segundo jessa crispin, se o louco do tarô fosse um pintor, ele poderia ser como jackson pollock. o artista colocava telas enormes no chão e caminhava ao redor delas, derramando, respingando e lançando a tinta. ele mergulhava no inconsciente [e na irracionalidade inerente a ele] e o seu próprio movimento fazia parte da sua arte. o resultado das suas obras não era previsível: ele se entregava ao desconhecido, assim como o louco dá o salto sem saber o que vai acontecer, de forma espontânea, livre