📚 Painel das Letras | Era final de 1993. O jornalista Zuenir Ventura tinha 62 anos quando, mobilizado pela chacina que matou 21 pessoas na favela de Vigário Geral, no Rio de Janeiro, começou a preparar uma grande reportagem sobre o cotidiano de violência que rasgava a cidade onde ele morava. A apuração era para um livro que se tornou um clássico do jornalismo brasileiro. Ao narrar a desigualdade que dividia o Rio de Janeiro entre o cartão postal da bossa nova e um painel de barbárie varrida para baixo do tapete, Ventura deixou registrada uma "Cidade Partida".
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🎦 Walter Porto (@walterporto)
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