🤨
A história do Ronaldo e de Jorge Jesus já não é sobre um aquecimento.
É sobre poder.
Luís Vilar acusou CMTV, Now e Record de terem incendiado o caso e colocado Jorge Jesus no banco dos réus.
Há um pequeno detalhe.
Cristiano Ronaldo, através da CR7, S.A., detém 30% da Medialivre.
CMTV. Now. Record. Correio da Manhã.
Hoje apareceu outro detalhe. Bem mais incómodo.
Carlos Padrão, amigo de Jorge Jesus, foi à SIC e apontou diretamente para Tiago Craveiro, funcionário da CR7, S.A. e antigo dirigente da FPF.
A acusação é esta:
Craveiro terá ameaçado com o despedimento de Jorge Jesus caso o Selecionador Nacional não abrisse a conferência de imprensa com um guião de pedido de desculpas a Cristiano Ronaldo.
Leiam outra vez.
Um funcionário da empresa de Ronaldo é acusado de ameaçar o Selecionador Nacional com o despedimento caso este não lesse publicamente um pedido de desculpas a Ronaldo.
É uma acusação. Falta prová-la.
Mas há uma pergunta que devia estar hoje em todas as redações:
Tiago Craveiro fez ou não fez esta ameaça?
É simples.
Perguntem-lhe.
E já agora perguntem quem escreveu o alegado guião.
Porque se a resposta confirmar a acusação, o problema nunca foi o aquecimento de Cristiano Ronaldo.
O problema estava fora do relvado.