Replying to @jose_neumanne
Sinceramente, o trabalhador e pagador de imposto está cansado de ser tratado como escoria pela imprensa. Eles precisam ter a humildade pra entender que o PT prometeu muito e só entregou miséria, violência e divisões. Vai levar muito tempo pro Brasil se recuperar
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Meus colegas jornalistas precisam parar de desqualificar quem vota contra o PT de extrema direita. Tratam esses brasileiros como nazistas que devem ser apagados do mapa, como escória. Parem de passar vergonha. Deixem a democracia seguir o seu curso.
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Até quando vamos tolerar a Datafolha fazendo esse tipo de manipulação eleitoral a favor da esquerda em TODAS AS ELEIÇÕES?
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Roger Lu retweeted
Replying to @MichelcSales
Teve 04 anos para implementar mudanças, mais só fizeram roubar. Este é e sempre foi o plano de governo deles.
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Replying to @MichelcSales
Nunca importa o que o canalha, chefe deles faça, essa turma passa o pano...a extrema-imprensa não faz jornalismo, faz militância suja, imoral e desprezível!! #globolixo #globonewslixo
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Roger Lu retweeted
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Eles não entendem que o povo não suporta mais o Lula
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A pergunta é: o que o lula fez de certo?
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Roger Lu retweeted
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O que seria o Lula se “preparar”? Aumentar o número de mentiras? Só se for, porque as promessas de campanha dele não se cumprem
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Ela não sabe o que ele fez? Vamos ajudar: aumentou impostos, roubou aposentados, favoreceu Vorcaro, apoiou a prisão de inocentes por Moraes, sucateou o exército, faliu os correios, detonou a economia
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Freedom is coming to #Brazil! 🇺🇸🤝🇧🇷 Lula’s corrupt socialist nightmare will soon be over!
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Important insight.
What you're watching is the first election in 6 years where Lula no longer has tens of millions of dollars of USAID operation money propping up him and his allies.
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🚨Lula da Silva is a criminal, corrupt communist thug who has plunged #Brazil into the abyss. He’s no friend of freedom, democracy, or of the United States. His enabling of the murderous regime in #Cuba is pathetic & will soon come to an end! 🇧🇷🤝🇺🇸
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Today, the Brazilian people sent a THUNDERING message: they want the reign of Lula da Silva and Alexandre de Moraes to END. Enough corruption. Enough political persecution. Enough socialism. For years, Lula has embraced and defended the dictatorships destroying Cuba, Venezuela, and Nicaragua. Today, millions of Brazilians made clear they are ready for a new direction. A new chapter is within reach, one of FREEDOM, prosperity, democracy, and a Brazil that stands with the free world. In the second round, the Brazilian people have the opportunity to end the Lula da Silva nightmare once and for all. The winds of FREEDOM are blowing across our hemisphere. 🇧🇷🇺🇸
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Trecho: "É preciso dizer sem rodeios: o sr. Alexandre de Moraes e todos os que o protegem no STF – a começar pelo decano, Gilmar Mendes – se tornaram, não de agora, a maior fonte de instabilidade democrática no País. Essa ala daninha da Corte traiu o espírito norteador da criação do STF, em 1891, e a transformou nessa aberração corporativista que ameaça afundar o Brasil em uma crise de tal magnitude que, no limite, pode pôr em risco a própria democracia."
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Fernando Schüler: cirúrgico! “A estratégia do ministro Alexandre de Moraes é a mesma de sempre: em vez de explicar alguma coisa, ataca o denunciante. Quando saíram os primeiros diálogos com Vorcaro na mídia, em março, ele ensaiou uma nota sugerindo que aquelas mensagens do dono do Master eram para outras pessoas. Nesta semana, reveladas 52 mensagens entre Vorcaro e uma conta com o seu nome, o ministro não divulgou nota nenhuma. Fez algo mais “ousado”, como escutei de um animado comentarista: acionou o inquérito sobre fake news contra o relator do processo, André Mendonça, com base em um relatório anônimo da “inteligência” da Polícia Federal. Inútil perguntar como o relatório foi parar nas mãos do ministro. Ou, ainda, quem pediu para que a atuação do ministro fosse “avaliada” por alguém da Polícia Federal. O relatório acumula uma sucessão de suposições políticas, por vezes um tanto curiosas. Uma delas diz que é um “risco” a indicação de Jorge Messias para o Supremo. Messias estaria muito próximo de André Mendonça e, por isso, teria dificuldades de avaliar os “riscos políticos” do caso Lulinha. Riscos políticos para quem, exatamente, daria para perguntar. Mas é inútil. Messias seria também um risco pela sua proximidade com Mendonça, já que este estaria “agressivamente” tentando mudar a correlação de forças no STF, em detrimento do grupo de ministros que tão valorosamente atuou para salvar nossa democracia. Parece piada, mas está escrito lá. E foi este o relatório usado por Moraes para abrir uma “investigação” contra André Mendonça. A lógica é perfeitamente conhecida: ninguém pode investigar coisa nenhuma. E, se alguém tentar, sofrerá as consequências. O caso mais notório foi o de Eduardo Tagliaferro. Um peixe pequeno. Era um perito criminal que participou do núcleo de poder. Suas denúncias eram gravíssimas. Entre muitas coisas, o “use sua criatividade” para produzir provas contra alvos determinados. O resultado todos sabemos. Terminou o próprio Tagliaferro convertido em réu, além de nada ter sido investigado. Muita gente aplaudiu. Era politicamente interessante, então ok. Um dia isto será devidamente passado a limpo. Pode demorar, mas vai acontecer. O truque agora pode funcionar novamente? É evidente que sim. Para começo de conversa, cria-se uma falsa equivalência. Haveria algum “erro processual” de Mendonça comparável à relação fartamente documentada de Moraes com Vorcaro. Alguém já viu este filme? “Erros processuais” para anular casos notórios de corrupção? Ato seguinte, embaralha-se o jogo na opinião pública. Com o País dividido, às vésperas das eleições, é fácil que tudo se converta em um Fla-Flu, em que “quem gosta do Lula fica com o Alexandre de Moraes” e “quem gosta do Flávio fica com o André Mendonça”. O jogo político é real. De fato, o País está dividido neste tema, e quase tudo se define com as eleições. Mas a equivalência é falsa como uma nota de três reais. A única questão real em jogo é se o Supremo decidirá ou não investigar as relações de um de seus ministros com Vorcaro e o escândalo Master. Mais do que isto, está em jogo a própria ideia de que somos uma república e a pergunta sobre se desejamos ou não conviver com um tipo de poder acima de qualquer hipótese de controle ou responsabilização. Cá entre nós, não foi por acaso que chegamos a esta situação. Ainda esta semana, escutava jornalistas importantes repetindo o mantra de que “tempos de exceção exigiam poderes de exceção”. Insistiam, gaguejando um pouco, que pode ter havido algum exagero nos poderes dados ao ministro para censurar e mandar prender quem lhe desse na telha, com base no infinito Inquérito das Fake News. Na sequência do diálogo, um dos jornalistas emendou: depois que prenderam o Bolsonaro, deveriam ter parado, não é mesmo? Pois é, quem diria, não pararam. Não acho que ninguém vá aprender nada com isso, mas, de qualquer forma, repito a lição: há um preço em aceitar poderes de exceção em uma república. Primeiro, o poder terá o aspecto de alguma virtude. No Brasil, houve gente que realmente acreditou que tudo era feito para salvar a democracia. Depois, o poder será usado para benefício próprio. Para ganhar muito, mas muito dinheiro, além da prerrogativa de eliminar do léxico republicano o conceito de conflito de interesses. Ato seguinte, o mesmo poder será usado para que nada, em nenhuma hipótese, seja investigado. E, por fim, para ameaçar e retirar do jogo quem arriscar alguma oposição. Chegamos agora a uma encruzilhada. Nosso sistema de freios e contrapesos foi danificado. A inércia do Congresso e a passividade da PGR são apenas sinais disso tudo. Restam-nos, no fundo, as eleições. O novo presidente indicará três ou quatro novos ministros para o STF. E uma nova maioria pode, ou não, se formar no Senado. O próximo presidente governará por quatro anos, mas definirá os rumos do País por muito mais tempo. E é sobre isto, lá no fundo, que a crise desta última semana pode nos ajudar a refletir.”
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Um corajoso artigo de um democrata comprovado e um intelectual respeitado - Augusto de Franco - que faz uma ánalise da grave crise política institucional que vive o Brasil e diz com mais gravidade ainda o que dessa realidade pode emergir. Há um golpe em curso no Brasil E não é um golpe dos bolsonaristas e sim do consórcio formado para reeleger Lula Augusto de Franco Revista ID - set 04, 2026 Jamais imaginei que estaria escrevendo isso. Há um golpe em curso no Brasil, mas não é um golpe de Estado como o intentado por Bolsonaro. E sim um golpe dos que acusaram o golpe bolsonarista, aquele que jamais chegou a se concretizar porque foi abortado pelos próprios golpistas por falta de força político-militar para desfechá-lo. Não é um golpe apenas da ala governista do STF. É um golpe do consórcio formado para reeleger Lula de qualquer maneira. Dele participam Lula e seu governo, a banda podre do STF, a direção e as facções petistas da Polícia Federal, o Procurador Geral da República, os presidentes da Câmara e do Senado e parte da imprensa comprada pelo governo ou colonizada por militantes petistas. No embate que se tornou público dentro do Supremo Tribunal Federal, o propósito da ala governista é retirar das mãos de André Mendonça todas as relatorias que ele exerce (INSS-Lulinha e Master). Se isso não der certo, David Alcolumbre já sinalizou que poderia pautar seu pedido de impeachment no Senado. Sim, agora o Brasil tem que decidir se quer continuar sendo uma democracia ou se quer manter no STF o monocrata Alexandre de Moraes comandando há mais de 7 anos o chamado Inquérito das Fake News e usando esse instrumento de exceção como arma política para praticar corrupção em larga escala e cometer outros atos ilegais e autoritários, incriminar quem denunciá-lo e perseguir adversários da sua facção na corte e inimigos do governo Lula a ela consorciado. Há muitas evidências de que a democracia no Brasil corre perigo. Comecemos com as coincidências. Menos de 24 horas depois do levantamento do sigilo do relatório da Polícia Federal revelando as relações promíscuas e criminosas entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, Paulo Gonet, Procurador Geral da República, citado no relatório, soltou um documento pedindo a sua anulação. Para incriminar Mendonça, Moraes se baseou num documento anônimo da Polícia Federal chamado de “relatório de inteligência”. Não é um documento tipicamente policial. O estilo é de um documento político (vazado em termos lulopetistas). Quem encomendou esse documento? Se foi Moraes, ele não pediu autorização ao presidente da suprema corte. Quem o assina? Ninguém. Jogo de cartas marcadas. Ontem (03/09), pouquíssimo tempo depois do despacho de Moraes acusando Mendonça, Fachin já estava com outro documento pronto dando cinco dias de prazo para Mendonça, Moraes, Gonet e Andrei se explicarem sobre as acusações do relatório clandestino da PF. Não daria tempo de redigir tal documento se ele, Fachin, já não soubesse do golpe que seria desferido por Moraes. Hoje (04/09) percebendo a mancada, para disfaçar ou tentar consertar as coisas, Fachin determinou que as acusações de Moraes sejam retiradas do inquérito das fake news e o caso seja incluído no procedimento aberto sobre os indícios encontrados pela PF contra Moraes. Passemos agora às tentativas de transformar o escândalo em uma briga de egos entre Mendonça e Moraes. Parte da imprensa comprou a narrativa da equivalência entre os erros de ambos. Ou seja, caiu no truque sujo de estabelecer uma equivalência entre dois supostos desviantes das regras. E, com isso, absolver preventivamente Moraes de seus crimes. Para desmascarar esse truque bastaria fazer algumas perguntas: A mulher de Mendonça assinou um contrato de 130 milhões com Vorcaro? Vorcaro deu cartões de crédito com limite de 300 mil para os filhos de Mendonça? Vorcaro colocou avião e helicoptero à disposição da família de Mendonça? Mendonça avisava Vorcaro para que ele pudesse escapar da polícia? Mendonça foi na degustação de whisky em Londres às expensas de Vorcaro (como foram Moraes, Gonet e Andrei)? Mendonça organizou em sua própria casa uma reunião dos chefes dos poderes executivo e legislativo para que todos apoiassem a reeleição de Lula? Até hoje Alexandre de Moraes não se explicou sobre nada disso. André Mendonça, entretanto, não tem que se explicar sobre nada disso, porque não cometeu nada disso. Voltemos, porém, ao início. Há um golpe em curso. O golpe em curso é um golpe para impedir que Lula perca a eleição - o que, segundo os petistas, seria um verdadeiro golpe de Estado (uma espécie de continuidade do 8 de janeiro, nos seus delírios). Para tanto, é necessário afastar todos aqueles que podem revelar escândalos que prejudiquem a reeleição de Lula: As relações do Careca do INSS com o filho de Lula, Marcola, Berger e outros ministros lulistas. O envolvimento de Frei Chico, irmão de Lula, com o roubo dos aposentados. O envolvimento do PT da Bahia e de Jaques Wagner, líder de Lula, com o caso Master. A investigação sobre os negócios escusos de Dias Toffoli (indicado por Lula para o STF) com Daniel Vorcaro. A investigação sobre as conexões (e traficâncias) de Alexandre de Moraes (aliado de Lula), Paulo Gonet (indicado por Lula para a PGR) e Andrei Rodrigues (ex-segurança pessoal de Lula e Dilma - indicado pelo PT para chefiar a Polícia Federal) com Daniel Vorcaro. Tudo isso tem que sumir para que não atrapalhe mais a eleição de Lula. E tudo vai começar pelo afastamento de André Mendonça, das relatorias que estão nas suas mãos ou do próprio STF. Ano que vem Moraes, impune, assume a presidência do STF. De 2027 a 2030, se Lula for reeleito, nomeará mais quatro membros para a suprema corte, consolidando uma maioria governista incontornável naquele que se transformou, em aliança com a PGR, com o chefe do governo e com os presidentes da Câmara e do Senado, num poder monárquico absoluto no Brasil. Se isso acontecer, não estaremos mais numa democracia. E vai acontecer. A menos que a sociedade brasileira se manifeste vigorosamente, nas ruas e em todo lugar.
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Para quem quiser entender o que é um golpe de verdade.
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