O G1 divulgou a "notícia" às 10h40 e só corrigiu às 14h20. Neste intervalo, centenas de postagens dizendo que o governo de Flávio Bolsonaro iria acabar com o benefício em 2 anos passaram pela minha TL. O prejuízo disso é incalculável. Alguém deveria ser responsabilizado, além do "estagiário" da hora.
A ideia é que o beneficiário tenha uma porta de saída, de forma VOLUNTÁRIA, e não compulsória, como primeiramente divulgado. Ou, nas palavras da Daniela Marques:
"Vai ter regra de transição de dois anos [no Bolsa Família] para que possa abrir seu negócio, ou aceitar emprego de carteira assinada. E um retorno automático caso dê errado. As pessoas não podem ficar presas para sempre no Bolsa Família. Aquilo é uma proteção, mas é o início de uma jornada. Todo mundo merece sonhar com algo com mais oportunidade, dignidade", disse Marques, em entrevista à CBN Bahia.
O que existe hoje é algo absolutamente cruel: a pessoa deixa de aceitar um emprego ou abrir um negócio para não perder o benefício, para não perder o certo pelo duvidoso. A ideia proposta pela Daniela é muito boa, mas provavelmente vai se perder pelo caminho, graças ao mau jornalismo e ao oportunismo político. 🤬