Saudade de quando nosso maior problema era a planilha da Odebrecht com os vulgos desse bando de canalha. Amigo do amigo do meu pai, Gremista, Amante, Amigo, Aspirina, Atleta, Avião...
Brasil não é sério tem um bom tempo e a gente ainda vê o povo debatendo entre Lula e Bolsonaro.
Um país em que magistrado edita impunemente contrato milionário de sua esposa advogada com um banqueiro interessado em sua influência no sistema de Justiça, e com o qual bebe whisky no exterior e troca mensagens de WhatsApp, não pode ser um país sério.
Ainda mais quando o empresário pede ao magistrado atuação nos bastidores para blindá-lo contra investigações.
Tudo indica que o banqueiro visava a obtenção desses serviços informais ao fechar um contrato acima dos padrões de mercado, até porque advertiu assim o tesoureiro do banco em relação a atrasos nos pagamentos:
“Angelo. Pqp. Não pagaram Barci de Moraes. Não to entendendo isso. Contrato mais importante que temos te pedi pra não falhar. Surreal. Vamos ter problemas”.
É indecente, por si só, faturar com a geração tácita dessa expectativa de influência, que dirá manter em segredo os pedidos de obstrução de justiça feitos pelo contratante.
Que o Senado se omita em caso tão grave, é uma amostra de como uma indecência lava a outra na República do Escambo.