O ocidente deveria repensar a nudez.
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50 palavras sobre o 7 de outubro. 154 palavras sobre Gaza. Isso não é respeitar a memória dos judeus e israelenses. É subordiná-la.
This day is profoundly painful for so many New Yorkers. It marks three years since the horrific war crimes of October 7. On that day, Hamas killed more than 1,100 Israelis and abducted 251 others. We grieve alongside our many friends and neighbors who still carry that unthinkable loss. The suffering did not begin nor end that day. It instead continued through the Israeli government’s devastating, ongoing genocide in Gaza, in which it has killed more than 74,000 Palestinians—including more than 21,000 children. Even since the so-called ceasefire, more than 1,400 Palestinians have been killed. That suffering has intensified with every Israeli bomb dropped on ambulances waiting outside hospitals, every drone strike targeting a residential building or journalist, and every shipment of food aid turned away at a border crossing. Many New Yorkers are reckoning with this unbearable grief, and we mourn alongside them – all while knowing that our tax dollars fund these war crimes. Three years later, we must refuse to accept a world in which occupation and apartheid continue, where war crimes are met with impunity, and our federal government continues its complicity with every arms shipment. To honor the dead, we must fight for a world in which every person can live with freedom, safety, and dignity.
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Há 53 anos, em 6 de outubro de 1973, começava a Guerra de Yom Kippur. No dia mais sagrado do calendário judaico, Egito e Síria lançaram um ataque coordenado contra Israel, no Sinai e nas Colinas de Golã. Desde a vitória de 1967, os serviços de inteligência israelenses haviam desenvolvido a convicção de que os vizinhos árabes não ousariam iniciar uma nova guerra. Essa certeza desmoronou nas primeiras horas do conflito. Israel conseguiu conter a ofensiva e, quando o cessar-fogo entrou em vigor, suas tropas já haviam atravessado o Canal de Suez e estavam a cerca de 40 quilômetros de Damasco. A vitória militar, porém, teve um custo altíssimo. Mais de 2.600 soldados israelenses morreram, milhares ficaram feridos e a confiança da sociedade em seus dirigentes foi profundamente abalada. Golda Meir renunciou em 1974, sob forte pressão pública, e Moshe Dayan deixou o Ministério da Defesa. O desgaste do campo trabalhista, que governava Israel desde a independência, ajudou a abrir caminho para a vitória do Likud de Menachem Begin em 1977. Paradoxalmente, a mesma guerra também abriu caminho para a paz. Ao recuperar parte do prestígio perdido em 1967, o Egito ganhou margem política para negociar. Vieram os acordos de separação de forças, a visita de Anwar Sadat a Jerusalém, em 1977, e, em 1979, o primeiro tratado de paz entre Israel e um país árabe. Para os israelenses, 1973 deixou uma lição duradoura. Força militar não basta quando a leitura das ameaças falha, e nenhuma vitória anterior garante a segurança do dia seguinte. Meio século depois, o 7 de outubro de 2023 trouxe essa lição de volta de forma dolorosa.
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Como sei q tem membros da alta cupula do Missao que acompanham meu perfil, vou deixar uma dica de boa fé: não dá para ser sério sobre a nobre pauta da soberania nacional e louvar a Lava-Jato. Ou reconhecem isso e se arrependem do passado ou nunca defenderão a pauta integralmente.
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Replying to @poponze
Iraque? mas os gays free Palestina acham que lá é gay friendly
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It's always the ones you most suspect
😳 Andrew Tate allegedly had Bestiality porn with horse and eel, videos of minors. Full details: tmz.com/2026/10/06/andrew-ta…
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é a favor da autodeterminação dos povos originários? apoiariam que eles se apossassem de sua terra? e se eles tomarem o Brasil com poder utópico militar em nome de tomarem suas terras? vai lutar contra? aplique isso à autodeterminação judaica de sua terra natal milenar.
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true resistance
Kinneret Gat, 67, was executed in kibbutz Be’eri after looking into the cameras of our era’s Einsatzgruppen.
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Descobri nos comentários que a direita bolsonarista não gosta do Temer, estou curioso, a que se deve isso? Sempre que o Bolsonaro ia em palanque falar merda era o vampirão que ia limpar a bunda dele nos bastidores pq o supremo tava com o facão na mão pra passar no capita.
🚨URGENTE - Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro "A sociedade não quer fórmulas repetidas e discursos grosseiros. Quer novas ideias, novas atitudes, novos projetos e um caminho diferente. Quer, portanto, reconexão. E reconexão é Flávio"
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" Israel de Janeiro " Minha honesta reação:
nome novo dos estados: racista grande do sul, santa KKKtarina, paranazi, são mussolini, israel de janeiro, maga gerais, mato pretos, mato viados do sul
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Hahahaha
Replying to @sugamosto1
Diz o cara usando foto do Gaddafi. Holy larp.
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bem melhor do que ser isso aqui kkkkkkkkkkkkkkkk
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Primeira Lista da Saudade da ABIN do Flavio 👇
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RT @0detobeauty: Sian Adey-Jones for Mayfair magazine, 1985.
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é 13!! Brilha essa estrela CARALHO ❤️⭐️
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Faço das palavras do Peninha as minhas.
jaimo
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“Ah, porque homem cristão que vota no Lula é afeminado” Eu:
Percebi uma característica bastante comum entre homens ditos cristãos que afirmam voto em Lula: a efeminação.
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