socialista graças a deus

Eu nunca levo o crédito em ter descoberto esse poder oculto do Dudu. Comecei em 2020.
Mais uma vitima pqp
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A China é um país tecnologicamente muito superior a Alemanha. O Estado chinês investe cerca de até 5% do seu PIB em indústria o que é 9x mais do que a Alemanha. A Alemanha caiu no conto do freio da divida e teto de gastos e hoje há um consenso quase generalizado de que essa obsessão fiscal foi uma merda. Pesquise sobre ordoliberalismo, schwarze null e "dívida de infraestrutura alemã" Fico pensando que outros países tem esse tesao em teto de gastos e desindustrialização.... Kkkkkkk
Para entender o drama da Alemanha hoje
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A China saiu de menos de 2% das exportações mundiais em 1998 para 10,4% em 2019. O Brasil viu a indústria cair de quase 25% do PIB para 10% no mesmo período. A janela era a mesma para os dois. Deu certo pra quem?
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quem diria que o mínimo de dignidade pros funcionários fariam eles se dedicarem mais
🚨 BREAKING NEWS l CEO da C&A confirma queda nas faltas dos funcionários após adotar escala 5x2 em 60 lojas
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Esse cara aqui continua errando todas, o cybertruck acaba de ter a fabricação encerrada por baixa de vendas.
E o cybertruck dando pau numa Mclaren. 🤯
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O rabo que balança o cachorro. No Brasil, o juro não segue a inflação que acontece. Segue a inflação que o mercado diz que vai acontecer. E o mercado erra para o mesmo lado há anos.
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"Mercado" erra sempre, mas para o liberal a manutenção para a taxa de juros maior que países em guerras Rússia e economias fragilizadas como Argentina é normal.
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Deccache, seu post foi tão bom que achei melhor transformar num vídeo bem didático.
Você deve odiar números, dados, comparações internacionais e coisas do tipo, né? Mas se esforça só um pouquinho. Vou mastigar pra você. Qual é a sua tese? Que o Brasil tem os juros reais mais altos do mundo porque suas contas públicas estão entre as mais desequilibradas do planeta, certo? Mas olha que curioso! O Brasil tem resultado primário MELHOR que 116 economias do mundo, mas ocupa o 1º lugar no ranking de juros reais! Vamos aos dados. Hoje, o Brasil tem déficit primário de apenas 0,52% do PIB, mas paga impressionantes 8,99% do PIB em juros. Segundo ranking divulgado ontem, o Brasil tem a maior taxa real de juros entre 40 economias analisadas, com 9,49% ao ano. Peguei essas mesmas 40 economias e fui conferir seus resultados primários na base do FMI. Das 38 com dados comparáveis em 2025, nada menos que 29 tiveram resultados PIORES que o Brasil! Nosso déficit primário foi de apenas 0,1% do PIB, contra 3,9% nos EUA, 6,9% na China, 2,2% na Índia e 2,1% na Alemanha. E os juros reais? EUA: 0,46%. China: 0,21%. Índia: -0,09%. Alemanha: 0,31%. Brasil: 9,49%! Mas já que não gosta de números, que tal um pouquinho de história? Em 2005, tivemos superávit primário de 4,84% do PIB, um dos maiores entre as grandes economias, enquanto EUA e Reino Unido registravam déficits. E sabe quanto estava a Selic? Chegou a 19,75%! Éramos campeões mundiais de juros reais, acredita? Entre 2003 e 2010, tivemos superávits primários médios superiores a 3% do PIB, a dívida líquida caiu de 60% para 38% do PIB e conquistamos o grau de investimento! E os juros? Continuaram entre os maiores do mundo. Aí veio a crise. A economia brasileira foi arrasada por uma recessão brutal, com desemprego em massa, empresas quebrando, investimentos desabando e milhões de brasileiros perdendo renda. E olha o que aconteceu: entre 2016 e 2019, tivemos déficits primários todos os anos, a dívida pública aumentou e a Selic DESPENCOU de 13,75% para 4,5%! Os juros caíram justamente depois que a economia brasileira foi destruída, com o PIB no chão, a arrecadação despencando e a dívida subindo! Agora me explica: quando tínhamos superávits enormes, dívida caindo e grau de investimento, os juros eram altíssimos. Quando passamos a ter déficits, dívida subindo e uma economia praticamente morta, os juros despencaram. E hoje, com resultado primário melhor que o de 116 economias, voltamos a ter os maiores juros reais do mundo. Será que o problema histórico dos juros brasileiros é mesmo essa falta de credibilidade fiscal que você tanto repete? Pois é.
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Será mesmo que a dívida pública cresce porque o governo gasta demais? De 2003 a 2025, o setor público pagou R$ 8,4 trilhões de juros. No mesmo período, gastou só R$ 0,5 trilhão a mais do que arrecadou. A dívida líquida hoje é de R$ 8,3 trilhões. Só os juros já somam mais do que ela inteira. Entre 2003 e 2013, sobrou dinheiro TODO ANO antes dos juros, e a dívida subiu mesmo assim. Fonte: Banco Central
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Concordo que o que importa é a trajetória. Mas o que move a trajetória hoje é o próprio juro. Com Selic a 13,75% e inflação perto de 4,5%, o juro real passa de 9%. Para a dívida, perto de 80% do PIB, parar de subir com esse juro, seria preciso superávit de uns 5% do PIB todo ano. Algo como R$ 650 bi !!!. O maior superávit da história foi 3,7%, em 2005. E já tivemos trajetória de queda: de 2003 a 2013, superávit todo ano e dívida líquida de 60% para 30% do PIB. O juro real seguiu entre os maiores do mundo na maior parte desses anos. Não?
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Uma hora a governadora diz que toda e qualquer privatização do BRB está descartada, outra hora a imprensa divulga que foram feitos estudos para a privatização. Quem tá mentindo nessa história? 🤔
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O que a Dinamarca fez com menos do que o Nordeste tem: - Virou potência eólica com vento pior - Emprega 414 mil pessoas e exporta US$ 88 bilhões - Construiu cadeia inteira em volta da turbina O ativo natural existe. A cadeia é que precisa ser construída.
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1,2 trilhão de reais pagos por ano em juros ... saem do bolso de quem trabalha para entrar nos bolsos de quem não produz nada. mas, os jênios da economia no twitter conseguem convencer as pessoas de que o problema é o 0,4% de déficit primário.
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Nos últimos 22 meses, a inflação acumulada em 12 meses ficou, em média, próxima de 4,9%, acima do teto da meta de inflação de 4,5%. Segundo os dados mais recentes do IBGE, o IPCA acumulado em 12 meses atingiu 4,58% em setembro de 2026, permanecendo acima do limite superior da meta.
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"o risco de inflação 2027 subiu". "O risco" = expectativa. Não houve mudança de fundamento. É o mesmo Gov, mesmos parâmetros. O argumento de ALR do raciocínio circular demonstrado na prática.
Uma taxa de juros em 13,75% e o Copom não consegue cortar nem 0,25pp. Foi um ciclo de apenas 125bps de ajuste, comparado com 300bps que esperávamos no começo do ano. A atividade está desacelerando e a inflação corrente em linha com esse cenário, em cerca de 4,5%. Mas o risco de inflação em 2027 subiu nas últimas semanas e o Copom precisou ter mais cautela e pausar a calibragem. Esse é o custo de políticas econômicas lançadas em ano de eleição, subsídio insustentável nos combustíveis, mudança na escala 5X2 sem transição ou compensação com ganho de produtividade, e uma alíquota de IVA acima do esperado. Além do cambio que depreciou 10% nas ultimas semanas, as expectativas de inflação tiveram forte alta. Dá pra voltar a cortar juros em 2027? Sim. Um ajuste fiscal (não precisa cortar gastos, mas controlar o crescimento) e o efeito da política monetária será mais potente no controle dos efeitos secundários dos choques inflacionários. Copom poderia retomar os cortes no segundo semestre e a Selic poderia fechar 2027 próximo de 12%. Se nada for feito, a taxa de juros pode ficar no elevado patamar de 13,75% por um tempo ainda mais prolongado.
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O Brasil não pode se limitar a exportar matérias-primas e importar tecnologia. Nossos minerais estratégicos precisam gerar conhecimento, indústria, empregos qualificados e produtos de alto valor agregado AQUI NO BRASIL. Da mineração aos semicondutores, SOBERANIA TECNOLÓGICA se constrói com ciência, indústria e capacidade nacional de produção. Essa deve ser uma política de ESTADO, não apenas de governo. #SOBERINA #TECNOLOGIA
O Brasil tem minerais estratégicos para o futuro do planeta. São recursos essenciais para fabricar celulares, baterias de veículos elétricos, painéis solares, processadores, turbinas, radares, foguetes e equipamentos de defesa. Nesta quarta-feira, realizamos a primeira reunião do Conselho Nacional para a Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos. Aprovamos uma lista de elementos e substâncias prioritários para que possamos refinar e industrializar nossos minerais aqui mesmo, no Brasil. Queremos transformar nossas riquezas em tecnologia, inovação e desenvolvimento. Vamos construir parcerias com outros países, mas sempre protegendo nossa soberania. A prioridade é gerar empregos, criar oportunidades para o nosso povo e garantir que a riqueza dos nossos recursos naturais contribua para o crescimento econômico do Brasil. 📸 @ricardostuckert
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Tá rolando que o UENO Bank receberia depósitos dos tributos no Paraguai, 15%. Uma aberração disfuncional, coisa que rolaria aqui com Vorcaro se Flávio tivesse ganhado. Essas coisas que a gente se livrou. Mas calma, lá o Governo tinha credibilidade com o mercado, aqui não kkkkkk
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ATÉ QUANDO VAI DURAR ESSE DISCURSO? A extrema direita adora posar de defensora da moralidade, da liberdade econômica e da boa gestão. Mas, quando precisa responder pelas próprias contradições, o discurso desmorona. No Paraguai, a crise envolvendo o Ueno Bank e a pressão popular colocaram Santiago Peña contra a parede e culminaram em sua renúncia. Enquanto uns renunciam, outros fogem. Por toda a América Latina, esses projetos políticos enfrentam o desgaste provocado por suas próprias práticas. O povo está cansado de discursos moralistas, privilégios e governos que protegem os poderosos enquanto deixam a conta para os trabalhadores e trabalhadoras!
Presidente do Paraguai, Santiago Peña, renuncia após crise bancária glo.bo/bnrsz28
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Esse papo de credibilidade fiscal e monetária é conversa de quem não faz ideia da conjuntura econômica brasileira dos últimos 20 anos e se baseia com relatório feito por casa de investimento que acha que conta pública é igual conta da casa da gente.
Muitos economistas advogam que o juro alto no Brasil tem motivos estruturais, como distorções no mercado e afins. Isso não procede! O juro alto do Brasil é conjuntural, fruto de falta de credibilidade fiscal e monetária. Basta notar que de 2016-2019, com uma politica fiscal restritiva e uma política monetária crível, nossa inflação chegou em 3% e nossa Selic em 6%. FIM.
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Esse único dado desmonte toda tese liberal da grande maioria. 2025: Nosso déficit primário foi de apenas 0,1% do PIB, contra 3,9% nos EUA, 6,9% na China, 2,2% na Índia e 2,1% na Alemanha. E os juros reais? EUA: 0,46%. China: 0,21%. Índia: -0,09%. Alemanha: 0,31%. Brasil: 9,49%!
Você deve odiar números, dados, comparações internacionais e coisas do tipo, né? Mas se esforça só um pouquinho. Vou mastigar pra você. Qual é a sua tese? Que o Brasil tem os juros reais mais altos do mundo porque suas contas públicas estão entre as mais desequilibradas do planeta, certo? Mas olha que curioso! O Brasil tem resultado primário MELHOR que 116 economias do mundo, mas ocupa o 1º lugar no ranking de juros reais! Vamos aos dados. Hoje, o Brasil tem déficit primário de apenas 0,52% do PIB, mas paga impressionantes 8,99% do PIB em juros. Segundo ranking divulgado ontem, o Brasil tem a maior taxa real de juros entre 40 economias analisadas, com 9,49% ao ano. Peguei essas mesmas 40 economias e fui conferir seus resultados primários na base do FMI. Das 38 com dados comparáveis em 2025, nada menos que 29 tiveram resultados PIORES que o Brasil! Nosso déficit primário foi de apenas 0,1% do PIB, contra 3,9% nos EUA, 6,9% na China, 2,2% na Índia e 2,1% na Alemanha. E os juros reais? EUA: 0,46%. China: 0,21%. Índia: -0,09%. Alemanha: 0,31%. Brasil: 9,49%! Mas já que não gosta de números, que tal um pouquinho de história? Em 2005, tivemos superávit primário de 4,84% do PIB, um dos maiores entre as grandes economias, enquanto EUA e Reino Unido registravam déficits. E sabe quanto estava a Selic? Chegou a 19,75%! Éramos campeões mundiais de juros reais, acredita? Entre 2003 e 2010, tivemos superávits primários médios superiores a 3% do PIB, a dívida líquida caiu de 60% para 38% do PIB e conquistamos o grau de investimento! E os juros? Continuaram entre os maiores do mundo. Aí veio a crise. A economia brasileira foi arrasada por uma recessão brutal, com desemprego em massa, empresas quebrando, investimentos desabando e milhões de brasileiros perdendo renda. E olha o que aconteceu: entre 2016 e 2019, tivemos déficits primários todos os anos, a dívida pública aumentou e a Selic DESPENCOU de 13,75% para 4,5%! Os juros caíram justamente depois que a economia brasileira foi destruída, com o PIB no chão, a arrecadação despencando e a dívida subindo! Agora me explica: quando tínhamos superávits enormes, dívida caindo e grau de investimento, os juros eram altíssimos. Quando passamos a ter déficits, dívida subindo e uma economia praticamente morta, os juros despencaram. E hoje, com resultado primário melhor que o de 116 economias, voltamos a ter os maiores juros reais do mundo. Será que o problema histórico dos juros brasileiros é mesmo essa falta de credibilidade fiscal que você tanto repete? Pois é.
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