A Clio Operária com muito orgulho anuncia o lançamento de seu primeiro livro, Os Desafios para a Revolução Brasileira. O livro, disponibilizado em formato de e-book e 100% gratuito, conta com a participação dos editores da Clio, como tbm de camaradas muito queridos pela revista.
No dia de hoje, 31/03, há 57 anos atrás era deflagrado o golpe militar-empresarial no Brasil. Mais conhecido como o golpe de 1964, tratou-se de mais uma intervenção das forças armadas em aliança com o empresariado brasileiro e seus intelectuais orgânicos.
parte das classes populares. Foi um golpe contra as reformas de base que ofereciam alternativa para a crise econômica da primeira metade da década de 1960.
Para aprofundamento nos interesses econômicos e políticos em torno do golpe de 1964, segue sugestões:
Edmilson Costa - A política salarial no Brasil: 1964-1985.
Rene Dreifuss - 1964: a conquista do Estado, ação política, poder e golpe de classe.
É inegável que a quadra histórica de atravessamos é caótica, confusa, cansativa e poderosamente perigosa. A longuíssima crise econômica encontrou-se com uma crise política e sanitária dando origem ao pior ano para a classe trabalhadora em décadas: 2020!
Têm um poder criador tremendo, capaz de golpes, influência midiática, influência popular, capacidade entre forças armadas e polícia e, ao mesmo tempo, tudo que ele toca apodrece, morre, se desvirtua!"
No artigo "Governo Bolsonaro Mourão: Fausto ou Mussolini?", William Poiato vai desbravar essa descrição de um Bolsonaro Fáustico, ilustrada pela esquerda reformista, mostrado que o atual governo lembra muito mais a Mussolini do que ao personagem de Goethe
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O marxismo é uma ciência que respira. Ela não se contenta em apenas analisar a realidade, mas vai além e a transforma. O marxismo acerta e erra, mas mais acerta do que erra. Porém, muitos camaradas ainda negam-se a olhar criticamente para o passado.
Tratam, assim, o marxismo como um dogma, não como um guia para ação. Não estudam Marx e Engels para encontrar a posição, o ponto de vista e o método para resolver os problemas teóricos e táticos, mas apenas pela teoria em si.
No artigo "O mal do subjetivismo e do sectarismo", @bolcherafa aborda esse ponto fundamental, diferenciando a autocritica da autofagia, porém sem cair numa atitude subjetivista e sectária e nem perder o caráter vivo e transformador do marxismo.
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Nossa editora Nicaria Costa trata de um assunto delicado e muitas vezes mal interpretado: o feminicidio como lugar comum.
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