Uma iniciativa para contribuir com o entendimento das transformações do território a partir do mapeamento da cobertura e uso do solo no Brasil.

Brasil
Quando áreas verdes dão lugar a asfalto e concreto, a superfície urbana muda: fica mais impermeável, perde vegetação e passa a absorver e armazenar calor de outra maneira. Essa é uma das condições que contribuem para a formação das chamadas ilhas de calor urbanas.
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A diferença está relacionada, entre outros fatores, às características de cobertura vegetal e às superfícies impermeabilizadas de cada região. Áreas verdes ajudam a criar sombras e reduzir temperatura da superfície.
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Neste 22 de setembro, dia mundial sem carro, entender como o território muda ajuda a compreender como o calor se distribui. O MapBiomas mapeia as transformações que acontecem dentro das cidades e também a intensidade das ilhas de calor urbanas. Acesse a plataforma e saiba mais!
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Os dados do MapBiomas são públicos e gratuitos. Para utilizá-los, é importante indicar a fonte e informar a coleção, a data de acesso e o link dos dados consultados. Salve este post para consultar quando precisar e compartilhe com quem utiliza dados do MapBiomas.
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Nem sempre a história termina no desmatamento. Em muitos lugares, a vegetação volta a crescer. É o que chamamos de vegetação secundária, que surge quando áreas desmatadas entram em processo de regeneração e a vegetação nativa volta a se estabelecer.
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As anomalias de precipitação ajudam a dimensionar os impactos do El Niño e a compreender como a seca se manifesta na Amazônia. Confira o infografia e descubra o que os dados revelam sobre os impactos da estiagem no bioma. Acesse brasil.mapbiomas.org/ e confira!
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MapBiomas retweeted
¡Alarmante situación! 🔥🌿 La región de la #Pampa, en #AméricadelSur, perdió 11,3 millones de hectáreas de vegetación nativa entre 1985 y 2024, según una investigación de la red de especialistas en mapeo @mapbiomas. Da clic para conocer más. xhtxs.cn/beKa #XinhuaNoticias
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Mais de 2 mil localidades da Amazônia estiveram altamente expostas à seca durante o El Niño de 2024. Foram 2.172 localidades — 38% do total analisado. E o cenário merece atenção porque há previsão de um novo El Niño intenso no fim de 2026. Acompanhe o fio para entender mais!
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Mais de 2 mil localidades da Amazônia estiveram altamente expostas à seca durante o El Niño de 2024. Foram 2.172 localidades — 38% do total analisado. E o cenário merece atenção porque há previsão de um novo El Niño intenso no fim de 2026. Acompanhe o fio para entender mais!
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Os dados deste levantamento foram produzidos a partir de informações do IBGE e das coleções MapBiomas Água, MapBiomas Cobertura e Uso da Terra e MapBiomas Atmosfera.
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A Amazônia está secando. Onde e como essa seca acontece importa — e os dados ajudam a enxergar isso.
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Segundo a professora Luciana Rizzo, da USP e coordenadora do MapBiomas Atmosfera, diversos modelos climáticos preveem: 🌧️ chuva abaixo da média na Amazônia entre setembro e novembro de 2026; 🌡️ temperaturas de até 1 °C acima do normal.
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Agora vem um ponto importante: os dados de 2024 ajudam a entender o que pode acontecer diante de uma nova ocorrência do El Niño. Previsões de centros nacionais e internacionais indicam alta probabilidade de um El Niño muito forte no último trimestre de 2026.
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