Não é só que, em uma cidade de quase 7 milhões de pessoas, Bolsonaro e o homem que matou Marielle moravam no mesmo condomínio, quase lado a lado. A câmera de segurança do condomínio sumiu justo no dia do crime. O porteiro daquela noite, por sua vez, depôs afirmando que viu Élcio, o outro matador, indo à casa de Jair naquela noite, mas mudou o depoimento uns dias depois. Passou um tempo e o próprio Jair admitiu que pegou as gravações de áudio da portaria. "Peguei para que ninguém adulterasse nada", afirmou, preocupado com o bom andamento da investigação. Isso acontece em qualquer cidade pequena, todo mundo é vizinho, faz parte.