A promessa de Flávio Bolsonaro tem uma conta — e quem vai pagar são os estudantes. Cortar R$ 200 bilhões, quase toda a verba disponível para serviços, programas e investimentos, fora as despesas obrigatórias, é decretar, na prática, o fim do Pé-de-Meia. Esse é o alerta do ministro da Educação.
Segundo o ministro, esses R$ 200 bilhões de corte significam também fechar universidades e institutos federais, parar obras de creches e escolas de tempo integral, deixar de comprar ônibus escolares e demitir trabalhadores da limpeza, da vigilância e de outros serviços dessas instituições.
Enquanto meu adversário encolhe as oportunidades para a juventude, meu compromisso é universalizar o Pé-de-Meia em 2027. Lugar de jovem é na escola, com apoio para concluir os estudos e ir mais longe.
O eleitor vai escolher: um país que investe no conhecimento ou um país que corta a educação e condena seus jovens ao atraso.
O tesouraço proposto pela campanha do Flávio vai prejudicar diversas políticas públicas da educação. Falei sobre isso em entrevista ao jornal
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