Se você é do basquete, leia isso.
No governo de Jair Bolsonaro, o investimento federal médio por ano no esporte foi de R$ 767,1 milhões. No de Lula, esse número explodiu para R$ 1,75 bilhão. Aumento de 128%, mais que o dobro.
Em infraestrutura, era R$ 254,9 milhões e foi para R$ 530,9 milhões, aumento real de 108%. De novo, mais que o dobro.
A lei de incentivo captou R$ 489,8 milhões com JB e R$ 1,15 bilhão com Lula. Mais um aumento acima do dobro. Agora, de 135%.
Eram 5.252 bolsas-atleta por ano; foram pra 9.699 bolsas. Aumento de 84%.
A CAIXA deixou de patrocinar o NBB e a LBF no governo Bolsonaro, seguindo o plano de tesourar os gastos públicos. No governo Lula, ela voltou e chegou junto pra quase R$ 50 milhões, somando ambas as ligas.
Flávio é Jair. É copia e cola. Mas, se você tem dúvidas, sabe o que ele fala sobre o esporte?
“Para chegar a mais gente, vamos romper com a dependência do dinheiro público centralizado, ampliando as parcerias com a iniciativa privada, os estados e os municípios.”
Sabe qual foi o maior investimento privado no esporte olímpico brasileiro, sem SAFs e patrocínios no futebol, durante o governo Bolsonaro? O Bradesco investiu R$ 9 milhões na Confederação Brasileira de Judô.
“No alto rendimento, vamos aperfeiçoar as bolsas esportivas e, sobretudo, trazer a iniciativa privada para o patrocínio.”
Nos Jogos de Tóquio, só 101 dos 309 atletas olímpicos tinham algum patrocinador privado. No mais alto nível, 68% não contava com incentivo privado. Aliás, 41 precisaram de vaquinhas para representar o Brasil.
“Vamos assegurar que a categoria feminina, da base ao alto rendimento, seja disputada por atletas do sexo feminino, protegendo a mulher e a lisura da competição de agendas ideológicas.”
Dentre outras coisas, uma página. Mais se fala de parcerias privadas e de proteger mulheres. Resumindo, seu imposto não vai pro esporte, que vai depender do interesse privado para gerir o futuro.
Ser do esporte e votar em Flávio é não ser do esporte!