Security researcher and infrastructure operator. Founder of Miralium Research and the AI-first creative studio return moe.

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does schmidhuber need correction?
wake up babe the freaking pope got schmidhuber'd
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RT @ggreenwald: @opaulomm Jornalistas de verdade, suas entidades de classe e a maioria dos veículos de comunicação estão dizendo exatamente…
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Couldn’t agree more. I wrote my first “Hello World” when I was 8 and later became a programmer. Eventually, coding lost its light to me, so I moved into cybersecurity and DevOps. Then generative AI came, and for the first time in years, I felt joy in building software again.
I was a programmer my entire life, worked extremely hard, very successful, my code made millions… Last night, I spoke to Xcode and told it to create a Swift app for MacOS that had a drop zone for HTML files and to convert the animation into 4k still screenshots and assemble them into a ProRes 422 .MOV. Kept editing in Final Cut Pro and 20 minutes later, 2400 lines of code were written and it works absolutely beautifully. It added common quality of life features without asking. I do not recommend anyone start down the traditional programming path. AI is the disruptive technology that turns entire industries upside down. Learn accordingly.
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Rede Globo botou pra torar. Agora não tem mais volta! A ditadura foi escancarada.
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Editorial irretocável. Escancara o tamanho do problema no qual estamos.
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Bad art is better than AI. Bad art is better than AI. Bad art is better than AI. Bad art is better than AI. Bad art is better than AI.
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Fundamentalmente, anarcocapitalismo não se opõe a estruturas de governança ou de defesa. Esse é um dos motivos pelos quais os anarcocomunistas geralmente perdem a cabeça e afirmam que ancap não é “anarquismo de verdade.” Num mundo anarcocapitalista, é perfeitamente possível que você tenha, digamos, uma nação democrática com um exército tradicional, uma que segue princípios socialistas-marxistas, e assim por diante. A única constante é que não pode haver violação do PNA — algo que praticamente todos os países existentes hoje em dia violam porque eles foram estabelecidos com base na força, não na aquisição legítima de propriedade. Idealmente, o mundo se fragmentaria em milhares de micronações, de maneira que haveria competitividade entre elas e, caso alguém estivesse insatisfeito com o seu governo, poderia se realocar com relativa facilidade, quase como mudar de condomínio. Eu particularmente gosto de imaginar uma micronação estabelecida como uma empresa tradicional, criada a partir do financiamento de investidores, por meio da compra de ações. Essas ações permitiram o voto em pessoas para compôr um Conselho de Administração que, por sua vez, elegeria um Presidente. O Presidente do Conselho de Administração seria o chefe de governo. Já o “CEO” seria o chefe de estado, com um porém: eu gosto bastante da ideia introduzida pelo Orwell em “1984”, que dá a entender que o “Grande Irmão” não é uma pessoa real, mas sim um símbolo criado pelo Partido. Por muitos motivos, penso que seria excelente se o posto de chefe de estado fosse ocupado por uma figura fictícia, preferencialmente em formato de anime girl com um modelo em estilo Live2D. Há uma diferença, claro: “1984” é uma distopia e o “Grande Irmão” é uma das formas de enganar a população para mantê-la sob controle. Logicamente, não proponho que a micronação faça uso desse tipo de método; no caso específico da chefe de estado, a ficcionalidade seria óbvia por tratar-se de uma figura desenhada de maneira estilizada, e não de uma imagem humana realista. Além disso, o governo estaria contratualmente obrigado a seguir princípios de transparência e de honestidade com seus residentes e com seus investidores; e, portanto, haveria de ter uma auditoria externa independente com relatório público, feita por uma empresa de auditoria (como, por exemplo, EY, PwC, Deloitte, ou KPMG). No âmbito da defesa, a micronação contrataria empresas militares privadas (PMCs) conforme a necessidade. Essas PMCs funcionariam paralelamente como agências de produção de conteúdo, e competiriam entre si em confrontos permanentes simulados em zonas designadas para esse fim (digamos, áreas oceânicas delimitadas), majoritariamente com drones e outros sistemas não tripulados, e com transmissões ao vivo. Esses sistemas militares seriam majoritariamente comandados por streamers, incluindo VTubers, em transmissões monetizadas como qualquer outra live, incluindo assinaturas, superchats, etc. Haveria extrema facilidade para registrar-se como “PMC” e participar dos confrontos simulados e, portanto, presume-se que haveria uma enorme quantidade de criadores de conteúdo individuais, bem como pequenas equipes de hobbyistas, participando de maneira esportiva, da mesma forma que há, hoje em dia, equipes de airsoft, competições de batalhas de robôs, e assim por diante. Dessa forma, mesmo as maiores PMCs são forçadas a inovar constantemente, já que os seus mecanismos de defesa estão sempre sendo testados pelos demais, e inclusive por pessoas e equipes independentes. Mesmo os pequenos participantes mais promissores poderiam também ser contratados ou adquiridos por uma PMC maior, com os conflitos simulados servindo como um funil de talentos. E a existência desses independentes também implica que capacidades de defesa, os equipamentos, o conhecimento técnico e a experiência prática ficariam naturalmente distribuídas dentre a população, mitigando a concentração de poderio militar em grandes PMCs. Naturalmente, as perdas financeiras em conflitos simulados seriam financiados pelo público que acompanha tais conflitos como entretenimento (a monetização por assinaturas, superchats, e outras vias). Esses conflitos, claro, também funcionariam como mecanismo de seleção para contratos governamentais, uma vez que o Conselho Administrativo poderia, por meio dos registros e das transmissões ao vivo, fazer uma avaliação e contratar aquelas PMCs com melhor desempenho comprovado em situações de combate. O que impediria essa micronação de ser anexada por um Estado é, obviamente, o custo. Essas forças de defesa testadas continuamente em combate dificilmente seriam um alvo fácil. Soma-se a isso a possibilidade de contratos de defesa mútua entre micronações vizinhas, e também o custo em relação à opinião pública (pense na repercussão da ação de um Estado, já havendo iniciado a agressão contra uma micronação pacífica, conduzindo uma operação para assassinar ou capturar um streamer conhecido no mundo inteiro). O problema de bilionários tornando-se senhores de guerra enfrenta vários obstáculos, inclusive o fato de que uma única pessoas, ou um pequeno grupo de pessoas, formando um cartel de PMCs com o objetivo de conduzir um golpe contra o Conselho estaria violando o PNA, e haveria incentivo, inclusive ideológico (especialmente para os independentes) de usar a força para combater o agressor. Haveria, também, incentivo para que outras micronações vizinhas auxiliassem no combate, tendo em vista que elas, também, poderiam vir a tornar-se vítima do agressor caso o Conselho legítimo viesse a cair.
Aos anarco-capitalistas: O que impediria um território anarco-capitalista de ser anexado por um Estado? O que impediria facções de formarem novos Estados no Brasil? O que impediria bilionários de se tornarem senhores da guerra, criarem exércitos e se expandir, criando Estados?
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Não me refiro aqui aos artistas em geral, mas há certos setores artísticos que eu vou ficar muito satisfeito em ver queimar. Exemplo que sempre levanto é todo o ecossistema que se criou em torno do Live2D, um software proprietário com custo de licenciamento já salgado, bem como o mercado de ilustração, segmentação e rigging, serviços associados a custos estratosféricos que servem à função de gatekeeping, em prejuízo dos criadores de conteúdo independentes, incluindo desenvolvedores de jogos, streamers, entre outros. Outro segmento que eu torço muito para que colapse é o das type foundries. Impossível esquecer o que a Hoefler&Co fez com o Chris Simpson por causa da Metropolis. A IA já está muito bem posicionada para obliterar essa indústria de bosta.
Post interessante analisando dados dos (primeiros?) impactos da IA num setor da economia. No caso, nos trabalhadores no setor de artes do EUA. Três pontos que destaco: - Como é de se esperar, o impacto da IA no setor de arte se divide entre digital e não-digital. Há perda de empregos para trabalhos digitais (e.g., revista e gravação de som), enquanto se mantém crescendo posições de arte ao vivo (e.g., museu). - Com o advento da internet, houve colapso na venda de CDs. Porém, diversos músicos conseguiram sobreviver à essa mudança fazendo shows ao vivo. Todavia, não temos, pelo menos por agora, um substituto análogo à isso para setores da arte que estão sendo impactados negativamente pela IA. - É imprevisível quais efeitos virão depois. O artigo usa como exemplo que o TikTok alavancou a venda de livros de entretenimento, que estava em decadência até então.
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Experimento de motion graphics com o Claude Opus 5.5, dessa vez com uma versão de “Standing Waves”. Nessa, me esforcei para dar uma direção original compatível com a música, inspirada em arte algorítmica clássica.
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Made with Claude Opus 5.5. The fearmongering about AI always makes us forget that NOTHING WENT FOOM, as was always predicted. Send this to your doomer friend who has a very high P(Doom). Accelerate.
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So the j-lens adapter for qwen 27b (both vanilla and @OrcaRouter version) is merged and available in Hugging Face. Miru-tracer (by @rlaneth ) [for testing it] is also on github :D "See" the "internal thoughts" of the LLMs (or at least, the closes we have to it)
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"LLMs can't do math" "LLMs can't do new math" "LLMs can't do interesting math" "LLMs can't do open-ended interesting math" "LLMs can't do affirmative open-ended interesting math" "LLMs can't do highly abstract, non-easily-verifiable affirmative open-ended interesting math"
So the point of the stochastic parrot argument is that LLMs have zero understanding of language or anything else, they are just regurgitating training data. This hypothesis has been thoroughly disproven by LLMs solving millennium problems our smartest mathematicians have failed.
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いいですか、良く聞いてください。 AI音楽クリエイターはSunoだけじゃなく、今すぐにOpus5.5を使うのと、AIコンテ技術を磨いて。動画生成系のAPIをOpus5.5を動かしているハーネスに繋いでください。 そして、@8co28 852話神が公開してくれた、JIZURAを使いこなしてください。 これまでのAI音楽は【ストーリー】を乗っけるのが難しかったので、あまり一般レイヤーに届くことはありませんでした。 しかし、JIZURAとOpus5.5のEQの高さに、絵コンテを作れる能力が乗っかると引用元のようにほぼプロレベルのMVを比較的短い時間で作ることが出来るようになりました。 私はAI動画や、AI音楽は門外漢なので、 想像の範囲ですが、以下のような手順です Suno v6 やSuno StudioでCoolな音楽を作る < センストワレル! ↓ 音楽の世界観に合わせてGPT Image 2.5などでコンセプト画像、キャラクターシートなどを作成 < 要センス ↓ GPT x Opus5.5 などで絵コンテを作成< 要センス ↓ higgsfield等の動画生成APIをハーネスにつなぐ。 JIZURAもAI側で呼び出せるようにする ↓ Opus5.5さん。おなしゃす。 ↓ MV完成 → 調整 < 要センス 今後はYouTubeやSpotifyなどでAI Music Artistが台頭していくでしょう…!! AI × 総合的センス。 まだまだ黎明期ですが、一般消費者の目を満たすレベルのMVが作れるようになった今(ほんとここ数日の話) どれだけコミットして、早めにポジションを取れるか!! 世の中を驚かせる時代が始まった!!🚨
久しぶりにいい曲ができたのでMV制作 今回は自動化でどこまでできるかOpus5.5で画像だけ渡して後は自動で作ってもらいました。 リリックモーションについては、すごく使いたかった!852話さんの「JIZURA」を使わせていただきました。 いや、これやばすぎる・・・なんか1段階も2段階も飛び抜けてしまった感。感謝です!!
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Não tenho estado muito bem e por isso tenho feito muito pouco das coisas que eu tinha planejado, mas fiz uns experimentos com o Opus 5.5 nos últimos dias. Um deles foi um clipe pra uma versão nova de uma música um pouco mais antiga minha. Ficou assim.
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This concept has been in my mind for a while now, so I've decided to try and have Opus 5.5 execute it (pun intended). Song is world.execute(me); by Mili (original at youtube.com/watch?v=ESx_hy1n…).
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