Atleticano, Psicanalista, CEO da Excelsior Comunicação Digital. Fiz mais de 300 campanhas eleitorais e você provavelmente já votou em alguma delas 😜

✈️ BH / Brasília / Manaus
Flávio Bolsonaro tem duas filhas, de 14 e 12 anos. Há apenas 72 horas, essas meninas viviam momentos de enorme expectativa, diante da possibilidade de ver o pai eleito presidente da República. Uma mudança que transformaria ainda mais suas vidas, já tão agitadas pela exposição política da família desde que eram pequenas. Mas tudo aconteceu de maneira diferente. O pai perdeu a eleição e, de repente, elas se viram embarcando em um avião para Foz do Iguaçu. Sem tempo para se despedir dos amigos, dos vizinhos, dos familiares ou da vida que conheciam, atravessaram a pé, durante a madrugada, uma estrada escura na região da fronteira, como personagens de um filme de terror, até chegar a outro país. Depois de uma madrugada e uma manhã de enorme tensão, embarcaram novamente, agora rumo a um destino no exterior, possivelmente sem compreender completamente o que estava acontecendo. Não tiveram sequer tempo para assimilar o resultado de uma eleição que imaginavam terminar com a consagração do pai e que acabou se transformando em uma fuga diante da possibilidade de prisão. Na tentativa de escapar das consequências de seus próprios atos, Flávio expôs as filhas adolescentes a uma experiência traumática, cujas marcas podem acompanhá-las por muito tempo. Neste momento, metade do Brasil se solidariza com ele, enquanto a outra metade ri, comemora e debocha. Mas, no meio de toda essa disputa política, existem duas meninas que não escolheram nada disso e que podem carregar para sempre as consequências das decisões dos adultos. É impossível não pensar nelas.
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Flávio Bolsonaro, supostamente, atravessou a fronteira para a Argentina a pé e tentou embarcar para os EUA. Desistiu após o vazamento da informação na imprensa argentina e o jato ficou retido no aeroporto. História de filme! brasilnocentro.com.br/flavio…
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O juíz Rodrigo José Pereira de Lima baixou o espírito de Cristiano Zanin e favoreceu os vermelhos no fim da disputa...
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A cada jogo o Brasil vai descobrindo mais e mais o nome e o sobrenome do seu camisa 1 na Copa de 2030: GABRIEL DELFIM
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O antipetismo venceu o primeiro turno, mas a arrogância bolsonarista reelegeu Lula. Escrevi sobre isso no Brasil no Centro. Confira: brasilnocentro.com.br/jorge-…
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O ANTIPETISMO VENCEU O PRIMEIRO TURNO, MAS A ARROGÂNCIA BOLSONARISTA REELEGEU LULA A eleição presidencial de 2026 deixou uma mensagem que o PT não deveria ignorar e que o bolsonarismo provavelmente terá dificuldades para compreender. O antipetismo continua sendo uma das maiores forças políticas do país, mas a rejeição à família Bolsonaro demonstrou, pela segunda eleição consecutiva, ser capaz de decidir uma disputa presidencial. Flávio Bolsonaro venceu o primeiro turno mesmo enfrentando um presidente que controlava a máquina federal. Seu desempenho revelou a dimensão da insatisfação com Lula e mostrou que milhões de brasileiros estavam dispostos a apostar em uma mudança de governo. Entretanto, três semanas depois, o candidato que parecia favorito acabou derrotado por uma reação que sua própria campanha ajudou a provocar. Durante boa parte do primeiro turno, Flávio procurou apresentar uma imagem mais moderada que a de seu pai. Buscou dialogar com setores da direita tradicional, suavizou o discurso e tentou convencer o eleitorado de que poderia representar uma alternativa conservadora sem reproduzir os excessos do bolsonarismo. A vitória parcial nas urnas, porém, parece ter produzido o efeito contrário ao esperado. O segundo turno começou sob um clima de arrogância e vitória antecipada. Antes mesmo de conquistar a Presidência, Flávio já falava em utilizar a nova composição do Congresso para eleger os presidentes da Câmara e do Senado, mudar a Constituição e, em suas próprias palavras, "redemocratizar o país". A declaração foi especialmente desastrosa porque trouxe de volta justamente o temor que seu esforço de moderação procurava afastar. O filho de um ex-presidente condenado por tentativa de golpe de Estado anunciava mudanças constitucionais em nome de uma suposta redemocratização. Ainda que posteriormente tenha procurado esclarecer suas intenções, o estrago político estava feito. A postura de seus aliados agravou o problema. Nikolas Ferreira, ao produzir um vídeo sobre o Nordeste marcado por uma representação caricatural da região, reforçou a percepção de desprezo por eleitores que o bolsonarismo precisava conquistar. Pablo Marçal, por sua vez, preferiu hostilizar Renan Santos e menosprezar seus eleitores, justamente uma parcela da direita que poderia ampliar a votação de Flávio. A campanha parecia acreditar que o eleitor antipetista tinha obrigação de votar no candidato do PL, independentemente da maneira como fosse tratado. Esqueceu que existe uma direita brasileira que rejeita Lula, mas também não aceita ser subordinada politicamente à família Bolsonaro. Esse foi, possivelmente, o maior erro do segundo turno. Flávio precisava conquistar os eleitores que não haviam votado nele, mas seus aliados agiram como se a eleição já estivesse decidida e como se qualquer resistência ao bolsonarismo representasse uma traição. Enquanto isso, Lula e sua militância compreenderam o que estava em jogo. A campanha petista recuperou as ruas, reorganizou sua comunicação digital e transformou a rejeição ao bolsonarismo em uma poderosa força de mobilização. O resultado foi uma inversão da lógica que havia dominado o primeiro turno. Se antes milhões de brasileiros votaram em Flávio principalmente para derrotar o PT, no segundo turno outros milhões escolheram Lula para impedir o retorno dos Bolsonaro ao poder. Entre eles estavam eleitores antipetistas, conservadores e pessoas que jamais haviam votado no PT, mas que, diante das duas alternativas, consideraram Flávio Bolsonaro um mal ainda maior. Não significa que tenham passado a aprovar Lula ou seu governo. Significa que a rejeição ao bolsonarismo foi mais determinante do que suas próprias resistências históricas ao petismo. +👇🏽
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A vitória de Lula, portanto, não representa um cheque em branco ao presidente. Seu governo permanece desgastado, o antipetismo saiu fortalecido e a sociedade continua profundamente dividida. O resultado expressa também a incapacidade da direita bolsonarista de conquistar uma maioria que ultrapasse os limites de sua própria militância. Em 2022, Jair Bolsonaro perdeu a reeleição carregando a rejeição provocada por seu governo e por sua postura de confronto permanente. Em 2026, Flávio teve a oportunidade de demonstrar que o movimento havia aprendido com aquela derrota. Quando esteve mais perto do poder, porém, permitiu que a arrogância de seus aliados e a retórica de imposição voltassem a ocupar o centro da campanha. O bolsonarismo conseguiu convencer quase 60 milhões de brasileiros a votar contra Lula, mas não conseguiu convencer o restante do país de que merecia voltar ao poder. Lula venceu, mas não porque tenha conquistado a confiança de todos que o elegeram. Venceu também porque, diante de uma escolha entre dois projetos rejeitados por parcelas expressivas da população, muitos brasileiros preferiram impedir a volta de um movimento que associam ao autoritarismo, à intolerância e à divisão nacional. A grande ironia de 2026 é que Flávio Bolsonaro chegou à liderança apresentando-se como uma versão mais moderada do bolsonarismo, mas perdeu quando seu grupo voltou a se comportar como se a maioria dos brasileiros já estivesse obrigada a aceitá-lo. O antipetismo quase derrotou Lula. Foi o próprio bolsonarismo que ajudou a salvá-lo. Autor Jorge Lopes Cançado é sócio da Excelsior Comunicação Digital, psicanalista, gestor público e especialista em marketing político, com vasta experiência na análise de cenários e na criação de narrativas estratégicas para partidos e lideranças políticas.
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Quem venceu o 2º turno pro Lula: O Mineiro André Janones Quem perdeu o 2º turno pra Flávio: o Mineiro Nikolas Ferreira O único estado do Brasil que virou de Flávio pra Lula no 2º turno. O pêndulo exato do Brasil!
Grande articulador do fim da Escala 6x1: Cleitinho Azevedo, de Minas Gerais. Principal liderança e cabo eleitoral da direita: Nikolas Ferreira, de Minas Gerais. Principal liderança e cabo eleitoral da esquerda: Ana Elisa, de Minas Gerais. Mudam as gerações, mas Minas segue sendo o centro gravitacional da política brasileira.
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Já posso sonhar com 2030?
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Lula é um câncer para o Brasil. Bolsonaro foi a metástase. Eu sempre serei oposição ao petismo e a tudo de ruim que eles representam. Mas o Bolsonarismo é ainda pior e merece a lata de lixo da história.
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FORA LULA! Agora é esperar a diplomação em 19 de dezembro e começar a torcer pelo Impeachment porque ele não tem a menor condição de cumprir todas as promessas que fez ao longo do 2˚ turno! Votei no Lula para ter garantido o meu direito de fazer oposição a ele, e se não cumprir tudo o que prometeu, não tem porque não entregar logo o governo pro Alckmin e ir curtir a velhice com a Janja e os netinhos... #PTnuncaMais #BolsonaroNaCadeia
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Tô com uma dúvida, o Flávio vai poder ficar na mesma prisão domiciliar que o pai ou vai poder ficar na mansão de milhões que ele comprou vendendo chocolate?
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Mapa dos Governadores eleitos em 2026: PL subindo de 1 pra 6 governadores é o grande vencedor. PSD caiu de 6 pra 5, mas mais importante do que isso, perdendo MG, PR e RS que são máquinas expressivas. PP e PT mantêm os mesmos 4 estados e se sairam bem. Republicanos sobe de 3 pra 4, conquistando MG e mantendo SP, sai gigante da eleição. PSDB é outro grande vitorioso, chegando a 2 estados. Podemos e MDB elegeram 1 cada, com o MDB despencando dos atuais 4 governadores. Enquanto o União Brasil que tem 3, desapareceu do mapa. Centrão (PP-Republicanos-PSD-Pode): 14 estados Direita (PL): 6 estados Esquerda (PT): 4 estados Centro (PSDB-MDB): 3 estados
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Vicentinho Junior está ELEITO GOVERNADOR do Tocantins. O PSDB mostra sua força e elege 2 jovens governadores em 2026, além da senadora mais jovem do país. Um novo momento surgindo para o principal partido fora da polarização brasileira. Avante Tucanos!
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TREs de diferentes estados informaram que encerraram a votação às 17h, sem tempo hábil para cumprir a decisão do STF que prorrogou o horário até as 19h. Isso abre uma discussão jurídica importante: eleitores que compareceram às seções após as 17h, dentro do horário determinado pelo Supremo, e foram impedidos de votar poderão questionar judicialmente a regularidade do processo eleitoral. A eventual anulação dependeria da comprovação do prejuízo e de decisão da Justiça Eleitoral, mas a controvérsia jurídica está criada... O STF acabou de criar uma abominação jurídica no processo eleitoral brasileiro...
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STOP THE COUNT!
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Governadores mais jovens do ciclo 2027/2030: - Lucas Ribeiro (PP/PB) - 37 anos - Douglas Ruas (PL/RJ) - 37 anos - JHC (PSDB/AL) - 39 anos - Dr. Daniel (Pode/PA) - 40 anos - Vicentinho Jr (PSDB/TO) - 41 anos - Rafael Fonteles (PT/PI) - 41 anos - Daniel Vilela (MDB/GO) - 42 anos * Ainda tem Alysson Bezerra (União/RN) com 34 anos no 2º turno. Uma nova geração se levanta nas urnas para construir o Brasil do futuro.
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Na Câmara, Hugo Motta já organizou o centrão e a esquerda pra ter maioria, agora vai compor com o PL que ficará com a primeira vice e já se planejará para tentar assumir a Câmara em 2029. No Senado, Davi Alcolumbre negocia individualmente para seguir no poder, mas já existe um vento de que o acordo entre Direita e Centrão pode levar Arthur Lira para a presidência do Senado. Neste cenário, Alcolumbre pode ficar com a cadeira no TCU que neste momento é ocupada por Rodrigo Pacheco, e esse poderá ficar com a cadeira vazia no STF que Messias não conseguiu ocupar. A eleição é hoje, mas as negociações no congresso vão até a posse, em fevereiro.
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Um Yuri Alberto no Galo em 2027 é papo de 30 gols no ano, tá?
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