Shiri Bibas e seus dois filhos, Ariel, de 4 anos, e Kfir, de apenas 9 meses, foram assassinados no cativeiro do Hamas.
O pai, Yarden Bibas, separado da família no sequestro, foi libertado em fevereiro de 2025, como parte do acordo de cessar-fogo, apenas para descobrir que a mulher e os filhos haviam sido exterminados. Na devolução dos corpos, o Hamas ainda entregou o cadáver de uma desconhecida no lugar do de Shiri.
Naquele 7 de outubro, cerca de 1.200 pessoas foram assassinadas em Israel, muitas com requintes de crueldade. Houve estupros e tortura em massa. Mais de 250 pessoas foram sequestradas.
Corpos mutilados e reféns foram arrastados para Gaza, onde multidões comemoravam efusivamente nas ruas. Não era uma minoria: em dezembro de 2023, pesquisa do instituto palestino PCPSR mostrou que a maioria dos palestinos aprovava o ataque. Um povo cúmplice dos terroristas.
A resposta de Israel foi fulminante. Gaza, que antes da guerra tinha indicadores como expectativa de vida acima dos de vizinhos como o Egito, hoje está em ruínas. Quem escolheu a guerra foi o Hamas.
A prova cabal de que o Ocidente está profundamente doente, padecendo de esquerdopatia aguda, é que tantos ocidentais se colocaram ao lado dos terroristas.
O mais curioso é o apoio de grupos LGBT ao Hamas, que promove a sharia, a lei islâmica que, na leitura dos islamistas, pune a homossexualidade com a morte. Em 2016, o próprio Hamas executou um de seus comandantes, Mahmoud Ishtiwi, acusado de relações homossexuais.
Entre a barbárie e a civilização, fico sempre com a civilização.
Am Yisrael Chai.