Movimento trans identitário é igual ao sionismo. Rui explica na Análise Política da Semana:
O identitarismo é uma armadilha muito bem organizada pela burguesia. O movimento identitário é um movimento de tipo policial. O método dele consiste em aprovar leis repressivas, proibindo A, B, C e D, leis que levam a pena de prisão, leis de censura, todo tipo de lei repressiva. E eles têm um lobby para fiscalizar o que tá acontecendo nos programas de televisão, na Internet etc. E através dessa fiscalização, eles selecionam determinados alvos para a perseguição judicial. É isso.
Isso não é um movimento popular. Isso não é um movimento de oprimidos. Nenhum oprimido de verdade vai ter a ilusão de que ele vai chamar a polícia e a polícia vai atuar em favor dele. Na favela, o pessoal não chama a polícia, o pessoal tem medo da polícia porque a polícia é um instrumento de opressão. Esses aqui não. Esses aqui estão o tempo todo usando a polícia contra as pessoas que eles querem perseguir. Estão financiados pelo capital imperialista através das famosas ONGs. Quer dizer, como nós temos denunciado desde o começo, não há nada de progressista nisso. Muita gente falou que nós tivemos em várias oportunidades a confusão que é a seguinte: “ah, vocês não apoiam o movimento de mulheres, de negros, de homossexuais e tal”. Não, não é isso. Isso não é um movimento, isso não é o movimento popular, isso não é um movimento de luta, isso é uma organização policialesca. Nós não apoiamos as organizações policialescas, seja lá os pretextos que elas usam. Se aparecer aí uma organização querendo botar gente na cadeia porque é uma organização de defesa dos operários, nós também não vamos apoiar. É uma farsa isso. Não existe esse truque de você acabar com a opressão através do aparato judicial, militar, policial. Não existe isso. Esse aparato, ele não foi feito para defender nenhum oprimido. Ele é um aparato de opressão. Ele foi feito para oprimir as pessoas. Já está na hora de muita gente perceber que isso é um engodo.
Essa Érika Hilton, ela deve ter aí uma coleção de processos inacreditável. E por que que ela tem uma coleção inacreditável de processos? Porque esse é o esquema dela. O esquema dela é processar as pessoas, é perseguir com a polícia e o judiciário. Não é movimento popular. Não existe mobilização popular em torno de nenhuma dessas causas. O que existe é a mobilização do aparato repressivo. Nós temos o caso da Isabela Cepa, que é uma mulher que está ameaçada aí de pegar 25 anos de cadeia por ter dito que a Érika Hilton é um homem.
Você não pode dizer uma coisa que, por outro lado, é, digamos assim, autoevidente. Você tem que dizer o que a pessoa diz que é. Tudo bem, cada um tem o direito de considerar o que quer que seja; Não vamos negar esse direito a ninguém. Agora, criar um crime para punir as pessoas que não concordam com o que você pensa é totalmente absurdo. E veja o tamanho da pena: 25 anos de cadeia, por falar uma coisa que é uma coisa óbvia.
É interessante porque é uma perseguição ao movimento feminista. Eles apelidaram essas pessoas no movimento feminista que se colocam contra esse problema da “transfobia” de “feministas radicais”. Então, aparece a palavrinha “hardfen”. Não tem nada de “feminismo radical”, é só elas defendem o interesse das mulheres. O “radicalismo” seria em que a pessoa não considera que aceitar determinados dogmas do movimento trans identitário seja favorável às mulheres. É um ataque direto contra o feminismo.
Uma dessas feministas postou aí na rede uma matéria falando que esse movimento identitário LGBT e particularmente o movimento trans foi criado e é impulsionado e financiado por bilionários imperialistas. Não chega a ser uma novidade, porque nós estamos vendo aí as ONG.
Você vê que a classe operária brasileira praticamente não tem nenhum deputado. O PT, com muita fé, nós podemos dizer que tem dois ou três operários na bancada. A bancada trans é maior do que a bancada operária no Congresso. Por quê? Os trans são mais numerosos que os operários brasileiros? Lógico que não. É toda uma operação política. Esse movimento tipo Érika Hilton não é a favor dos trans também. Isso é como o movimento sionista. Os judeus ortodoxos, que não são sionistas, vêm denunciando já há tempos. O pior inimigo dos judeus é o sionismo.