Ashley Roberts abre o coração e fala sobre o medo e a insegurança que quase a fizeram desistir de cantar em seu ato solo na PCD Forever Tour:
“Decidi que, na minha apresentação solo para a turnê do The Pussycat Dolls, eu vou cantar.
Criei essa apresentação com a intenção de contar minha história e encorajar as pessoas a acreditarem em si mesmas, a assumirem seu poder e a mostrarem a força que ganhei ao longo das últimas décadas.
Mas eu fiquei pirando: ‘Será que sou capaz? Será que sou o suficiente? Será que consigo fazer isso?’ Eu ia desistir, ia deixar de fazer porque estava me apavorando, dizendo a mim mesma que ia soar horrível.
Muita da história dentro desse grupo, dessa banda, era do tipo: ‘Elas não sabem cantar, são apenas dançarinas.’ E eu amo tanto dançar, é a minha paixão, é como minha melhor amiga, a forma de terapia mais bonita que existe.
Mas eu queria provar a mim mesma que conseguia fazer isso. E eu estava me cobrando muito por isso, porque pensava: ‘Você incentiva as pessoas a acreditarem em si mesmas, e se você não conseguir fazer isso?’
Talvez eu estivesse com medo de assumir esse poder. Talvez fosse mais seguro para mim continuar ‘pequena’ de alguma forma… não sei.
Eu vou fazer isso, para provar a mim mesma que consigo e também para aproveitar. Às vezes não precisa ser perfeito, só precisa ser real.
Essa é a intenção que definimos até para voltar para a estrada: nós só queremos estar presentes e aproveitar.”