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GZ
Em que cabeça cabe que décadas de rapina neoliberal da infraestrutura pública podem-se expiar deitando responsabilidades nos profissionais de turno, sejam estes operários ou ministros? Não é esquerda, é punitivismo.
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Na distopia nicklandiana tudo ficaria reduzido a artificiosas estruturas sem qualquer falibilidade vencelhada ao sujeito. Um perfeito mundo, ao fim, sem humanidade.
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Politizar uma tragédia até o extremo de pedir cabeças de cargos públicos antes mesmo de as suas causas serem de tudo esclarecidas, não é civismo nem profissionalidade periodística, é baixeza moral.
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É impossível erguer um Exército Progressista Digital de face ao 29N quando quem apetrecha os seus quarteis mediáticos é a quinta coluna.
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Sempre há boíssimas razões para claudicar da responsabilidade cívica da aceitação do princípio de realidade (especialmente quando a sua feição é a da desgraça) em prol da entrega irrefreável ao espírito de vingança.
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A mim que o ferrerismo e demais devoradores de carniça me explique como é que o facto de o governo ser distinto do atual poderia ter evitado, no curto-médio praço, qualquer possibilidade de um acidente ferroviário de semelhantes caraterísticas. Que mo expliquem, por favor.
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Após o de Brasil, como é que pode seguir havendo dongalizos grunhões que continuem a negar que o ativismo virtual, hoje, é um componente nuclear da militância sócio-política contemporânea? E olho que cho explicam via redes sociais! 🙈
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Quando os estalinistas volvam desprestigiar de suposto fracasso governos socialistas democráticos como o de Allende por não se terem escudado na violência política, falem-lhes do Lula, falem-lhes do Tetra.
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Ou habilitar canles de colaboração cívico-policial entre os Comités de Greve e os Corpos de Seguridade do Estado de face a conter os provocadores, ou ver assolagado o 11N pela violência "Blocus". Para manter um governo progressista, primeiro cumpre enfrentar a guerra híbrida.
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Para evitar a insubordinação, o governo progressista também precisa de lhe oferecer vitórias morais às Forças e Corpos de Seguridade do Estado ainda leais à cadeia de mando. Se em Ceuta não pudo ser, quiçá sim com Blocus.
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Ou são as Forças e Corpos de Seguridade do Estado ao mando do governo progressista quem reprimam Blocus com todos os médios e toda a contundência que figer falha, ou será Palantir quem acabe exterminando a totalidade do povo progressista.
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Os enfurrunhados querem que o amor dos partidários do governo progressista se apresente confundido com o ódio que espalham os provocadores e violentos nas ruas. Mas a força do amor prevalecerá sobre essa trampa diabólica.
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Pcrecisamos de um Exército Digital Progressista para ganharmos, também, os comícios gerais no estado espanhol o 29N . Alguém sabe se houver algo semelhante em andamento?
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Impedir, por terra mar e ar, que a gente deposite a sua esperança de mudança nas gadoupas do maligno. Velaí a santa tarefa daqui ao 29N.
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Diante do desafio da ordem pública, não cabe mais nada do que uma proporcionalidade direta entre a repressão dos violentos e o couto da infiltração ultra-direitista nos corpos policiais. O exercício do monopólio estatal da violência, ou é justo, ou deixará de ser democrático.
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Ou o Governo Progressista de @sanchezcastejon põe o foco desde já, com vistas a possíveis purgas, na infiltração ultra-direitista dos corpos policiais, ou quando sejam os manifestantes quem respondam pela sua própria mão aos abusos, já será demasiado tarde para evitar o golpe.
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Algum dia o @obloque terá de render contas por candidatar aos comícios pessoas publicamente a prol de regimes criminais intoleráveis a olhos de qualquer estândar democrático. Até isso ser resolto, sua vindicação de direitos, democracia e liberdade não terá credibilidade nenhuma.
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Ativistas que, libertando o centro da Babilónia, permitem se encher de humanidade o que antes apenas estava valeiro. A potência teológico-política das acampadas pela vivenda é infinita. Dever da esquerda vindoura é fazer-se cargo, também, dos vindouros sentidos da transcendência.
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Árbitro entre, por uma banda, a infiltração parainsurrecional de provocadores e violentos a ser reprimidos nos protestos e, pela outra, a polícia infiltrada pela extrema direita a ser chamada à ordem pelo seu abuso no uso da força. Eis a carta forte do Governo Progressista.
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Para a sua contrahegemonia socialista ter sucesso o MS precisa, embora distinto dele, um projeto ao menos tão democrático como o do bloco progressista, capaz de rachar a continuidade histórica com o totalitarismo M-L do S. XX e de assumir a conceição republicana das instituições.
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