Estrategista eleitoral, palestrante e colunista da Crusoé. Explico como o poder realmente funciona.

Brasil
O @Thiagogigobr é um grande empreendedor e amigo que teve esse excelente insight. Sigam ele.
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show me the money … eu avisei.
Presidente do PT quer negociar aliança com a 'direita que valoriza a democracia' no 2º turno glo.bo/ot6rf87
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Roberto Reis retweeted
Agora é tarde. Você trabalhou pro PT até agora. Recorreu ao Gilmar Mendes com ajuda do Paulinho. Acabou seu tempo e você perdeu tudo. Só escolhas erradas.
NÓS VAMOS ATRÁS DE VOCÊ, LULA!
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AOS MEUS AMIGOS DE MINAS GERAIS Hoje, quero falar como ELEITOR e indicar um nome para deputado FEDERAL: MÁRCIO BERNARDINO 3007 É o político mais honesto que já conheci. Empresário, cristão, trabalhador e humilde. Faz o certo mesmo quando seus princípios incomodam outros políticos. Conheço seu caráter e acredito no trabalho que fará em Brasília. Eu avalizo esse nome. Se não fizer um bom trabalho, podem me cobrar.
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Se você é mineiro, faça tudo para tirar o palanque do Lula no segundo turno. Sim, vamos ter que votar no Cleiton.
Real Time MG: Cleitinho tem 50% de votos válidos no 1º turno; Patrus, 24% cnnbr.app/short/c1817710824/
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Isso não é um ajuste. É um cavalo de pau.
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LULA, O JAVALI O javali mais forte da savana tinha água, alimento e território. Nenhum animal ousava enfrentá-lo, e ele poderia ter vivido em paz por muitos anos. Mas tomava mais do que precisava. Expulsava os outros da água, destruía ninhos e arrancava plantas que nem chegava a comer, apenas pelo prazer de mostrar que podia. Esse javali engordava enquanto a savana empobrecia. Até que as plantas deixaram de crescer. A nascente virou lama. Os animais que conseguiam fugir foram embora, e os outros morriam de fome. Quando a comida acabou, o javali avançou sobre as plantações das aldeias. Destruiu em uma noite o que famílias levaram meses para cultivar. Então vieram os caçadores. Encurralado, ele atacou. Feriu cães, derrubou vários homens e, na confusão, animais menores foram pisoteados. Mesmo atingido, continuou lutando. Cada tentativa de abatê-lo deixava mais destruição, porque ele era forte e lutava com todas as armas que tinha. No fim, finalmente o javali sucumbiu. Ele nunca teve chances. E agora, depois de tudo, caberá aos homens restaurar a savana.
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Possível, mas não provável. QUEM GANHAR DEVE ASSUMIR.
Replying to @RobertoReis
Roberto, qual a possibilidade de ter um golpe nessas eleições?
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O REI ESTÁ PROMOVENDO O DESAFIANTE Existe uma lição básica de campanha eleitoral que parece impossível de ensinar: o tamanho do seu adversário ajuda a definir o seu. É a história do herói e do vilão. Do protagonista e do antagonista. Eu já escrevi outro dia: “Se quiserem ganhar do @FlavioBolsonaro , parem de brigar com o Flávio”. Para crescer entre os eleitores que querem tirar o PT do poder, você precisa mostrar que pode derrotar Lula. Boa parte desse público pode até rejeitar os dois, mas quer mudar o governo. @RenanSantosMBL , @RomeuZema e @ronaldocaiado desperdiçaram energia disputando quem bateria mais em Flávio, quando deveriam disputar quem enfrentaria melhor LULA. Quem está no poder? Quem ocupa o trono? Quem é o chefão da fase? Lula. O papel do herói está disponível para quem conseguir representar a possibilidade de tirar o rei do trono. E aí vem a ironia: Lula e Janja estão ajudando @nikolas_dm a ocupar justamente esse lugar. Janja parece descontrolada. Fala de forma vulgar, grita, gera notícia e não consegue parar de falar de Nikolas. A obsessão é tanta que ela virou a camisa 10 dele. A cada ataque, a cada resposta, a cada demonstração de incômodo, dão a ele algo que dinheiro nenhum de campanha compra: relevância concedida pelo próprio adversário. Um presidente que governa um país inteiro passa a medir forças com um jovem deputado. E, nessa disputa, o deputado ganha estatura. Nikolas entra na cabeça dos dois, domina a atenção e cresce como símbolo do antipetismo. Não duvido que sua votação surpreenda até quem já espera uma votação enorme. Aquilo que outros candidatos tentaram conquistar na disputa interna da direita, Nikolas conquista enfrentando quem está no topo da esquerda. Janja mordeu a isca. Lula também. E agora o próprio rei anuncia, todos os dias, o nome do desafiante que mais o incomoda.
gnt do céu, ela tá com hiperfoco kkkkkkkk domingo eu te respondo, canja 🫶🏻
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O texto:
PARA DERROTAR FLÁVIO, PAREM DE ATACAR FLÁVIO No campo da esquerda, Lula. Sozinho. Do outro lado da chave: @FlavioBolsonaro @ronaldocaiado @RenanSantosMBL @RomeuZema @augustocury Uma mão cheia. Cinco candidatos com boas armas eleitorais disputando uma única vaga. Enquanto Lula se preserva, a direita se devora. Uma verdadeira Guerra dos Tronos. Todos eles sabem o que está em jogo. Quem sobreviver a essa chave e chegar ao segundo turno terá uma chance enorme de derrotar Lula. Pense: diferentes pesquisas colocam o sentimento antipetista perto de 55% do país. Quando restar apenas um nome contra Lula, boa parte desse sentimento tende a se concentrar nele. O segundo turno simplifica tudo. De um lado, Lula. Do outro, a única possibilidade disponível de derrotar Lula. É justamente porque essa vaga vale tanto que eles brigam e ainda vão brigar muito. Mas quatro deles estão cometendo o mesmo erro. Caiado, Renan, Zema e Cury parecem mais preocupados em combater Flávio do que Lula. É legítimo. E, ainda assim, é um erro estratégico. Porque o eleitor antipetista não está conduzindo uma entrevista de emprego. Ele não escolherá apenas o melhor currículo, o programa mais completo ou o candidato mais preparado. Há uma pergunta que vem antes de todas as outras: QUEM PODE DERROTAR LULA? Essa é a pergunta que organiza o voto da direita. E, neste momento, não sou eu quem está respondendo. São as pesquisas. Hoje, o eleitor antipetista colou essa etiqueta em Flávio. Ele é percebido como o principal antiLula. A explicação mais fácil seria dizer que isso acontece apenas porque Flávio é herdeiro de Bolsonaro. Mas essa explicação está incompleta. O sobrenome abriu a porta. O posicionamento mantém Flávio dentro da sala. Flávio faz algo que seus adversários ainda não compreenderam completamente: ELE MIRA LULA. Ele aponta para o alto da chave. Confronta o presidente, ataca a esquerda e se comporta como se já estivesse disputando a final. Não perde sua própria voz discutindo com a direita. Os seus aliados mais barulhentos até fazem isso. Mas o eleitor comum não acompanha as guerras de grupelhos, as intrigas dos bastidores e as brigas de bolha. Quando quatro candidatos atacam Flávio, os quatro dizem ao eleitor que Flávio é o líder da direita. Quando Flávio ataca Lula, ele diz ao eleitor que seu adversário já é o presidente da República. Foi uma das grandes lições deixadas por Marçal em São Paulo, em 2024. Mesmo sem avançar, ele quase tomou a vaga porque conseguiu parecer, para uma parte relevante do eleitorado, o adversário mais ameaçador da esquerda. Não tinha o apoio da família Bolsonaro. Mas, em determinados momentos, parecia mais bolsonarista do que os candidatos apoiados por Bolsonaro. Entenda: Quem quiser ultrapassar Flávio terá que ser, eleitoralmente, mais bolsonarista do que o próprio Flávio. É a capacidade de representar oposição, provocar a esquerda, mobilizar o antipetismo e fazer o eleitor acreditar que Lula finalmente encontrou um adversário perigoso. Quem mais se aproxima disso hoje é Renan Santos. Renan tem linguagem, coragem e agressividade política. Mas ainda perde tempo demais batendo em Flávio. E cada minuto gasto contra Flávio é um minuto que ajuda Flávio. A verdadeira virada acontecerá quando algum desses candidatos conseguir fazer Lula responder, o PT reagir e a esquerda demonstrar preocupação. Quando o PT ataca, certifica que existe uma ameaça. E quando o eleitor antipetista percebe que Lula sentiu a chegada de alguém, começa a pensar: “Talvez seja esse.” Existe ainda um segundo passaporte para essa final: ULTRAPASSAR OS 10%. Dois dígitos mudam a psicologia da eleição. Acima dos 10%, começa a ser considerado. Mas uma coisa puxa a outra. Quem adquire viabilidade começa a receber voto útil. Portanto, pegue suas melhores flechas retóricas. Mire o chefão final, sozinho no outro lado da chave. Chegará lá quem substituir Flávio, na cabeça do eleitor, como o homem capaz de derrotar Lula.
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Não que eu queira fazer intrigas, Globo. 😂🤌🏻 @tvglobo @JornalOGlobo @OGlobo_Economia @GloboNews @globo @OGloboPolitica @globo
"PQP... Que FACADA NAS COSTAS! 🤭
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Alô, @FlavioBolsonaro: defenda com unhas e dentes o fim a pauta 6x1. Com mais força do que Lula. Tão simples quanto isso. Depois, é só “ajustar” de forma responsável. Eleição é sobre hackear o adversário. Primeiro, a vitória.
🚨 Alcolumbre marca para próxima semana início da discussão da PEC da escala 6x1 Belo timing… g1.globo.com/google/amp/poli…
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SEXTA À NOITE 1º turno: Flávio 39% × Lula 42%. 2º turno: Flávio 45% × Lula 44%. Aposto em mais 1 ponto para Flávio com o antipetismo de chegada. Minha régua para o 2º turno, pela vantagem de Lula no 1º: • Até 2 pontos atrás: Flávio favorito. • 3 a 4: zona cinzenta. • 5 ou mais: Lula favorito. O resto é bullshit.
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Posso estar completamente enganado, mas o cenário que parece fazer mais sentido é o de os americanos estarem mandando a seguinte mensagem: “Não tentem interferir no resultado.”
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Bem vindo a BH, Lula kkkkkkk 👍🏻
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Roberto Reis retweeted
O triste fim da candidatura de Renan Santos: crusoe.com.br/diario/o-trist… Candidato da Missão chega às vésperas do primeiro turno sendo instrumentalizado por Gilmar Mendes e bradando contra o sistema como uma criança mimada Por @DudaTeixeira
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Exatamente o meu ponto. Tarcísio era o candidato ideal. Não quis. Teve medo de enfrentar o bolsonarismo. Flávio é o candidato possível para derrotar Lula. Renan: 3%. Flávio: 39% no primeiro turno. Estou sendo pragmático. Eu votaria no Renan contra Lula no segundo turno. Votaria em qualquer um contra Lula. Mas o candidato é Flávio. Não quero mais saber a cor do gato. Quero que ele cace o rato.
"Construir um grupo é legítimo. Apostar no fracasso do Brasil para crescer é irresponsável." Você diria o mesmo ao Flávio, a quem agora apoia, pelo que fez com o Tarcísio? Todo mundo sabe que essa eleição seria uma não discussão com o Tarcísio numa cabeça de chapa.
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A ILUSÃO INFANTIL DE SER DONO DO FUTURO Para entender a hostilidade do Missão a @FlavioBolsonaro , é preciso olhar para trás. Fundado em 2014, o MBL ganhou projeção no impeachment de Dilma. Com movimentos como o Vem Pra Rua, mobilizou as ruas, enfrentou o PT. A Lava Jato ampliou a indignação contra o sistema. Nesse ambiente, Bolsonaro reuniu multidões em aeroportos e manifestações. Transformou essa energia numa vitória em 2018 e conquistou o protagonismo que o MBL julgava RESERVADO para si. A direita mobilizada pelo movimento escolheu outro líder. E isso doeu. O MBL apoiou Bolsonaro no segundo turno de 2018, mas começou a se afastar em 2019. Em 2022, a polarização sufocou as alternativas. Lideranças do MBL defenderam o voto nulo. Vejo ali um cálculo: o bolsonarismo enfraqueceria, Lula faria um governo ruim e 2026 abriria caminho para um projeto próprio. Primeiro, Danilo Gentili. Depois, Renan Santos. O Missão foi registrado em novembro de 2025 e montou candidaturas pelo país. Renan declarou que pretendia substituir Flávio como candidato da direita. Mas a eleição não obedeceu ao roteiro. 4 pressões limitaram o projeto: - Marçal disputando o espaço digital e atacando Renan, que atribuiu a movimentação a uma estratégia favorável a Flávio. - Cury expondo sua dificuldade de discordar sem hostilizar. - O voto útil comprimindo as alternativas. - E o “golpe final” foi quando empresários, mercado e agro descartam Renan e priorizaram Flávio com foco em tirar Lula. Naquele momento a radicalização do Missão teve o objetivo de assegurar a base. Distante da Presidência, restam parlamentares, a cláusula de barreira, recursos públicos e estrutura para disputar o poder. Construir um grupo é legítimo. Apostar no fracasso do Brasil para crescer é irresponsável. Ninguém controla todos os atores ou reserva para si o próximo capítulo da história. Um Lula desgastado poderia fortalecer o bolsonarismo, revelar lideranças ou fragmentar a oposição. A ascensão do bolsonarismo depois do impeachment demonstrou isso: quem mobilizou as ruas não assegurou a liderança seguinte. Lideranças jovens surgem pelo país. Nikolas Ferreira, a meu ver, mobiliza muito mais que o Missão. A juventude não pertence ao movimento. O futuro tampouco. O “quanto pior, melhor” pode deixar uma marca devastadora associada ao Missão: se o Brasil cair no precipício, quem escolheu a OMISSÃO poderá ser lembrado por ter ajudado a empurrar. Uma esquerda derrotada enfrentaria a sucessão de Lula. Dificilmente o PT conservaria a mesma força sem ele. Vejo Lula no fim de seu ciclo, seja em 2026 ou 2030. O PSDB mostrou como se perde protagonismo sem reconstruir uma identidade. Há espaço para o Missão independente do resultado. Todos estão vendo a postura de Renan dando sobrevida a Lula e prolongando a polarização que sufoca o Missão. Acima de qualquer cálculo, precisa existir Brasil. Liberdade. Democracia. Minha crítica principal a Renan é como trata quem discorda. Quem elogiou o projeto vira inimigo ao criticar. Discordância vira traição sumária. Tentar salvar o Brasil com ferramentas diferentes do Missão, vira linchamento virtual. E atenção. Ao guerrear com imprensa, ministros, banqueiros, empresários e antigos apoiadores, o movimento fabrica inimigos de peso. Eu vi esse erro no bolsonarismo. Reconheço em Lula uma habilidade que seus adversários desprezam: construir alianças além da própria base. O Missão tem direito de disputar a liderança. Mas, sem conquistar quem pensa diferente, verá outros movimentos ocupar seu espaço novamente. A promessa de um “futuro glorioso” exige uma pergunta: glorioso para quem? O Brasil não é degrau para a ambição de ninguém. O futuro é duvidoso. E não tem dono.
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