Meu trabalho como desenvolvedor, hoje, muitas vezes parece uma conversa com uma IA.
A diferença é que essa conversa acontece em um alto nível técnico.
Eu questiono arquitetura, padrões de projeto, responsabilidades de classes, métodos duplicados, acoplamento, cobertura de testes, performance, legibilidade e trade-offs de implementação.
A IA não substituiu o conhecimento. Ela amplificou a produtividade de quem já sabe o que está fazendo.
Quem nunca programou ou não entende engenharia de software dificilmente consegue direcionar a ferramenta nesse nível. Sem repertório técnico, você não faz as perguntas certas, não identifica respostas ruins e nem percebe quando a IA está criando uma solução elegante... para o problema errado.
A habilidade mais valiosa na era da IA não é saber digitar prompts. É saber fazer engenharia.