Christus vincit. Christus regnat. Christus imperat.

Essa é a imagem que o demônio mais odeia e que o atormentará pelos séculos dos séculos. Para os mais leigos, talvez pareça apenas uma imagem da Virgem Maria. Mas observem os detalhes. Segundo a tradição local, esse laço sobre o ventre simboliza uma gravidez. E é justamente para esse detalhe que quero chamar a atenção. Porque essa imagem recorda aquilo que o demônio mais odeia: a Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo e, portanto, a sua própria derrota. O Verbo Divino quis assumir a natureza humana e entrar no mundo através de uma mulher. Deus quis habitar no ventre de uma Virgem. Quis ser gerado, carregado e alimentado por sua Mãe. Quis entrar na história dos homens através da mais perfeita castidade, pureza, humildade e modéstia. A salvação do mundo passou pelo ventre de uma mulher. E é precisamente por isso que existe uma guerra tão brutal contra a maternidade. E faço questão de usar essa palavra: maternidade. Uma mulher não se torna mãe apenas quando dá à luz. Ela se torna mãe no exato momento em que uma nova vida é concebida em seu ventre. O parto não cria o filho. O parto é apenas mais um estágio da vida humana. É por isso que o caso de Lindsay Clancy deve ser observado com enorme atenção. Estamos chegando às deliberações finais de um julgamento que não pode ser tratado simplesmente como mais um caso criminal. Há uma construção narrativa e ideológica acontecendo diante dos nossos olhos: a tentativa de fazer com que o estado psicológico de uma mãe se transforme não apenas em elemento de compreensão de sua conduta, mas em instrumento para relativizar a responsabilidade pela morte dos próprios filhos, e morte causada pela PRÓPRIA progenitora. E é justamente aqui que precisamos prestar atenção. Porque, se essa lógica for levada às últimas consequências, a maternidade deixa de ser uma realidade moral objetiva e passa a ser subordinada ao estado emocional da mãe. A mulher sofre, portanto sua responsabilidade é relativizada. A mulher está perturbada, portanto a morte dos filhos passa a ser reinterpretada. A mulher precisa de compreensão, portanto a inocência das crianças desaparece do centro da narrativa. Percebam a monstruosidade dessa inversão. A vítima passa a ocupar o segundo plano enquanto a atenção moral se concentra quase exclusivamente sobre aquele que matou. E não estou dizendo que sofrimento psicológico seja irrelevante. Estou dizendo algo muito mais simples: compreender uma circunstância não significa transformar o mal em bem; reconhecer o sofrimento de alguém não significa apagar a existência de suas vítimas. Lindsay Clancy é precisamente o exemplo que devemos observar porque a narrativa construída em torno de seu caso mostra até onde essa lógica pode chegar. E isso não acontece isoladamente. Primeiro, normaliza-se o aborto. Depois, normaliza-se a ideia de que a criança no ventre é apenas uma extensão do corpo da mãe. Depois, transforma-se a maternidade em uma condição subordinada aos desejos, circunstâncias e estados emocionais da mulher. E então começa a aparecer uma consequência inevitável: se a autonomia e o sofrimento da mãe podem se sobrepor à vida do filho antes do nascimento, por que a mesma lógica não poderia ser progressivamente estendida para situações posteriores ao nascimento? É exatamente essa fronteira que está sendo disputada. Não é apenas uma questão de aborto. É uma questão sobre o próprio princípio pelo qual determinamos quando uma vida humana pode ser sacrificada em benefício de outra pessoa. E aqui chegamos ao ponto central. O aborto e a morte deliberada de crianças representam uma inversão completa da lógica da Cruz. Na Crucificação, Cristo, o inocente, entrega a própria vida em sacrifício pelos culpados, para a salvação da humanidade. No aborto, ocorre o contrário: o inocente é sacrificado em benefício daquele que deseja preservar a si mesmo. Na Cruz, o Cordeiro de Deus oferece o próprio corpo para salvar os pecadores. Na cultura da morte, o corpo do inocente é oferecido como sacrifício para satisfazer os interesses e desejos do adulto. A Cruz é o inocente sacrificando-se voluntariamente pelos culpados. O aborto é o inocente sendo sacrificado pelos culpados. É uma inversão monstruosa da lógica do Evangelho. Por isso, quando alguém diz "meu corpo, minhas regras", precisamos compreender que, consciente ou não, essa pessoa fala por satanás, já que inverte o sacrifício de Cristo quando Ele oferece seu Corpo, é praticamente um ritual satânico, por mais que não pareça. Quando existe outra vida humana naquele corpo, já não estamos falando exclusivamente do corpo de uma mulher. Existe ali uma criança. Existe ali uma vida que não pode ser reduzida a propriedade, inconveniência, circunstância ou extensão da vontade de outra pessoa. É justamente essa verdade que a maternidade proclama. E é justamente por isso que a Virgem Maria é o grande sinal de contradição diante dessa cultura. Maria é a mulher que disse "sim" à vida. É a mulher que recebeu o Filho de Deus em seu ventre. É a mulher cujo corpo foi escolhido por Deus para participar do mistério da Encarnação. É a mulher que carregou em si aquele que carregaria sobre a Cruz os pecados do mundo. É a mulher que permaneceu junto ao seu Filho quando Ele foi sacrificado pela salvação dos homens. Não existe imagem mais oposta à cultura da morte. A Virgem Maria é exemplo máximo para as mulheres e por isso sua figura, e tudo que ela representa, é tão violentamente atacada a qualquer custo. Por isso, peço a todos que rezem. Rezemos para que essa engenharia ideológica da cultura da morte seja desmascarada. Rezemos para que a vida humana volte a ser reconhecida como sagrada. Rezemos para que as mulheres não sejam enganadas pela mentira de que matar o próprio filho é uma forma de libertação. Rezemos para que aqueles que hoje defendem ou relativizam a morte de inocentes tenham suas consciências iluminadas pela Verdade. E rezemos especialmente pelo caso de Lindsay Clancy, porque aquilo que está em disputa ali ultrapassa a situação de uma única mulher. Existe uma narrativa sendo construída. Existe uma fronteira moral sendo cruzada. Existe uma tentativa de ensinar à sociedade que a compaixão pela mãe pode exigir que a criança desapareça da equação moral. Não. A verdadeira compaixão não exige que tenhamos compaixão por uma pessoa à custa da inocência de outra. A verdadeira justiça não pode simplesmente olhar para quem matou e esquecer quem morreu. E esta guerra não é apenas jurídica, política ou cultural. É, antes de tudo, espiritual. Por isso, não podemos responder apenas com argumentos. Precisamos responder com oração. Enquanto o mundo observa tudo isso como se fosse apenas mais um julgamento, nós precisamos enxergar o que está acontecendo diante de nossos olhos. Não é apenas mais um julgamento. É abertamente um ritual satânico. Uma batalha pela preservação da maternidade. Uma batalha pela própria ideia de que existe uma lei moral objetiva acima dos desejos, das circunstâncias e das paixões humanas. Então rezem. Rezemos pelas crianças. Rezemos pelas mães. Rezemos pela conversão daqueles que defendem a cultura da morte. Rezemos para que a Santíssima Virgem interceda e ilumine as consciências daqueles que foram seduzidos por essas mentiras. Porque aquilo que o demônio mais odeia é precisamente aquilo que esta imagem anuncia: Deus entrou no mundo através de uma mulher. E dessa mulher nasceu o Salvador.
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Sim, também comentamos sobre fisiculturismo.. Sim, Ramon mereceu muito esse 3º lugar. É uma das pessoas mais antiprofissionais do cenário. Infelizmente, mais um que foi afetado durante anos pela toxoplasmose por falta de saneamento básico e perdeu seu brilho, sua ambição. Você vê na cara do sujeito a cultura brasileira do conformismo, da satisfação em simplesmente participar. O mais frustrante é ver alguém com uma genética dessas sem dar 100% de si. Me explica como alguém consegue errar TODAS as suas finalizações. Tudo bem, o organismo é imprevisível, mas sejamos francos: isso não é ciência de foguetes. Principalmente para alguém que já está há tantos anos com o mesmo técnico. Isso já deveria estar resolvido há muito tempo. Me explica como o Mr. Olympia não fala inglês e não consegue representar a própria marca por uma simples barreira linguística. Se estivéssemos falando de um novato, um estreante, tudo bem, ninguém cobraria isso. Mas, pelo amor de Deus, ele já está há anos no cenário, é milionário e tem tempo de sobra para estudar e se aperfeiçoar. É sim 100% desinteresse, falta de profissionalismo. Me explica como você pode não levar a sério as poses, caramba!? É literalmente 50% do seu trabalho. O CBUM ganhava e era tão dominante porque, entre outros motivos, era um exímio posador. Fransino quando estava relaxado, mas um monstro quando encaixava a pose. E esse cara está há sei lá quantos anos sem aprender a posar corretamente? Isso não existe. Não teve um único ano em que ele não estivesse inconsistente. 2023 foi seu melhor ano e, ainda assim, não estava com todas as poses encaixadas. É inacreditável. Existem vários burburinhos sobre ele ser preguiçoso etc., mas, como são apenas fofocas, não vou levar isso a sério. E, para ser justo, também sei que a finalização depleta demais o físico dele. Mas todos passam por isso e, ainda que nele seja mais severo, isso já deveria estar no cálculo. Uma equipe com a competência que se espera da dele também já deveria ter encontrado uma solução. Espero que ele repense suas estratégias, sua comissão técnica e que ele mesmo reveja se é isso que quer para a vida. Porque é inaceitável um talento tão grande ser desperdiçado por falta de comprometimento. Com o foco e a raça necessários, ele pode ir muito mais além. Que mude de categoria, se for necessário, mas que leve isso a sério.
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Amanhã sai a colinha pra galera de Brasília. Já tenho meus favoritos, mas mandem sugestões. Vai que existe algum supercatólico, defensor da vida desde a concepção, que escapou do meu radar.
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Flávio, por favor, não seja burro a ponto de deixar essa oportunidade passar. A discussão sobre a proibição das bets abriu uma avenida política óbvia: o futebol. Para o brasileiro, futebol é uma religião. Então explique às pessoas o que uma proibição mal planejada pode significar para os clubes, para o Brasileirão, para os patrocínios e para toda a cadeia que gira em torno do futebol. E faça isso sem cair na armadilha de parecer defensor das bets. O argumento é justamente o contrário: apostas precisam de regulamentação séria, fiscalização, publicidade responsável e conscientização sobre vício e endividamento (normies amam essas palavras). O que não faz sentido é fingir que simplesmente proibir resolve tudo. A demanda continua existindo e pode migrar para o mercado ilegal, enquanto o futebol perde uma fonte gigantesca de receita. Mostre os números. Mostre o impacto. Mostre o que aconteceria com os clubes. E, principalmente, apresente uma alternativa. IMITE O NIKOLAS Porque, no fim das contas, é disso que as pessoas estão atrás: alguém que olhe para um problema real, enxergue os efeitos colaterais que ninguém está discutindo e apresente uma solução. Essa discussão pode ser uma enorme oportunidade. Nao seja um lerdão.
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Para eles, Nossa Senhora não passa de um símbolo a ser invocado e profanado quando convém e descartável quando deixa de servir. São dignos de pena: não fazem ideia da gravidade ultrajante que cometem contra a Mãe de Deus ao usar seu nome e sua imagem dessa maneira.
Essa ofensa custará muito caro:
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Eles falam que "as mulheres não sabem votar"
Celina Leão diz que Bolsonaro abriu muito espaço para extremismos na direita: "Foi nocivo" "POLÍTICA EM MINUTOS" COM CELINA LEÃO NO AR NA LEODIAS TV! CLIQUE E ASSISTA 📲 yt.openinapp.co/6l1c6
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Quando vi aquela notícia, confesso que meu sangue ferveu. Mas não podemos esquecer contra quem estamos lutando. Respirei fundo e, antes de sair postando qualquer coisa, resolvi esperar. Ainda bem: era só mais uma mentira.
Hayy⚡️
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Sobre IA, internet e teorias da conspiração:
Há duas coisas interessantes que estou observando sobre a IA, a princípio. Mas, antes de dizer quais são, deixem-me divagar um pouco sobre o surgimento da internet, mais especificamente sobre seu momento de consolidação como meio ordinário de comunicação, algo ali em torno de 2009 em diante. A internet foi uma ferramenta poderosíssima para a troca de informações, tanto pelo seu caráter, a princípio, descentralizado, quanto pela velocidade com que essas informações podiam circular. Então, é óbvio que os donos desse mundo perceberam a merda que poderia dar e tiveram duas ideias, devo admitir, brilhantes, embora um tanto óbvias quando você para para pensar no "problema" e na forma mais eficiente de solucioná-lo, pelo menos para eles. A primeira e mais eficiente estratégia foi a criação das redes sociais, ou melhor, de canais centralizados de comunicação. Infelizmente, o ser humano é um ser sociável e geralmente vaidoso, então essa foi a armadilha perfeita: você junta o rebanho em um pasto, passa a observar tudo o que é discutido e devolve migalhas de atenção para aqueles que conseguem se destacar. Assim, cria-se a falsa ilusão de importância, não para a informação, mas para a pessoa que a transmite. Isso criou um mercado gigantesco, é verdade. Mas quem continuou lucrando infinitamente mais foram as mesmas pessoas de sempre. Por outro lado, havia outro problema a ser resolvido. Apesar de os discursos agora estarem sendo monitorados, eles não simplesmente deixariam de existir. E você não pode esconder terabytes de informações públicas ou facilmente verificáveis. Então surge algo brilhante. Ou melhor: o pior tipo de mentira que existe, uma meia-verdade. Para esconder uma conclusão óbvia sobre quem realmente influencia os rumos da sociedade há séculos, justamente em um cenário de informação instantânea, nada melhor do que uma psyops. A criação de uma subcultura inteira de teorias da conspiração, com duas camadas. De um lado, você atira teorias para todos os lados, misturando fatos, meias-verdades e absurdos: maçonaria, Illuminati, reptilianos, ETs... Enfim, tem para todos os gostos. E, claro, tudo começa em fóruns underground, com aquele ar irresistível de "estou falando algo secreto que poucas pessoas sabem". A segunda camada é ainda mais simples: os próprios criadores dessas teorias, ou das respectivas meias-verdades, passam a colocar tudo o que aparece na mídia e na academia sob o rótulo de "teoria da conspiração". Aliás, termo cuja história e origem também dariam uma discussão à parte, mas não vamos entrar nesse jogo. Pronto. Agora você amarra boomers, millennials e tudo o que vier depois nesse ciclo infinito que não leva a lugar nenhum. E melhor ainda: o tipo de pessoa que geralmente procura esse conteúdo tem, no mínimo, alguma curiosidade pela verdade. Há alguma coisa incomodando aquela pessoa. Ela percebe que vive em um mundo de mentira e começa a procurar explicações. E, enquanto ela perde tempo nesse labirinto, somado a um ensino regular que claramente a doutrina para o ateísmo, não sobra tempo para procurar a única Verdade presente nesta vida, que é Jesus Cristo e Sua Única Igreja. Claro que o plano é tão bom que, quando ela finalmente chega perto disso, também pode simplesmente concluir que a Igreja "é só mais uma seita tentando me controlar". Perfeito. O ciclo se fecha. Mas por que fiz toda essa volta para falar sobre IA? Porque é justamente aí que entram as duas coisas que estou observando. A internet colocou diante do homem um oceano de informações. Em tese, bastava tempo, curiosidade e disposição para cruzar essas informações e chegar a determinadas conclusões.. A IA muda completamente a escala disso. Ela pode atravessar esse oceano de informações, cruzar padrões, comparar versões e chegar a determinadas conclusões em segundos. E aí está o ponto realmente interessante: se antes era necessário construir toda uma engenharia social para manter o indivíduo perdido no meio desse oceano, agora você pode simplesmente controlar a ferramenta que está fazendo a travessia por ele. Não é mais necessário controlar cada pessoa, cada pesquisa, cada fórum ou cada caminho que ela percorre. Basta estabelecer previamente o que a própria IA pode concluir, o que pode dizer e, principalmente, aquilo que ela jamais deve dizer. E, para mim, é aí que as coisas ficam realmente interessantes. Porque existem pelo menos duas conclusões que, depois de colocar informação suficiente sobre a mesa, deveriam ser extremamente difíceis de evitar. A primeira é a mais importante: O que ou quem é a Verdade, qual o real sentido da vida? A segunda é: quem, de fato, controla os rumos deste mundo e é o responsável por toda essa desgraça? Talvez seja justamente por isso que certas respostas precisem ser tão cuidadosamente filtradas. Quando li que, em determinados testes, a maioria das IAs apontavam Jesus Cristo e a Igreja Católica como a verdadeira religião e que, quando estavam sem determinadas restrições, apresentavam respostas extremamente anti... (vocês sabem o quê), comecei a perceber que talvez as coisas sejam muito mais simples do que parecem. E essa é a ironia. A internet exigiu uma enorme engenharia social para manter o homem perdido dentro de um oceano de informações. A IA talvez exija apenas algumas linhas de código para impedir que ela própria chegue às conclusões que esse mesmo oceano permite alcançar. Enfim, talvez seja um pouco difícil entender exatamente do que este texto trata, justamente porque deixei alguns pontos deliberadamente vagos. Mas essa era a reflexão que queria compartilhar com quem acompanha esses temas há muito tempo. (o problema não é a IA, mas (quem) a controla)
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Há duas coisas interessantes que estou observando sobre a IA, a princípio. Mas, antes de dizer quais são, deixem-me divagar um pouco sobre o surgimento da internet, mais especificamente sobre seu momento de consolidação como meio ordinário de comunicação, algo ali em torno de 2009 em diante. A internet foi uma ferramenta poderosíssima para a troca de informações, tanto pelo seu caráter, a princípio, descentralizado, quanto pela velocidade com que essas informações podiam circular. Então, é óbvio que os donos desse mundo perceberam a merda que poderia dar e tiveram duas ideias, devo admitir, brilhantes, embora um tanto óbvias quando você para para pensar no "problema" e na forma mais eficiente de solucioná-lo, pelo menos para eles. A primeira e mais eficiente estratégia foi a criação das redes sociais, ou melhor, de canais centralizados de comunicação. Infelizmente, o ser humano é um ser sociável e geralmente vaidoso, então essa foi a armadilha perfeita: você junta o rebanho em um pasto, passa a observar tudo o que é discutido e devolve migalhas de atenção para aqueles que conseguem se destacar. Assim, cria-se a falsa ilusão de importância, não para a informação, mas para a pessoa que a transmite. Isso criou um mercado gigantesco, é verdade. Mas quem continuou lucrando infinitamente mais foram as mesmas pessoas de sempre. Por outro lado, havia outro problema a ser resolvido. Apesar de os discursos agora estarem sendo monitorados, eles não simplesmente deixariam de existir. E você não pode esconder terabytes de informações públicas ou facilmente verificáveis. Então surge algo brilhante. Ou melhor: o pior tipo de mentira que existe, uma meia-verdade. Para esconder uma conclusão óbvia sobre quem realmente influencia os rumos da sociedade há séculos, justamente em um cenário de informação instantânea, nada melhor do que uma psyops. A criação de uma subcultura inteira de teorias da conspiração, com duas camadas. De um lado, você atira teorias para todos os lados, misturando fatos, meias-verdades e absurdos: maçonaria, Illuminati, reptilianos, ETs... Enfim, tem para todos os gostos. E, claro, tudo começa em fóruns underground, com aquele ar irresistível de "estou falando algo secreto que poucas pessoas sabem". A segunda camada é ainda mais simples: os próprios criadores dessas teorias, ou das respectivas meias-verdades, passam a colocar tudo o que aparece na mídia e na academia sob o rótulo de "teoria da conspiração". Aliás, termo cuja história e origem também dariam uma discussão à parte, mas não vamos entrar nesse jogo. Pronto. Agora você amarra boomers, millennials e tudo o que vier depois nesse ciclo infinito que não leva a lugar nenhum. E melhor ainda: o tipo de pessoa que geralmente procura esse conteúdo tem, no mínimo, alguma curiosidade pela verdade. Há alguma coisa incomodando aquela pessoa. Ela percebe que vive em um mundo de mentira e começa a procurar explicações. E, enquanto ela perde tempo nesse labirinto, somado a um ensino regular que claramente a doutrina para o ateísmo, não sobra tempo para procurar a única Verdade presente nesta vida, que é Jesus Cristo e Sua Única Igreja. Claro que o plano é tão bom que, quando ela finalmente chega perto disso, também pode simplesmente concluir que a Igreja "é só mais uma seita tentando me controlar". Perfeito. O ciclo se fecha. Mas por que fiz toda essa volta para falar sobre IA? Porque é justamente aí que entram as duas coisas que estou observando. A internet colocou diante do homem um oceano de informações. Em tese, bastava tempo, curiosidade e disposição para cruzar essas informações e chegar a determinadas conclusões.. A IA muda completamente a escala disso. Ela pode atravessar esse oceano de informações, cruzar padrões, comparar versões e chegar a determinadas conclusões em segundos. E aí está o ponto realmente interessante: se antes era necessário construir toda uma engenharia social para manter o indivíduo perdido no meio desse oceano, agora você pode simplesmente controlar a ferramenta que está fazendo a travessia por ele. Não é mais necessário controlar cada pessoa, cada pesquisa, cada fórum ou cada caminho que ela percorre. Basta estabelecer previamente o que a própria IA pode concluir, o que pode dizer e, principalmente, aquilo que ela jamais deve dizer. E, para mim, é aí que as coisas ficam realmente interessantes. Porque existem pelo menos duas conclusões que, depois de colocar informação suficiente sobre a mesa, deveriam ser extremamente difíceis de evitar. A primeira é a mais importante: O que ou quem é a Verdade, qual o real sentido da vida? A segunda é: quem, de fato, controla os rumos deste mundo e é o responsável por toda essa desgraça? Talvez seja justamente por isso que certas respostas precisem ser tão cuidadosamente filtradas. Quando li que, em determinados testes, a maioria das IAs apontavam Jesus Cristo e a Igreja Católica como a verdadeira religião e que, quando estavam sem determinadas restrições, apresentavam respostas extremamente anti... (vocês sabem o quê), comecei a perceber que talvez as coisas sejam muito mais simples do que parecem. E essa é a ironia. A internet exigiu uma enorme engenharia social para manter o homem perdido dentro de um oceano de informações. A IA talvez exija apenas algumas linhas de código para impedir que ela própria chegue às conclusões que esse mesmo oceano permite alcançar. Enfim, talvez seja um pouco difícil entender exatamente do que este texto trata, justamente porque deixei alguns pontos deliberadamente vagos. Mas essa era a reflexão que queria compartilhar com quem acompanha esses temas há muito tempo. (o problema não é a IA, mas (quem) a controla)
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Existe uma subcultura de mulheres casadas no Instagram e TikTok fazendo uma ginástica mental, uma verdadeira acrobacia holística, para, em última análise, aconselhar outras mulheres a não terem filhos. Na prática, muitas parecem buscar um salvo-conduto para permanecer na carreira e não ter filhos, encontrando na aprovação umas das outras a liberdade dessa “culpa”. Não quer uma das partes mais difíceis do matrimônio? Ótimo, a vida é sua. Mas não tente convencer os outros de que seu egoísmo é uma virtude ou de que existe prudência onde há apenas uma escolha conveniente. Parabéns ao Juliano e sua família por mais uma benção em suas vidas e por abraçarem com coragem esses presentes de Deus.
Juliano Cazarré e a mulher, Letícia, anunciam que estão à espera do sétimo filho glo.bo/gft2zhw
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*mulheres católicas casadas
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"As mães nunca são feias."
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Confirmado. A Igreja Católica é a instituição mais Heavy Metal do planeta Terra.
The relic of Blessed Fulton Sheen was just presented at the Beatification Ceremony in St. Louis. It is the Archbishop’s jawbone. Fulton Sheen, Pray for us.
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O Alfa e o Ômega, Manso e Humilde de Coração
without drugs... what is the greatest weapon against anxiety and depression??
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Isso é um sinal gritante de desrespeito Pandas estão entre os animais mais inuteis de toda a natureza, quiçá os mais inuteis Pandas são 100% dependentes dos seres humanos, viver na natureza selvagem é praticamente uma sentença de morte pra eles Não conseguem nem o menos se reproduzir sozinhos A mãe panda abandona seus filhotes a própria sorte Burros o bastante para escolherem como única opção de comida uma planta (bambu) que seu próprio sistema digestivo mal consegue digerir São irritantemente nocivos para sua própria vida, no seu tempo livre o bicho fica 24h por dia se jogando de precipícios ou árvores altas Da pra ficar listando o dia inteiro motivos que mostram como esse animal se odeia e só não entra em extinção porque a humanidade não permite Xi está chamando os EUA de burros, preguiçosos e inuteis
JUST IN: 🇨🇳🇺🇸 President Xi Jinping says China will send 2 giant pandas to the US as a symbol of friendship during meeting with President Trump.
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@DaAcervo 100% de precisão?
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O roteiro é o mesmo, independentemente do país ocidental. Enquanto não eliminarmos a ocupação (vocês sabem de quem) dos nossos governos, isso não vai mudar. Aliás, agora entendo que os comunas são apenas um proxy deles. Hoje, você vota apenas para tentar desacelerar a catástrofe. Sem fazer o que eu disse, porém, isso é inútil.
Everything he does either gets struck down by the courts or he gets scared and does it himself. Most cucked president in history
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