Quem lembra do especialista argentino, Fernando Cerimedo, que entre os 1º e 2º turnos das eleições de 2022, denunciou uma anomalia estatística nas urnas eletrônicas? Basicamente, ele dizia que havia uma diferença brutal dos padrões de votos entre as urnas de última geração (que pareciam entregar um resultado mais condizente com a realidade) e as urnas de várias versões de anos anteriores (que entregavam sistematicamente resultados muito favoráveis ao Lula) e muitas até mostrando zero votos ao Jair Bolsonaro.
Logo, numa mesma zona eleitoral, em que os padrões estatísticos entre as seções não devem diferir muito entre si, possuía uma dispersão monstro e que era dada simplesmente pela diferenciação das versões das máquinas utilizadas (às vezes, numa mesma seção, numa mesma sala de aula, com máquinas antigas e novas, se tinha resultados estatísticos brutalmente disparates entre elas, e as versões anteriores dando sistematicamente uma vantagem abrupta para o Lula. E o que ele defendia que isso era probabilisticamente quase impossível, margeava o zero a chance dessa dispersão estatística acontecer simplesmente pela variável versão da urna. Evidente que toda a Extrema-Imprensa correu para desacreditar o sujeito, denunciá-lo e defender o regime.
O que ele falou, num país sério e com políticos de oposição de fibra, deveria gerar um reboliço, ser apurado para verificar se tinha fundamento e, em especial, sendo isso feito pelos prejudicados: realizarem um estardalhaço com aquilo, parar o país (mesmo que no fim não desse em nada). E o que nossos direitistas fizeram com aquilo? Eu não vi praticamente nada... Uns gatos pingados divulgando aqui e acolá, e mais nada. Só vi a PF socar o ex-estrategista de Javier Milei num inquérito persecutório por duvidar da deusa vadia Democracia, para depois o PGR nem denunciá-lo... E como a situação desses modelos e versões das urnas para as eleições de 2026? Alguém foi verificar isso
As nossas Direitas Políticas parecem um perene rapazola "incel" esperando no ponto de ônibus sentado o amor da vida dele passar; mas o ônibus com seu amor sentada dentro já passou, parou, desceu gente, saiu, foi, voltou, parou de novo com ela lá dentro, subiu gente, e partiu embora novamente, porém, e ele nem precisou dar sinal para que ele parasse... No entanto, ele não teve nem coragem de subir; preferiu esperar, torcer para ver se ela descia do ônibus e pulava no colo dele sentado no ponto...