Subiu no telhado o impeachment de Alexandre de Moraes. É tudo suposição. Mas onde tem fumaça, tem fogo.
O "acordão" ainda está sendo costurado. David Alcolumbre permanece na presidência do Senado, o STF libera a lei da "dosimetria", Jair Bolsonaro e, talvez, seus filhos, livram a cara, e toda a sujeira do Banco Master irá para debaixo do tapete.
Ciro Nogueira, presidente do PP, e Antônio Rueda, presidente do União Brasil, apoiam a tramoia. Apoiam o governo de Lula e escapam da cadeia. É bárbaro, mas possibilidade real.
No PL, Valdemar Costa Neto topa. O Novo é totalmente contra. Mas no Republicanos, de Tarcísio, há dúvidas. Nesse contexto, tenta atrair Michelle Bolsonaro.
Já aconteceu antes, quando Jair Bolsonaro assumiu a presidência da República, em 2019. Nomeou Augusto Aras para a PGR, se entendeu com Gilmar Mendes, acabaram com a Lava Jato, acabaram com o processo da rachadinha contra Flávio. Salvou a família, às custas do país.
Tudo caminha para a repetição do passado. Dizem que, quando ocorre, sempre vem como farsa. Veremos.
Direita? Qual direita?