Em Copacabana, sob o céu aberto e com o mar logo ali, Caetano Veloso chorou.
Geraldo Azevedo cantava “Dia Branco” e a multidão acompanhava.
Uma música de amor, de caminhar junto pro que der e vier.
Naquela tarde ela ganhou outro peso.
A praia estava cheia, o ato falava de democracia a uma semana do segundo turno, e a música atravessou o momento e tocou em algo mais antigo.
As vozes que tentaram apagar ainda estavam ali.
Às vezes a democracia se lembra não só dos discursos, mas de uma canção antiga e de dois homens que, mesmo feridos, continuaram cantando.
E que, décadas depois, ainda se mantêm na luta pela liberdade.
#AtoPelaDemocracia 🇧🇷🇧🇷🤩