O robô que vai aparecer primeiro na vida de muita gente talvez não lave louça nem dobre roupa. Vai ficar numa fábrica, com dois braços, repetindo uma tarefa chata perto de alguém.
A RobCo prepara o Alfie para março de 2027 e já tem protótipos com clientes. A empresa passou de US$ 1 bilhão em valuation e está acelerando nos EUA.
Esse caminho é menos cinematográfico que um humanoide doméstico, mas faz sentido. A fábrica tem piso conhecido, tarefa definida, manutenção e alguém que consegue apertar o botão de emergência.
A parte que muda o trabalho vem aos poucos. Primeiro o robô pega uma operação difÃcil de automatizar. Depois alguém vira responsável por ensinar, revisar e destravar. Ainda existe trabalho humano, só que agora ele aparece nos minutos de exceção.
Quero ver os dados de turno, não o vÃdeo perfeito: quantas horas roda, quantas vezes pede ajuda e quanto demora para aprender a tarefa seguinte.