Professor de geografia, colaborador da @revmovimento, do @ludopedio e autor do livro "Vasco: o clube do povo - uma polêmica com flamenguismo (1923-1958)".

Rio de Janeiro
Para derrotar nas urnas a direita golpista e lambe botas do Trump, vote @LulaOficial 13. E para fortalecer uma alternativa da esquerda radical, vote nas candidaturas do PSOL, entre elas, recomendo especialmente @profangelapsol 50.500 no Paraná e @profjosemarpsol 50.500 no RJ.
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Leandro Fontes retweeted
Jones Manoel deu a letra pro povo paranaense 🔥
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Lamento por Marx e Che. Mas ainda bem que Lênin e Trotsky não compõe esse embaraçoso folder de divulgação.
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O Várzea da Gama SAF segue a todo vapor nos trilhos do rebaixamento. Ou seja, o presidente Pedrinho, que esteve em campo no primeiro rebaixamento na gestão Dinamite, depois como apoiador da administração Salgado (que deixou o CRVG duas vezes na Série B), está sendo impecável no projeto de extinção do nome Vasco da Gama do desporto brasileiro e mundial. Mas tudo bem, a placa de "vende-se" é o que importa. Viva o Palmeiras... perdão, viva tia Leila, "urubu otário"... P.s.: incrédulo e indignado.
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Duas reportagens no Globo demonstram como a extrema-direita utiliza a política como um negócio torpe para enriquecimento ilícito. Não à toa, essa corrente, com diversas facetas, lidera as listas de corruptos. Ou seja, nada mais velho sob a máscara demagógica de "antissistema".
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AINDA SOBRE O DATAFOLHA que colocou o Cruzeiro na frente do Vasco em número de torcedores. FOTO: Av. Marechal Deodoro, Centro, Curitiba/PR, 13h18, 04/08/26. P.S : a capital das araucárias é fortemente povoada por gaúchos. Mas será que a amostragem da @folha passou por aqui?
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Sobre a notícia de que o deputado da Revolução Solidária (corrente de Boulos), momentaneamente no PSOL, subiu no palanque de Paes. Quero dizer que em 13/10/2024, publiquei o artigo movimentorevista.com.br/2024… que continha a seguinte menção “Isto porque Boulos e sua campanha com programa rebaixado, está mais para uma espécie de PT 'reciclado' e Yuri Moura em Petrópolis – defendendo Parceria Público Privada, tendo como modelo a prefeitura de Eduardo Paes e comemorando apoio do Republicanos – é qualquer coisa, menos um candidato psolista”. Ou seja, não me surpreende em nada o movimento consciente desse parlamentar ao redor do apoio ao Paes, que, aliás, era a consequência da política derrotada de federação defendida por Boulos e seu grupo, na qual o deputado estadual Yuri Moura é parte. De tal forma, resta saber se a direção estadual do PSOL/RJ tomará medidas punitivas por essa afronta, uma vez que o partido deliberou por candidatura própria na disputa do governo do estado. Me parece que a perda do fundo eleitoral e do espaço no horário eleitoral reservado ao PSOL é o mínimo para um sujeito que está se utilizando de modo oportunista da legenda psolista para fortalecer projetos da direita e de sua autoconstrução.
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A GIGANTESCA TORCIDA DO VASCO E A FRAUDULENTA PESQUISA DATAFOLHA A torcida do Vasco foi a maior do país nos anos de 1920, 30, 40, 50 e início de 1960. Os dados estão expostos na pesquisa que materializou o livro "Vasco: o clube do povo - uma polêmica com o flamenguismo (1923-1958)". Já o Flamengo, embora a narrativa oficial, criada por Mario Filho, afirme que a popularidade veio quando este clube aceitou negros no time em 1936, é certo que a partir da segunda metade dos anos 60, o clube da Gávea, sob forte auxílio da imprensa escrita (desde a década de 1930) e depois televisionada (a partir de 1965), além dos dois tricampeonatos (décadas de 40 e 50), passou para dianteira como maior torcida do Brasil e seguiu hegemonizando até o tempo presente. Paralelamente, o estado de São Paulo cresceu de modo exponencial sua população, tendo a migração de nordestinos como uma de suas principais características. Neste então, os clubes paulistas passaram a ampliar seu alcance, contando também em seu favor com grandes equipes, como Santos do Pelé e a academia do Palmeiras, com Ademir da Guia. Outro fator que contou favorável para os clubes paulistas foram as transmissões de jogos pela TV, que nitidamente, a Bandeirantes tinha como base a transmissão de jogos de São Paulo, enquanto a Globo primava pelo Rio de Janeiro como regra. Nesse período, cresceram as torcidas de Flamengo e Corinthians. Por isso, é compreensível a mudança de lugares das maiores torcidas do país entre a primeira metade da década de 60 e a início dos anos 80. O livro "Democracia corintiana" afirma com todas as letras que até 1982, o Corinthians Paulista, era um clube de expressão regional. Portanto, coube ao Marketing corintiano, encabeçado por Washington Olivetto, com apoio da Folha de S. Paulo, da redação da revista Playboy e do Boni, chefe das novelas da Globo, para transformar aquela experiência fabulosa particular, com o momento histórico da queda da ditadura no Brasil. Esse foi o elemento que saltou o Corinthians de um clube de expressão regional para nacional. Portanto, como balanço do século XX, o Vasco era o clube que ocupava esse lugar, depois de ter perdido a hegemonia de maior torcida para o Flamengo entre 1963/4. O que quero dizer, que nada mais natural e justificado com longevidade histórica, que, primeiro, Vasco e Flamengo aparecem como clubes do “povão” (os mais pobres) e que o Corinthians esteja nesse marco histórico, abaixo de Vasco e Flamengo, como apontou a pesquisa OGlobo/IPOS-IPEC (31/07/2025). Todavia, há diferenças entre os três clubes nas trajetórias, que obviamente não são os títulos, mas é que para o Flamengo, o apoio da mídia foi e segue central. Do contrário não haveria um início e um meio antes do fim. O Corinthians, mesmo de modo tardio, soube convergir, com o apoio de uma parte da mídia, com uma experiência original. O Vasco, por sua vez, só teve a mídia hegemônica como algoz. De tal modo, seu desenvolvimento contou exclusivamente com suas próprias forças, isto é: de seus associados, torcedores, da conquista de títulos e triunfos para além do desporto como a Resposta Histórica. Quer dizer, o Vasco mantinha seu peso na virada do século XX para XXI. Não à toa, em 2001, a USP divulgou uma pesquisa que o Vasco da Gama conservava a 3a maior torcida do país com 16,5 milhões de torcedores (Terra, 04/06/2001). Esse dado ganha ainda mais holofotes quando é espelhado com o último período de ouro do clube (1997-2001). Ou seja, o CRVG estava em ascensão e é pouco provável que até o rebaixamento de 2008, a torcida tenha desidratado, até porque, segundo pesquisas nesse século, tanto o São Paulo FC (tricampeão brasileiro em 2006, 2007 e 2008), quanto o Palmeiras (rebaixado em 2002 e 2012), ultrapassaram o Vasco em número de torcedores na primeira década do século. Mas, como podemos observar, o crescimento das torcidas não se enquadra exclusivamente, embora seja relevante, no fator da conquista de títulos. Por isso, é de se questionar como o Vasco perdeu uma gama massiva de seus torcedores e, que, ao mesmo tempo, clubes regionais, como Cruzeiro e Grêmio, passaram configurar no ranking das maiores torcidas do país, ou na frente do Vasco da Gama ou empatados. Isto posto, há duas hipóteses que podem ser examinadas nesse contexto, estando combinadas ou não, que são: a fase ruim, com a baixa de títulos, os quatro rebaixamentos e a crise institucional; que pode baixado substancialmente a taxa de natalidade de novos vascaínos, na mesma mão inversa, do aumento da mortalidade de torcedores do CRVG. Contudo, como se explica alguns fatores objetivos, como o maior movimento espontâneo de associação de torcedores, no qual o Vasco se tornou o clube com o maior número de sócios-torcedores do Brasil - mais de 180 mil entre novembro e dezembro de 2019 - e o quarto do mundo. Ou a campanha da construção do Centro de Treinamento Moacyr Barbosa. Ou, segundo pesquisa OGlobo/IPOS-IPEC (2025), o CRVG está no topo da tabela de público visitante, mesmo na pior fase de sua história. Ou a venda recorde de camisas e produtos do clube. Sem contar com o incontáveis recepções de massas nos aeroportos no país afora com um histórico de cinco Série B em 15anos e uma crise de liquidação do clube sem precedentes. Como explicar? Ademais, por que nenhuma torcida nessas pesquisas realizaram tais feitos sob essas condições ou de qualquer outro tipo? Essas são perguntas que podem ser feitas, sem nenhuma cerimônia, as chefias da pesquisa Datafolha publicana no jornal Folha de S. Paulo (01/08/2026) que coloca o Cruzeiro com 4% da torcida nacional, o Vasco com 3% empatado com o Grêmio. Porém, o que chama atenção é que a amostragem da pesquisa teve como universo 2004 pessoas em 113 municípios entre sudeste, sul, centro-oeste/norte. Só para darmos um dado comparativo, a USP na pesquisa de 2001, entrevistou 17 mil pessoas, nos 100 maiores municípios e utilizou pesquisas em jornais e revistas. Isto é: da problematização pode-se tirar conclusão? Nesse caso, creio que sim. Por isso, vascaínas e vascaínos, ignorem esse tipo de pesquisa.
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Novo artigo para a @revmovimento, "O projeto Paes no @brasil247: resposta ao artigo de Marco Damiani". Polêmica com a narrativa que a candidatura do PSOL no RJ prejudica o projeto de Lula. Link abaixo. movimentorevista.com.br/2026…
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ANTESSALA DO FASCISMO. Para além da previsão de vitória do Lula, a matéria da @folha joga luz sob a verdadeira face da Faria Lima, que domina candidaturas da direita em nome da manutenção do sistema. Por isso: Bolsonaros, @RenanSantosMBL, @ronaldocaiado, @RomeuZema, são o mesmo.
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Faço de minhas palavras as linhas escritas de modo contundente e com fecunda contextualização histórica de Pedro Fuentes, um marxista argentino que milita há mais de 20 anos no Brasil. A CAMPANHA CONTRA A ARGENTINA E A QUESTÃO DO RACISMO Por Pedro Fuentes* A recente Copa desencadeou, entre outras coisas, uma intensa campanha que apresenta a Argentina como um país particularmente racista. A partir de alguns episódios e declarações lamentáveis, tenta-se difundir a ideia de que o racismo seria uma característica própria da sociedade argentina, diferenciando-a do restante da América Latina, onde, supostamente, esse problema teria menor importância. Essa visão simplifica uma realidade muito mais complexa. 1. O racismo é um problema internacional O racismo não é um problema exclusivo da Argentina, mas um fenômeno internacional que, nos últimos anos, ganhou novo impulso com o crescimento da extrema direita e de correntes neofascistas. Assim como a Argentina tem um governo liderado por Javier Milei e setores que promovem discursos xenófobos e discriminatórios, o Brasil teve Jair Bolsonaro; a Colômbia conta com dirigentes de extrema direita como María Fernanda Cabal; na Europa crescem forças como o Reagrupamento Nacional, na França, a Alternativa para a Alemanha (AfD) e o Vox, na Espanha; e, nos Estados Unidos, o trumpismo transformou o racismo e a perseguição aos imigrantes em parte central de seu discurso político. Em todos esses casos, o racismo aparece estreitamente ligado a projetos políticos reacionários e a setores das classes dominantes que buscam dividir os trabalhadores e os setores populares. 2. A história argentina e a população afrodescendente Para explicar a menor presença da população negra na Argentina, costuma-se afirmar que ela foi "eliminada". Essa explicação é parcial e desconsidera diferentes processos históricos. O episódio mais brutal da formação do Estado argentino foi o genocídio cometido contra os povos originários durante a chamada Conquista do Deserto, na segunda metade do século XIX. Milhares de indígenas foram assassinados, expulsos de suas terras ou submetidos, em um processo comparável, por seus objetivos de expansão territorial, ao que os Estados Unidos realizaram contra os povos indígenas da América do Norte. Em relação à população africana escravizada, é necessário considerar vários fatores históricos. Em primeiro lugar, o número de africanos escravizados introduzidos no território que hoje corresponde à Argentina foi relativamente pequeno quando comparado ao Brasil, ao Caribe e aos Estados Unidos. Estima-se que cerca de 200 mil africanos tenham chegado à Argentina, enquanto o Brasil recebeu aproximadamente cinco milhões e os Estados Unidos e o Caribe mais de um milhão. Essa diferença esteve relacionada à estrutura econômica colonial. A economia do Rio da Prata baseava-se principalmente na pecuária extensiva, atividade que exigia muito menos mão de obra escravizada do que as grandes plantações de açúcar, café ou algodão existentes em outras regiões da América. Em segundo lugar, a Revolução de Maio iniciou um processo de reformas que incluiu a Lei do Ventre Livre, aprovada pela Assembleia do Ano XIII, em 1813. A abolição definitiva da escravidão foi estabelecida pela Constituição Nacional de 1853. Outro fator importante foi a Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai (1865-1870), na qual numerosos afro-argentinos foram incorporados ao Exército e sofreram elevadas taxas de mortalidade, muitas vezes ocupando as primeiras linhas de combate. Por fim, as epidemias que atingiram Buenos Aires durante o século XIX, especialmente a febre amarela de 1871, afetaram duramente os setores populares, entre eles uma parcela significativa da população afrodescendente. Todos esses fatores contribuíram para reduzir significativamente a presença visível dos afro-argentinos, embora eles nunca tenham desaparecido. A ideia de uma Argentina "branca" constitui, na realidade, um mito construído pelas elites durante o processo de consolidação do Estado nacional. 3. Uma sociedade formada por múltiplas migrações A identidade argentina nunca foi exclusivamente europeia. À imigração proveniente da Europa somou-se, historicamente, uma importante migração interna vinda das províncias do norte, onde predominam populações com fortes raízes indígenas e mestiças. Figuras como Mercedes Sosa representam justamente essa tradição cultural profundamente latino-americana. A partir da segunda metade do século XX, também chegaram importantes correntes migratórias provenientes da Bolívia, do Paraguai, do Peru, do Uruguai e do Chile, especialmente para a Grande Buenos Aires e outras grandes cidades. Essas comunidades participam ativamente da vida econômica, sindical, cultural e política do país. Nos movimentos operários, nas organizações sociais, no movimento piqueteiro e em grande parte da esquerda argentina convivem trabalhadores de diferentes origens nacionais e étnicas. Isso não significa negar a existência de manifestações racistas ou discriminatórias, que existem e devem ser combatidas, mas sim rejeitar a caricatura de uma sociedade excepcionalmente racista. 4. Futebol, identidade nacional e manipulação midiática Mesmo na história do futebol argentino é falsa a imagem de uma seleção exclusivamente "branca e europeia". Diversas pesquisas recuperaram a presença de jogadores afro-argentinos em diferentes momentos da formação do futebol nacional, desmontando uma narrativa construída ao longo de décadas. Nesse sentido, vale a pena ler o artigo "Nem branca nem europeia. A outra história da Seleção Argentina", publicado pelo Periodismo de Izquierda. 5. Inglaterra e a memória histórica Às vésperas de um novo confronto esportivo contra a Inglaterra, também não se pode esquecer o peso histórico do imperialismo britânico na Argentina. As invasões inglesas de 1806 e 1807 foram derrotadas pela resistência popular de Buenos Aires e constituíram um dos antecedentes da Revolução de Maio. Mais recentemente, a Guerra das Malvinas deixou uma marca profunda na consciência nacional. Por isso, o desejo de derrotar esportivamente a Inglaterra faz parte de um sentimento nacional legítimo, ligado à história dos enfrentamentos contra o imperialismo britânico, e não deve ser confundido com manifestações xenófobas ou racistas. Reduzir esse sentimento a uma suposta manifestação de racismo constitui uma manipulação que desconsidera tanto a história argentina quanto a realidade latino-americana. *Pedro Fuentes é argentino, militante marxista e internacionalista há mais de 60 anos, lutou contra as ditaduras em seu país e desde 1999, milita no Brasil, sendo fundador do PSOL e dirigente nacional do Movimento Esquerda Socialista.
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Valdemar é chefe do PL, o partido que sustentou a tentativa de golpe de 8/1, está até o pescoço na corrupção do Master e outros escândalos, como as rachadinhas de Flávio Bolsonaro e os esquemas de Cláudio Castro. Portanto, esse Partido de Ladrões deve ser posto na ilegalidade, como organização criminosa.
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SOBRE O VASCO QUE OS RUBRO-NEGROS GOSTAM O título da matéria do @JornalOGlobo deveria ser: "FLAMENGUISTA, Fred Luz é o novo CEO cruz-maltino". Mas o que há por trás desse novo escândalo? A rigor, a gestão Pedrinho, apoiada pela mídia hegemônica, canais de Youtubers e parte das organizadas, é a cópia da gestão Salgado. Isto é: a pior administração da história do CRVG. O roteiro do filme é o mesmo sob uma nova embalagem plastificada e com acréscimo da propaganda favorável nos canais da Rede Globo. De tal maneira, basta lembrarmos dos modus operandi utilizados para a venda do futebol do CRVG para a quadrilha da 777 Partners e a narrativa estapafúrdia de "profissionalização" que desembocou no escárnio chamado Luiz Mello, um rubro-negro de arquibancada, como CEO da SAF do Vasco da Gama. Não à toa, os resultados foram os piores da história com uma dívida de R$ 700.000.000 (de 120 anos) saltando para R$ 1.400.000.000 (em 4 anos). Algo, aliás, que deve ser motivo de piada entre Mello e seus amigos mais próximos. Entretanto, o que chama atenção é que essa diretoria incompetente e sem transparência com o pavilhão do Vasco, mas competente com os interesses dos algozes do clube, não aprendeu nada com o passado recente ou, de modo deliberado, está seguindo a mesma cartilha de liquidação do CRVG de seus antecessores. O fato, independentemente das razões, é que essa gente que se diz "vascaína", combatendo e menosprezando o passado de glórias do Vasco, construído pelo quadro associativo do clube, só possui uma proposta para o CRVG: a placa de "vende-se" que tenta esconder um projeto de dissolução institucional e esportiva de um dos maiores clubes do mundo, para se tornar uma coisa qualquer, que possa ser prostituída por oportunistas corruptos, lobistas, mercadores, traidores, ladrões e arquirrivais. Quer dizer, todo tipo de sujeito que quer sugar o sangue do Vasco em benefício próprio. Ou seja, a antítese dos vascaínos que fizeram do Vasco, o maior de todos, entregando o seu suor e o que possuíam de modo voluntário. Por isso, não precisa desenhar quando se vê notícias como de Fred Luz como CEO, Felipe Loureiro como Diretor Técnico remunerado do futebol, a denúncia do jogador Jean David, que afirmou para a imprensa que "a diretoria do Vasco cobrava comissões dos jogadores pelos valores pagos em contratações", o que casa com a denúncia do Grande Benemérito José Luiz Moreira (Zé do Táxi) ao MP, que afirma que "Pedrinho tem empresa para agenciar jogadores". Porém, tudo isso está debaixo do tapete e o que aparece é a nova cortina de fumaça chamada Lamacchia, o playboy e filho do fundador da Crefisa e enteado da presidente do Palmeiras, Leila Pereira. Todavia, o que também não é dito pela mídia anti-Vasco / pró-Pedrinho e pelos canais de youtubers da situação, que dificilmente o Vasco será vendido esse ano e as razões são cristalinas, como: o imbróglio jurídico dos credores da 777 Partners; a aprovação da mudança estatutária no CRVG; e a convocação de uma nova AGE. Tudo isso tendo que ocorrer numa janela de tempo ínfima, entre o pós-Copa do Mundo e as eleições do clube de novembro. Portanto, toda essa narrativa não passa de acobertamento da trágica gestão e campanha antecipada, sob a bandeira de uma ilusão, para que Pedrinho e sua trupe, vença as eleições do CRVG e perduram no poder para continuar demolindo o Vasco da Gama por dentro de suas entranhas. Assim sendo, o rubro-negro Fred Luz é apenas a aparência do que deve ser rejeitado e mudado, já que está comprovado que a essência do problema está contido na necessidade de mudança radical da direção administrativa e, sobretudo, de rumos do Vasco da Gama.
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Se Mario Filho e Nelson Rodrigues são os "irmãos-símbolo do Fla-Flu", o @JornalDosSports e o @JornalOGlobo são pai e mãe dessa invenção mitificada. A questão é o porquê desse fato, que foi desvendado na pesquisa que deu origem ao livro "Vasco: o clube do povo - uma polêmica com flamenguismo (1923-1958)". No livro "O sapo de Arubinha: os anos de sonho do futebol brasileiro", organizado por Ruy Castro, com crônicas selecionadas de Mario Filho (Cia. das Letras, 1994), Mario conta: “Era o Fla-Flu o único match que poderia ter nome. Mas, não era o Fla-Flu. Tornou-se o Fla-Flu no profissionalismo. Quando Fluminense e Flamengo se viram ameaçados. Um se apoiou no outro. Lutavam pela mesma coisa. Foi aí que o Fla-Flu se realizou. Toda a história dos jogos de Flamengo e Fluminense. Parecia folclore”. Contudo, em "Histórias do Flamengo", Mario Filho dá concretude aos objetivos embutidos no Fla-Flu: “Quem é que podia imaginar que aquele match, ofuscado pelo Vasco e América irá salvar o Flamengo e o Fluminense e toda uma facção?. Era verdade que o match tinha uma mística ou foi possível criar-lhe uma mística. A de rivalidade pura, que colocava, como adversários, clubes do mesmo sangue, carne da mesma carne, irmãos do esporte. E tome Fla-Flu. A CBD mandava buscar, em Buenos Aires, o River Plate e o Boca Juniors, contando com o público do Vasco, com São Januário (...)" Diante dos cuidadosos recortes apresentados e do conteúdo expressado por Mario Filho, no qual é preciso grifar ofuscado, Vasco e América, Flamengo e Fluminense e facção, mística ou foi possível criar-lhe uma mística, fica explícito que o Fla-Flu (criado em 1936) foi uma fórmula reativa de Flamengo e Fluminense, apoiada pelo Jornal dos Sports, para competir com o Vasco. Competir com uma força contrária que, em seu conjunto, tinha o pavilhão da CBD e, depois, se agregou o do América. Mas, ora, quem arrastava multidões nas arquibancadas, tinha o maior número de associados e o maior estádio da América do Sul? Ou seja, é errado só nominar os atores desse conjunto sem qualificar o peso real que cada um possuía naquele momento concreto. E não restam dúvidas que o Vasco era o “fantasma” que assombrava. Não é à toa que, mesmo diante de uma tonelada de propaganda e marketing ao redor do Fla-Flu, o grande clássico brasileiro, pelo signo de 1923, seguiu sendo Vasco x Flamengo, o Clássico dos Milhões. Este parece ser um ponto consensual entre os livros "Vasco: o clube do povo — uma polêmica com o flamenguismo (1923–1958)" e "Um Flamengo grande, um Brasil maior": "O Fla-Flu entrou para a história como o clássico mais citado pelos jornalistas e literatos brasileiros que se dedicaram ao futebol. Mas Flamengo x Vasco condensou as rivalidades tensas no momento de grande receptividade dos símbolos nacionalistas pelas camadas populares" (COUTINHO, Renato Soares. Um Flamengo Grande, Um Brasil Maior. 2014. 7 Letras. p. 124.). PONTO FINAL.
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LESA-PÁTRIA l O nível abjeto de submissão da estranha e controversa carta de Flávio Bolsonaro para Marco Rubio, só reforça que para o bolsonarismo, o Brasil é uma peça que pode ser mexida e prostituída para benefício de um clã corrupto que ostenta por opção sua devoção aos EUA.
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A culpa é de quem no Vasco? Do time ou do treinador? Mas quem contratou essa gente? Quem apoia esse modelo de tragédia esportiva e institucional, só aplaudido conscientemente por quem quer dinheiro no bolso com a falcatrua. Já passou da hora do Fora Pedrinho.
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O fim da escala 6x1 é uma vitória visceral por três razões concretas: 1) A pauta comunica de modo direto com as necessidades concretas da vida cotidiana da maioria dos brasileiros, que pela superexploração do trabalhado não possuem tempo digno para viver, estudar, cuidar dos filhos e da saúde, ter lazer, se dedicar à política, etc; 2) A bandeira do fim da escala 6x1 teve força para inverter a pauta das esquerdas que andaram distante de agendas programáticas com recorte de classe e com potencial de mobilização social, dialogando com as categorias organizadas dos trabalhadores e com os setores precarizados, que se agigantaram nas últimas décadas no ramo dos serviços; 3) Embora, diante da pressão social, parte da direita e do centrão tenha tentado pegar carona na aprovação, com a extrema-direita tentando inviabilizar e depois manobrar o contexto da pauta, o fato, visto a olho nu, é que essa vitória - com forte participação do PSOL - está na conta da esquerda e do governo Lula 3. Ou seja, essa conquista, em vias de ser consumada, materializa uma poderosa munição programática que será aferida na disputa eleitoral. Portanto, a redução da jornada de trabalho pode ser o trunfo necessário para uma nova vitória nas urnas contra o bolsonarismo, que, por hora, está derretendo no escândalo de corrupção do Banco Master.
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A RETOMADA DO VASCO E O DELETÉRIO COMPLEXO DE VIRA-LATA I uma opinião crítica sobre a crise do Vasco, balizada pela disputa de rumos que pode conduzir a retomada do clube para uma posição digna e correspondente com o melhor de sua tradição. Link abaixo. peganageral.com.br/a-retomad…
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Mais um vexame do Vasco em São Januário. O paradoxal é que a maioria da torcida segue responsabilizando os mesmos: jogadores e técnico. Não há crítica ao Pedrinho e Felipe, responsáveis pela montagem do elenco e desse modelo de continuação da gestão Salgado.
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