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Rio de Janeiro, Brasil
VÍDEO NOVO NO CANAL! Dona Lúcia. Fuleco. Caxirola. Mano Menezes. David Luiz. Coragem, Felipão. O ciclo da Copa de 2014 está no ar. Desde que eu comecei com essa ideia maluca de juntar 4 anos de Seleção Brasileira em um vídeo só, nenhum foi tão pedido quanto esse. É compreensível: a Copa de 2014, a nossa Copa, é um marco no nosso futebol. Até por isso foi tão difícil fazer esse vídeo - que é, com larga vantagem, o mais longo do canal. Deve ter algum erro, mas eu espero que não, porque deu muito trabalho e ia ser uma merda. Se tiver, me ajuda nos comentários. Divirta-se.
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próximo time da lista da cbf é a seleção sub-20. se também não der certo pra pegar confiança, acionamos o protocolo MTV
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o Brasil todo tendo contato com a experiência de assistir a série c no dazn em 2019
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Vamos precisar recalcular a rota e marcar amistosos contra selecões fortes. A gente se expõe menos tomando 3 da espanha do que nesses jogos assim
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muito maneiro a seleção finalmente jogar na India mas foda ser esse time. sinto que estamos fazendo com eles o que os falsos patati e patatá fizeram em salvador
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Andrey Raychtock retweeted
POPE DECLARES BUTLERIAN JIHAD
In this era of artificial intelligence, it is becoming urgent to distinguish human art from what machines produce. There is an ontological difference, even before an aesthetic one, between art and what a machine can generate through statistical calculation based on millions of images created by others. Algorithms lack the spark of humanity. For this reason, the Church wishes to renew an alliance with artists and cultural institutions to safeguard our humanity.
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Andrey Raychtock retweeted
A primeira vez que me relacionei com um site de apostas foi em 2008, levado por um amigo para narrar jogos, pelo telefone, para sites asiáticos, agilizando assim a atualização das partidas no site, sem delay. A ideia do site em si era uma abstração sobre a qual não me detinha. Ganhava em Euros. Minha mancha de cobertura era o interior de SP. Conheci muitos estádios. Era moleque, gostava daquelas horas de estrada. Os Euros pagavam o ônibus, o ingresso, o rango e ainda sobrava um pouco. Dormi muito em rodoviária nestes tempos. Três anos antes disso o campeonato brasileiro teve jogos anulados por escândalo com apostas. Uns dez anos depois desse meu bico, pedi ao meu amigo Bruno que me ensinasse a ler as odds. Para mim, "4.11" e "2.04" não significavam nada. Não sabia interpretar quem era o favorito. Era simples, e tudo que o Bruno me explica vira doce e simples. Lembro disso, mas não começou ali. Começou em 2022. Foi em Brasil x Sérvia, pela Copa do Mundo. Apostei 100 Reais. Não dei muita bola para a coisa, não achei graça, mas a conta estava feita. O pós-pandemia, a vida que o destino me impôs, qualquer outro fator, não importa: a conta estava feita, e um dia pediria o seu espaço. Em 2023 ela foi uma figurante. Em 2024, não. Posso te dizer que o estado de saúde, repentinamente diagnosticada e já grave, de minha tia, ou que minhas mudanças e expectativas (inclusive as positivas) de vida nova, tomam alguma parte da história, posso pegar a culpa toda e me carimbar como estúpido, mas a culpa essencialmente é da publicidade alucinante, da plataforma infalível, da sedução calculada secular destes lugares, físicos ou virtuais. A vida de quem cai nessa envolve tentar lembrar todo dia que perdemos para uma máquina do tamanho de um prédio de mil andares, não para nossa humilde imperfeição apenas. Perdi, como muitos. Muito mais do que dinheiro. Meu pai, em 1984, também perdeu. Para outra dependência, a química. Deixou de me criar, morou na rua por mais de dez anos, sumiu de sua própria vida, morreu. Quantos de nós ainda deixaremos de criar, ou de ter, um filho, uma vida mais feliz, por causa de algum vício? Sim, eles nunca acabarão. Tenho tatuagens de Maradona e Amy Winehouse. A dupla têm algo em comum e eles me tocam, suponho, também por isso. Talvez meu pai tenha, ao cair de onde caiu, me ensinado a ter empatia por estas pessoas quebradas. Por um ano e pouco frequentei assiduamente os Jogadores Anônimos em algumas cidades. Carrego cada relato com respeito e amor. Por ética, não posso contar nada sobre nenhum, mas te convido a pensar neles. Há 19 meses e 12 dias venço as apostas ao não procurá-las. Por ironia e benção, o tema não saiu de pauta para mim no emprego que me coube. As dívidas estão diminuindo, nenhuma é com o banco. Coisas minhas, não importa a ninguém, não é uma vergonha em si. As outras coisas que perdi, o tempo inclusive, não posso recuperar, faça o que fizer. Não foram poucas. Me expus e me exponho. Meu sobrenome é "Iamin", não é "Aquele que teve problema com bets". Não temo o estigma. Depois do tanto de vida e amor que perdi, não temo quase nada. Isso me faz mais um indiferente, ou um anestesiado, do que propriamente um destemido. Um anestesiado que não se omite. Cujo trabalho já teve o patrocínio de uma delas, uma cagada, mas que vai ficar sempre neste lugar: patrocínio, não coleira. Não me domestica a palavra, porque tampouco temo a suposta contradição e o clamor por uma coerência que seria, na verdade, além de compromisso com o erro, uma covardia. Sou um adicto de apostas esportivas, vencendo há 19 meses. Não um covarde. É impossível ser mais claro o tipo de consórcio de perversões e crimes que compõem este mercado. O universo das bets, em especial o cassino de algoritmo, é o encontro de quase todas as tragédias sociais possíveis. É a delinquência absoluta de gestos e atuações, sejam publicitárias, sejam fiscais. A maior fuga de capital da história deste país. A lavanderia de dinheiro mais clamorosa e fácil que já existiu. Foram dias cansativos, porque falar do tema, ver o tema em todo lugar, faz o cérebro lembrar de dias em que sofreu. Quem conhece o vício, a ressaca, a abstinência, respeita. Em 2008 eu falava "home team, danger area" ao telefone para um chinês atualizar um site onde alguém, do outro lado do mundo, colocava dinheiro à espera de um gol do Mogi-Mirim contra o Araçatuba. Hoje eu falo com quem quiser falar: as bets, pela forma como foram concebidas e hipertrofiadas no Brasil, não são compatíveis com uma sociedade minimamente funcional. Se tivessem sido alimentadas, desde o começo, com menos delinquência, ganância, cinismo, com menos Virgínias e Carlinhos, talvez houvesse um caminho. Se a recente CPI tivesse sido séria, e não sabotada pelo lobby das apostas, também talvez. Mas elas construíram um império da canalhice, se cercaram dos marginais mais inclassificáveis disponíveis no mercado influencer, estruturaram tudo para depender delas de alguma forma, anunciaram o banditismo de suas contabilidades com clareza suficiente até para um grande avoado notar algo errado, e se tornaram essa coisa sem solução. Sem solução, porque é só problema, da cabeça aos pés, do corpo até a alma. Tempo demais sendo gasto com esta gente. Quero olhar para quem sofre de verdade e foi esmagado por algo que saiu de controle. Minha DM é aberta. Meu whatsapp prioriza estes. Eu sou amigo de qualquer pessoa que sofreu com isso, e vou usar, para sempre, a voz que eu tiver para falar sobre esta gente. Os clubes de futebol e os marmanjos da retórica do "veja bem" eu deixo no fim da fila.
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a familia Ronaldo não ser brasileira é meio chocante. eles são a nossa cara
IRMÃ DE CRISTIANO RONALDO NO INSTAGRAM “O CR7 merecia MAIS RESPEITO. A seleção nacional merecia mais estrutura. O jornalismo português merecia mais competência e menos especulação.” “Quanto ao povo português... eles não merecem ter o melhor em nada.” “Somos invejosos, desrespeitosos e ignorantes, e merecemos voltar à mediocridade que sempre tivemos no futebol antes do CR7.” “Obrigada por tudo, CR7. Você merecia MAIS!”
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precisamos de garotinho fixo na mesa do redacão sportv
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ele pegaria o legado abandonado pelo senador jorge kajuru e levaria a resenha a niveis estratosferico. o futebol está pronto pra receber esse tipo de personalidade
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as boas notícias não param de chegar
Clubes cogitam paralisar o Brasileiro em protesto contra o fim das bets folha.uol.com.br/esporte/202…
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sugiro substituir o buraco no calendário por um campeonato brasileiro de seleções estaduais. o finado luciano do valle ia deitar nessa ideia
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a estratégia da cbf pra começo de ciclo é fazer REEL DE TESTE. todos os jogos antes das 10 da manhã pra poder fazer merda sem ninguém assistir
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jogue enquanto eles dormem
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gosto quando postam foto porque eu posso checar o color grading dos videos na minha tv fica uma merda se você não colocar no filmmaker mode
Obrigado @_andreyray, você me fez tirar boas risadas ontem e hoje!
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Andrey Raychtock retweeted
Preciso ressaltar a preciosidade que é o vídeo de @_andreyray sobre o ciclo do 7 a 1. Mais de uma hora de vídeo muito bem feita e assistida. Espetacular. Tempos mais simples.
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o esporte interativo do antigo testamento transmitia jogos do bom campeonato intermunicipal da bahia, garantia de diversão era uma transmissão pela parabólica com um sinal que chegava pela internet, então às vezes podia aparecer um simbolo de loading na sua tv. mas era bom.
TNT Sports tá fazendo uma transmissão ao vivo da final de campeonato de várzea em São Paulo. Superou 110 mil aparelhos conectados. Futebol é muito mais que as grandes ligas.
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a cultura de influenciador do Brasil é totalmente particular e sempre choca quem acaba caindo nela sem querer. uns caras ficam surfando pra sempre, tipo o greg de todo mundo odeia o cris, outros ficam com a alma quebrada mesmo
Vozinha deu uma entrevista ao jornal Observer e disse que, se pudesse escolher entra a vida antes e depois da fama, escolheria antes da fama. Disse tambem que perdeu "a paz e a tranquilidade" e que as pessoas só enxergam o lado positivo da fama. Fica a dica pra quem segue achando que entregar um monte de seguidor a quem não pediu é, sempre, um grande favor.
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é natural que a onda tenha batido errado no Vozaço, um cara de 40 anos, sem o deslumbramento geracional. mas uma pena. eu adoraria ver ele na Fazenda
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de cabeça lembro do Pintado e do Lula Pereira. o mar em geral parece dominar esse segmento
Replying to @_andreyray
Quantos técnicos com nomes de alimentos já tivemos no futebol brasileiro?
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