Quando os candidatos de ambos os lados parecem só repetir o mesmo ciclo de promessas vazias, polarização e desrespeito à inteligência do eleitor, votar vira quase um ato de cumplicidade. A consciência fica pesada.
Eu me recuso legitimar essa patifaria eleitoral.
Estou assustada com o número de idólatras de políticos, tanto de um lado como do outro.
Independente do meu voto um dos corruptos será eleito, mas não com o meu voto.
Não vou entrar nessa, vou me abster, é sério.