Cientista Político e Professor do Insper

São Paulo
"Em boas democracias, juízes não entram em campo". Meu artigo no @Estadao
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OPINIÃO | FERNANDO SCHÜLER André Mendonça contra-ataca e acusa Alexandre de Moraes de abuso de autoridade > x.gd/R3eTh As cartas estão na mesa: como o STF irá resolver essa questão com transparência?
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André Mendonça diz que Alexandre de Moraes foi "leviano e irresponsável". Que usou um relatório ilegal e recheado de inverdades. E acusa o Ministro de abuso de poder com o inquérito das fakenews. Pergunta crítica: o STF tomará alguma posição? @estadao: estadao.com.br/politica/fern…
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Meu artigo no @Estadao
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OPINIÃO 🗣️ Fernando Schüler: "Ministra e muitos de seus colegas devem desculpas por falharem na única obrigação em que uma Suprema Corte não poderia ter falhado: garantir a vigência das leis e da Constituição". 🔗 Assine o #Estadão em ofertas.estadao.com.br para conferir essa e outras análises de Fernando Schüler e o time de colunistas do jornal.
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OPINIÃO 🗣️ Fernando Schüler (@fernandoschuler): Aumento do Bolsa Família: populismo fiscal com efeito eleitoral duvidoso. Com contas no vermelho, o governo promove uma medida puramente eleitoreira. 🔗 Assine o #Estadão em ofertas.estadao.com.br para conferir essa e outras análises de Fernando Schüler e o time de colunistas do jornal.
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Imperdível, nesta sexta, dia 18. Forum da Lexum. Tema não poderia ser mais atual. Todos convidados.
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Flávio Dino fez o pedido de vistas. A pergunta agora é simples: qual o impacto eleitoral disso tudo?
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STF decidiu nada decidir. Chamou a atenção o espetáculo velho conhecido: os "indignados" eram exatamente os que estavam ali para defender quem deveria ser investigado. Como sempre, a inversão. Cá entre nós, estamos cansados de ver este filme.
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O Chile destituiu três juízes da Suprema Corte, nos últimos dois anos. No Brasil, transformamos em drama nacional a mera autorização para uma investigação. O que isto tem a dizer sobre as estruturas de poder, no Brasil? Minha opinião no @Estadao estadao.com.br/politica/fern…
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OPINIÃO | @fernandoschuler: A sessão desta terça no STF não trata-se apenas de uma reunião difícil para autorizar ou não uma investigação. É o exame de uma tradição. Para saber se somos mesmo o país do “estamento", ou se ainda temos alguma esperança de sermos uma república de iguais. Veja mais colunas em vídeo e assine o Estadão em estadao.com.br
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👋 A Corte à beira do abismo Thaís Oyama, O Globo (12/09/2026) Se o inquérito das fake news se tornar público, virão à luz procedimentos mantidos há quase oito anos em sigilo Ao emergir de sua meditação profunda, Edson Fachin tomou nesta semana uma série de medidas para suspender o bangue-bangue do STF — a última delas, a determinação para que André Mendonça levante integralmente o sigilo dos procedimentos do caso Master. As ações do presidente do Supremo se provaram tão tardias quanto vãs. Na quarta-feira, quando foram divulgadas, a Corte já parecia terra sem lei; e até ontem o tiroteio entre os ministros não dava mostra de arrefecer. Duas das providências anunciadas por Fachin, porém, ainda podem mudar os rumos do tribunal, caso sobrevivam à cortina de fumaça com que se pretende desviar o foco do que importa. A primeira foi a retirada das mãos de Alexandre de Moraes do inquérito das fake news. O UOL revelou ontem que a teratologia jurídica criada por Dias Toffoli e conduzida por Moraes deu origem, ou serviu de base, a mais de cem procedimentos, a maioria sob sigilo. Fachin agora considera torná-los públicos. Se fizer isso, virão à luz procedimentos mantidos em segredo ao longo de quase oito anos. Também se conhecerá a extensão das heterodoxias processuais empregadas por Moraes para conduzir casos formalmente públicos, como o processo ainda em curso contra um advogado por uma malcriação proferida há oito anos contra Gilmar Mendes num aeroporto de Madri. Será a oportunidade de o Supremo acertar as contas com um inquérito que nasceu para proteger ministros e seus familiares de investigações inconvenientes e cujos métodos foram tolerados por parte da sociedade e pela totalidade da Corte, sob o pretexto de defender a democracia. A depender de Fachin, o inquérito das fake news pode agora deixar a cena para entrar para a História como uma das páginas mais vergonhosas do STF. A segunda providência capaz de corrigir os rumos da instituição foi a promessa de levar o Supremo a enfrentar a questão de fato premente, por sua gravidade e por ter sido a origem da presente crise: as gritantes suspeitas de prática de crime por um de seus integrantes, o ministro Alexandre de Moraes. Sem enfrentá-la, o Supremo não sairá do atoleiro. E a pesquisa Meio/Ideia divulgada na quarta-feira mostra quanto ele é profundo. O levantamento apontou que quase metade dos brasileiros (49,7%) confia pouco ou nada no STF. A descrença atravessa praticamente na mesma proporção todos os segmentos demográficos: homens e mulheres, jovens e idosos, ricos e pobres, religiosos e sem religião. Não é uma desconfiança de nicho, mas descrédito generalizado. Há notícia pior. Segundo o levantamento, 51,6% dos brasileiros concordam com a ideia de que os ministros do STF decidem “mais por interesse próprio do que pela lei”. Isso significa que, quando os dez integrantes da Corte chegam ao plenário com suas togas negras e seus semblantes graves, sob a liturgia vetusta da instituição, mais da metade dos brasileiros os enxerga não como guardiões da Constituição, mas como magistrados que atuam em causa própria. A gravidade da situação está em a legitimidade do poder de julgar repousar justamente sobre a crença de que juízes atuam como terceiros imparciais: não integram o conflito, não têm interesse pessoal em seu desfecho e decidem segundo o Direito, ainda que contrariem maiorias. Uma Corte que consome sua reserva de legitimidade pode manter o poder de decidir, mas perde a autoridade. No próximo dia 15, o plenário poderá seguir o que diz a lei: diante de indícios, investigue-se, diante de uma investigação, afaste-se o investigado, diante de uma acusação, dê-se a ele o direito de defesa. Ou pode optar por esconder suas chagas atrás de pedidos de vista e de uma sessão a portas fechadas. Nesse caso, confirmará a percepção pública de que, entre a lei e a autoproteção, escolhe sempre o abismo.
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OPINIÃO ✍️ Fernando Schüler (@fernandoschuler1): "Sessão do STF da próxima terça-feira será o exame de uma tradição: somos mesmo o país do ‘estamento’ ou temos esperança de sermos uma república de iguais?" 🔗 Assine o #estadão em ofertas.estadao.com.br para acompanhar todas as análises de Fernando Schüler
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Fachin marcou sessão extraordinária do STF, dia 15, para decidir se abre ou não investigação sobre Alexandre de Moraes. Isso será mesmo decidido ou a velha procrastinação brasileira vai prevalecer, mais uma vez? Meu comentário no @Estadao estadao.com.br/politica/fern…
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