O Ministério das Relações Exteriores do Brasil já vazou informações da minha segurança pessoal para a velha imprensa, ISSO DURANTE O GOVERNO Jair Bolsonaro, durante ida minha aos EUA. Informei o fato para averiguação e então ao ministro e absolutamente nada foi feito.
A formação destes, em sua esmagadora maioria, qualquer inocente percebe que segue um método: militância e atingir, de qualquer jeito, o alvo que almejam. A partir destes vazamentos, matérias de jornais foram feitas e então o FBI foi atrás de mim, questionando se o filho do Presidente do Brasil em exercício estaria fornecendo endereço falso para se reunir com republicanos, o que foi rechaçado com depoimentos e fatos. No mínimo um incidente diplomático sério solenemente ignorado.
Isso ocorreu no início de 2022. As eleições ainda estavam longe, ou seja, a narrativa do suposto “golpe” ou algo nessa linha já vinha, em tese, sendo montada para associar um alinhamento para justificar a farsa. Tudo isso aparentemente orquestrado pelo governo americano à época.
Então hoje, a embaixada brasileira não cede espaço para um senador se pronunciar sobre encontro com o atual Presidente dos EUA. Enquanto isso, artista faz sátira dentro de embaixada durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva usando tanguinha. Transformaram o Brasil num galinheiro de quinta categoria.