Jornalista. kimpaim.com O homem que se tornará o Rei dos Piratas 🏴‍☠️ Telegram: t.me/canaloficialkimpaim

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Desmentido ao vivo
🚨 LULA TENTA ESPALHAR FAKE NEWS SOBRE NOSSA SENHORA AO VIVO E É DESMENTIDO PELA JORNALISTA. Ele ainda diz que o dado completo está na “internet”. KKKKKKKKKKKKKKKKKK
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Um recado ao YouTuber tudologista Ricardo Albuquerque Pinto, o Ancapsu. O Sr. Pinto tentou desmerecer o Stéphane Luçon (@sfglucon), jornalista francês radicado na Romênia, que entrevistei recentemente sobre o cancelamento das eleições no país. Alertei para os perigos de acontecer algo parecido com o Brasil. Pinto disse que o bloqueio da candidatura do conservador Călin Georgescu foi justo e tratou o jornalista Luçon de “russete”. Se formos seguir a mesma regra para o que aconteceu no Brasil nos últimos anos, teremos de concordar com a grande imprensa: houve uma tentativa de golpe no 8 de Janeiro. Mas nós sabemos que não foi isso o que aconteceu. Também teríamos de considerar justa a tentativa de anular a eleição atual com base nas narrativas de interferência americana em favor da campanha de Flávio Bolsonaro. Nenhuma candidatura deve ser bloqueada, nem eleição anulada, sem motivo gravíssimo — compra de votos, por exemplo. Até hoje o processo que anulou a eleição romena e impediu Georgescu de concorrer permanece opaco. Pinto usa um espantalho contra Luçon. Desmereceu um trabalho de anos sem sequer avaliar o mérito. Tudo isso porque o próprio Pinto é militante pró-Ucrânia e incentiva, inclusive por meio de rifas, a ida de brasileiros para morrer no front. Sempre defendi o direito da Ucrânia de se defender e critiquei a invasão russa. Mas, em todo conflito bélico, há uma guerra de informações. Jornalista responsável tem o dever de separar propaganda de guerra de informação. Pinto está inserido nessa guerra e tem conflito de interesses evidente. Não é a primeira vez que Pinto fala besteira sobre o meu trabalho. Quando revelei quem era o infiltrado no grupo de WhatsApp dos empresários, vi que, no mesmo dia, ele havia “revelado” que se tratava de outra pessoa, um empresário português. Chequei e vi que o homem era inocente. Entrei em contato com Pinto para alertá-lo do erro. Ele afirmou que fez a acusação com base apenas no relato de um integrante do grupo. Eu tinha mais de 20 indícios fortes de que era outra pessoa. Mesmo assim, Pinto fez um videozinho dizendo que eu havia descoberto “outro infiltrado”. Como se fossem dois. É falso. Detalhe: o português está no grupo até hoje. Curiosamente, quando publiquei que o assessor da Michelle enviava mensagens a um site de esquerda, Pinto de novo fez vídeo me acusando de cometer erros e até de promover ataques a Michelle — algo que nunca fiz. Nunca entrou em contato comigo. Isso diz bastante sobre o caráter dele. Menos videozinhos de tudologismo apoiados no trabalho dos outros. Mais jornalismo. ainvestigacao.com/p/um-recad…
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Stf vs Farinha Lima. Agora eu vou ter que torcer pela briga.
"O imprevisto é uma espécie de deus avulso, ao qual é preciso dar algumas ações de graças; pode ter voto decisivo na assembleia dos acontecimentos", escreveu Machado de Assis em Esaú e Jacó. O acaso nos abre agora a oportunidade de realizar uma profunda reforma nas instituições do país e corrigir práticas perversas que atingiram não apenas os tribunais, mas também o sistema financeiro e suas instituições de controle, como o Banco Central e a CVM. As investigações sobre o Banco Master revelaram um modelo de negócios parasitário, que drenava recursos públicos e a poupança de milhares de investidores. Créditos judiciais contra a União eram adquiridos com grande desconto, contabilizados por valores muito superiores e usados como lastro para captar recursos no mercado. Para valorizá-los, buscavam-se decisões favoráveis na fase em que os valores são calculados e os precatórios expedidos. Mas a crise não se restringe aos tribunais. Com esse lastro, o banco emitiu CDBs com rentabilidade muito acima da média do mercado, distribuídos por grandes corretoras em troca de polpudas comissões. Por isso, como já afirmei, o endereço do caso Master está também na Faria Lima. Entre os créditos judiciais do banco, o exemplo mais eloquente são os precatórios do setor sucroalcooleiro. Muitas usinas obtiveram condenações da União pelos preços fixados pelo antigo Instituto do Açúcar e do Álcool nos anos 1980 e 1990, com base em estudos genéricos, sem a perícia individual exigida por entendimento vinculante do Supremo. A Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 estima em mais de R$ 100 bilhões o potencial impacto dessas ações. O contrato de até R$ 427 milhões entre o banco e o escritório da esposa de um desembargador do TRF-1, hoje sob apuração, dá a dimensão do problema. Um dos atalhos utilizados era a expedição de precatórios antes do trânsito em julgado, prática que conflita com a Constituição e não se limitou ao setor sucroalcooleiro. Repetiu-se, por exemplo, nas ações de revisão da tabela do SUS com base na Tunep, em que créditos ainda sob discussão judicial eram convertidos em precatórios e, em muitos casos, cedidos a fundos de investimento. A prática é tão recorrente que o STJ teve de afetar a controvérsia para julgamento pela sistemática dos recursos repetitivos (Tema 1.444). As instituições têm reagido. O CNJ cancelou 16 precatórios expedidos pelo TRF-1 em benefício de usinas e determinou a devolução de R$ 4,7 bilhões ao Tesouro. No Supremo, encaminhei ao Plenário o caso do setor sucroalcooleiro, para garantir a aplicação uniforme da tese que exige perícia para comprovar o prejuízo das usinas. Há, contudo, muito mais a fazer. O problema não se limita a um tribunal, embora parte expressiva dos créditos do banco em liquidação esteja concentrada em processos da Justiça Federal da 1ª Região. Precatórios com valores inflados, expedidos antes do trânsito em julgado ou em desacordo com a jurisprudência dos tribunais superiores continuam a se acumular. É necessário que a Corregedoria Nacional de Justiça amplie o trabalho já iniciado, com uma correição extraordinária em todos os tribunais regionais federais, sobretudo no TRF-1, para rastrear outros precatórios marcados por irregularidades e depurar a fila de pagamentos da União. A correição deve abranger especialmente os precatórios do setor sucroalcooleiro e os da revisão da tabela do SUS. É preciso também pôr fim, de uma vez por todas, à prática de expedição antecipada de precatórios. Como esses créditos foram parar em fundos de investimento e nos balanços de bancos, cabe reforçar a fiscalização da CVM e do Banco Central sobre sua comercialização e seu uso. O envolvimento de magistrados e advogados exige também a abertura de competentes investigações criminais. O MPF, a OAB e o Conselho da Justiça Federal estão convocados a agir, cada um em sua esfera, em nome da legalidade e da probidade. Impõe-se uma resposta coordenada das instituições, à altura da gravidade dos fatos revelados.
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Tudo que o Lula criou , ele agora promete acabar porque tem algum tipo de roubo ou promiscuidade. Quer acabar com o roubo e a promiscuidade? Acabemos com o PT, eles criaram isso tudo.
Lula defende fim do fundo eleitoral para acabar com "promiscuidade política" #BandEleicoes2026 band.com.br/politica/eleicoe…
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É, demorou. Mas até o pessoal mais isentão ou anti-Bolsonaro está abrindo os olhos e vendo que certas coisas não são exageros de “bolsonatista fanático”. São dados da realidade. A ditaduras do STF esquerda-afetivo está a um passo de se consolidar. E se já está assim agora, imagine com mais 4 indicados de Lula.
Ao desautorizar André Mendonça e desmoralizar o TSE, Flávio Dino reforça o voto útil em Flávio Bolsonaro. Por que? Porque confirma a perseguição política que move sua ala no STF. Pior. Confirma, pois é da mesma espécie, o caráter autoritário das decisões tomadas por Alexandre de Moraes no inquérito das fake news. O pior de tudo, ainda mais, é justificarem tais atos persecutórios em nome da democracia e da liberdade. É o fim da picada. Em nome do “estado democrático de direito”, o destroem. A decisão absurda de Flávio Dino deixa claro que o país não aguenta mais Flávios Dinos no Supremo. É simples.
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Olha a palavrinha mágica "PARECE". Um ESPECIALISTA, a pessoa que deveria saber de tudo do assunto que tá comentando, uma pessoa capaz de dar a palavra final, manda um "PARECE". Imagina você ir no médico e ele falar "PARECE" que você precisa desse remédio.
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Ao desautorizar André Mendonça e desmoralizar o TSE, Flávio Dino reforça o voto útil em Flávio Bolsonaro. Por que? Porque confirma a perseguição política que move sua ala no STF. Pior. Confirma, pois é da mesma espécie, o caráter autoritário das decisões tomadas por Alexandre de Moraes no inquérito das fake news. O pior de tudo, ainda mais, é justificarem tais atos persecutórios em nome da democracia e da liberdade. É o fim da picada. Em nome do “estado democrático de direito”, o destroem. A decisão absurda de Flávio Dino deixa claro que o país não aguenta mais Flávios Dinos no Supremo. É simples.
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A parceria Roberta e Lulinha e as comissões. Aqui é só o começo; veja tudo no vídeo do @kimpaim. Vídeo completo em: piped.video/watch?v=8ygsHBXV…
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Hahahahhahah A comparsa do Ayan tá colhendo o que plantou.
Madeleine Lacsko perde a paciência com a militância do MBL e abandona programa
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O golpe não deu certo. Nem a mídia paga acreditou. Estão desesperados! Vamos no primeiro turno! Flavio 22!!!!!
#Editorial O que a Folha pensa | Proibição de bets mostra Lula governado pela eleição. Petista busca surpresas bombásticas perto do pleito, em desrespeito ao cidadão folha.uol.com.br/opiniao/202…
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Olha a cara do MBL que foi preso. Claramente um menino frustrado sem pai presente. A desestruturação das famílias pelo PT e esquerda foi o que criou o MBL.
URGENTE: Integrante do MBL acaba de ser PRESO por agredir Giuliano Argôlo @giuargolo
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Odeio banalizar essa palavra, mas o que estamos vendo é um GOLPE em andamento
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🚨| Urgente!!! Candidato a Deputado Federal @giuargolo foi AGREDIDO por militantes do MBL/Partido Missão! Giuliano foi apenas debater e conversar e recebeu o que todos que ousam questionar o MBL recebem: Intimidação! Dep. Federal pela Bahia é: Giu Argolo 2⃣2⃣2⃣6⃣🇧🇷
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REPASSEM
AGORA: Ao derrubar decisão de André Mendonça, Flávio Dino argumentou que “podem existir projetos de lei visando revogar a lei que deu a Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil”.
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Dino hoje minimizou os impactos da desinformação e citou a liberdade de expressão como fundamento para manter desinformação no ar. Durante o julgamento do núcleo 4, ano passado, Dino criticou aqueles que minimizam o impacto da desinformação, dizendo que fake news levaram ao Holocausto, e defendendo que elas devem ser combatidas com dureza. Sobre a liberdade de expressão, quando era ministro da Justiça, em reunião com representantes das big techs, Dino disse que: "Esse tempo de liberdade de expressão como uma liberdade absoluta, que é uma fraude, que é uma falcatrua, esse tempo acabou no Brasil. Acabou. Foi sepultado. Tenham clareza disso. Clareza definitiva." E ainda recomendou que adotassem o processo eleitoral de 2022, as eleições com as maiores violações à liberdade de expressão desde a redemocratização, como "referência", estimulando a censura preventiva por parte dessas empresas. O que pode ter feito Dino mudar tão radicalmente de opinião? 🤔
Dino anula decisão do TSE e libera publicação sobre Nossa Senhora que causou dano a Flávio Bolsonaro ↪️Ministro reverteu decisão de Mendonça que havia ordenado remoção de posts 'notoriamente inverídicos'. 📲 Leia mais: mla.bs/6eda33f6ec
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Felinas são especialistas em passar vergonha
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Autista na Argentina: 8 bolas de ouro Autista no Brasil: gravou vídeo de política todos os dias durante 7 anos
Não percam pra irracionalidade.
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Exclusivo: Hoje, uma semana antes do primeiro turno das eleições, Lula teve a cara de pau de usar uma tragédia para defender a proibição das bets. Lula usou em sua campanha o caso de Ângela Maria Camilo da Paz, que tirou a sua vida em 12 de dezembro de 2023. Tinha R$ 500 mil em dívidas nos apps Crash e Double da Blaze. No mesmo dia da morte de Ângela, no Senado, o PT votou contra uma emenda de @carlosfportinho que buscava tirar do projeto exatamente o mesmo o tipo de jogo que destruiu a vida de Angela — cassino on-line de gerador aleatório. A emenda passou mesmo assim. Dez dias depois a Câmara recolocou esses jogos no texto. Nenhum dos 58 petistas presentes votou para barrá-los. Em 29 de dezembro Lula sancionou a lei. A Foggo, operadora da Blaze, pagou R$ 30 milhões de outorga no primeiro aniversário da morte de Ângela. A área técnica da Fazenda escreveu que não conseguia avaliar a origem dos R$ 35 milhões da empresa. A SPA aprovou pela “presunção de veracidade” e aceitou como sócia brasileira uma holding de R$ 10 mil controlada da Ilha de Man. Arquivos de Curaçao mostram os mesmos dois donos no fim da cadeia: Nick van Gorsel e Nicholas Beugg, patrimônio declarado de € 1,3 bilhão (R$ 7,7 bi). Agora Lula extingue as 85 autorizações, tenta ficar com R$ 2,55 bilhões em outorgas e leva Ângela para a campanha — contra a bet que o governo dele mesmo licenciou. ainvestigacao.com/p/lula-exp…
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