DANIELA LIMA DESARMA O CIRCO MIDIÁTICO DA REDE GLOBO
A cronologia desmonta o escândalo da Globo.
29 DE SETEMBRO: Kassio Nunes Marques determina a inclusão de Romeu Zema no debate. A emissora, que não previa o nome, confirma e segue. Sem editorial, sem “interferência indevida”, sem transformar a decisão em crise.
1º DE OUTUBRO: Estela Aranha decide sobre a retirada do púlpito vazio. No mesmo dia, Gilmar Mendes determina a inclusão de Renan Santos, o nome da direita que, segundo a própria Daniela, chama Flávio Bolsonaro de criminoso e defensor de miliciano. A partir daí, a Globo passa a tratar as decisões judiciais como centro da controvérsia.
O contraste está na reação às canetadas. Dino defendeu as três decisões como legítimas e perguntou por que a decisão da única mulher é mais atacada.