O debate da Band foi uma tragédia para a política, para o país, para o processo eleitoral, para a emissora e para Eduardo e Adriana. Os dois ótimos e experientes jornalistas não tiveram pulso para conter o ímpeto de moleque, de cafajeste, de canalha miliciano que Flávio Bolsonaro tem. Essa é a natureza dele. É a natureza do vagabundo do Pablo Marçal, coach dele. O filho do presidiário golpista, Jair Bolsonaro, desonrou a instituição presidência da República ao se recusar a responder a perguntas objetivas e ao desrespeitar o seu antagonista. A Band pareceu editorialmente comprometida com a campanha do PL, pois só reagiu no final às cafajestadas do moleque Bolsonaro.