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Estado de São Paulo
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eu se entrasse na politica
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Deporte todos os venecos presidente, eu autorizo
Palavras de um Venezuelano que fugiu da ditadura e veio morar no Brasil!
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"dilma entregou austeridade"
Desnecessário lembrar que a Dilma foi eleita com discurso forte à esquerda contra o programa neoliberal do Aécio, vencendo só por 2% de vantagem, e aí cometeu estelionato eleitoral entregando austeridade e o resultado foi crise e impeachment... Desnecessário lembrar disso, né gt?
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Eu(que votei no Lula)se o Jones concorrer pela esquerda em 2030:
sonhei que tava panfletando pra candidatura a presidência do Jones Manoel percebe-se q nem to ansioso pra 2030 #JonesManoel2030 #Jones2030
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sp foi promovida de cidade da garoa pra cidade da chuva eterna
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Veneco de direita: >Apoia sanções e intervenções internacionais contra o próprio país >O país quebra >Imigra pro seu país >Se acha dono da razão >Quer ensinar vc a votar >Faz campanha pro candidato Matapobres da Silva >Chora copiosamente
Palavras de um Venezuelano que fugiu da ditadura e veio morar no Brasil!
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“… Brasil tomar medidas ortodoxas desde FHC…”
Replying to @bellini_mello
O que explica o Brasil tomar medidas ortodoxas desde FHC e continuar aonde está?
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O Psol precisa ser banido por crime de lesa-pátria
esqueceu de estampar "entreguista" na Sâmia e no Guilherme Cortez
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Replying to @FlavioBolsonaro
Você é um bobo.
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O pai vai morrer sem poder se despedir de dois filhos. Eu, como pai, não desejo isso para ninguém.
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"vcs deveria ter horror da palavra privatização igual tem de nazismo e racismo"
Gente vocês deveriam ter horror da palavra PRIVATIZAÇÃO igual vocês tem de nazismo e racismo.
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Na capital paulista que paga a conta dos caipiras do interior o Lula venceu Separa as roças do Brasil das capitais então Tá querendo levar vantagem é?
O paulista PAGA A CONTA do Brasil e é obrigado a se submeter às vontades de outras unidades federativas. Está na hora de discutirmos — de forma pacífica e constitucional — a nossa autonomia ante a “federação”. Como deputado estadual eleito por SP, assumo este compromisso 👍🏻
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Leonardo Inglez retweeted
São Paulo terminou o governo Alckmin com um IDH próximo ao de Portugal e os caras ainda vêm me perguntar se a gente perdoou o Alckmin. É brincadeira, viu.
gente, quero perguntar algo especificamente aos mutuals paulistanos 25+ vocês perdoaram 100% ele? tenho minhas questões obviamente, mas penso no quão essencial ele foi para mantermos a democracia, mas vcs sabem né.....vcs de sp sabem o que eu tô falando acho complexo
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Crazy how this is literally what happened
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RT @yellmsca: Foi um prazer servir na sua tropa, meu presidente.
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Tem uma forma de sabotar o governo Flávio logo no começo, mas o Galípolo teria que ser muito mente aberta
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Isso não é verdade.
QUEM AVISA AMIGO É: QUEM ESTÁ NO GRUPO DO JANONES COMETE CRIME ELEITORAL COM ELE E TERÁ SEUS DIREITOS POLÍTICOS CASSADOS.
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Leonardo Inglez retweeted
No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação. Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais. Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha. A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera. O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar. A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva. Lula errou do início ao fim do seu mandato. Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público. E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez. Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe. O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração. Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado. Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros. São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder. Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo. Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.
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