Y, não leia Z) a discutir fatos e trajetória.
Quem conhece a história de Arthur sabe que ele foi preso de forma injusta na Lava Jato, construiu carreira com competência e mantém caráter e coerência — inclusive em um ambiente em que, como ele mesmo nota, era uma ilha de exceção. Associá-lo aos problemas do Banco Master apenas pela presença no vídeo é desonesto ou motivado por inveja e necessidade de atacar quem revela verdades incômodas.
Assista ao recorte completo para ouvir a explicação direta, sem intermediários.
@Arthurmachadosp
@5elemento