Este ano o X considerou a minha conta a mais influente das contas portuguesas pró-Israel. Agora, mantenho a posição no X e no Facebook alcancei o lugar de segunda conta mais influente a seguir à página institucional da Embaixada de Israel. O trabalho compensa mas provei algo que apostei há três anos quando a seguir ao ataque do 7 de Outubro comecei a escrever diariamente sobre o conflito — que iria impor-me pelos meus textos, análises e investigações. Não publico vídeos no Tik Tok e afins, não partilho a minha vida privada, não encontram fotos minhas de bikini e não tenho sponsors nem parcerias com marcas. Ainda assim, aqui chegámos. Raramente sou convidada para ir à televisão, é recorrente na imprensa falarem sobre assuntos que são investigados ou analisados por mim mas não mencionam o meu nome nem tenho convites para escrever. Mas isto não é uma queixa, pelo contrário. A minha conta maior no Facebook foi encerrada por denúncias, abri outra e muito mais pessoas seguem agora do que antes. Publico num jornal internacional e um texto meu tem mais leitores e feedback que uma edição diária de qualquer jornal português. Investigações minhas apareceram na imprensa internacional nos últimos dois anos e pessoas que o comum dos mortais dariam um rim para conhecer enviam-me mensagens. Isto diz tudo sobre o assunto, as pessoas desconfiam e evitam a imprensa mainstream cada vez mais e apostam em novas vozes. Pelo meio, entre várias viagens, passei cerca de um ano em Israel, onde estive no terreno, fiz trabalho voluntário, dos kibbutzs às bases militares e com os sobreviventes do festival Nova. Acredito que tudo tem um propósito na nossa vida, temos de manter o foco, razão e o coração alinhados, principalmente em momentos sombrios como os que vivemos. Conseguir trazer a @StandWithUsPort para Portugal foi uma vitória, finalizar a escrita de um livro sobre a guerra no Médio Oriente outra. Agora é tempo de alcançar outros marcos e avançar para outro tipo de comunicação mais ambicioso. Subscrevam a minha conta no X e no Facebook e partilhem, façam também a diferença.
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Finalmente um sector que não se queixa do preço dos combustíveis.
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Good morning ☕️
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Solidariedade com a Alemanha que descobriu o martírio português.
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Do you ever wonder how the Gaza tunnels were built? Using children. Since Hamas seized Gaza in 2007, the territory has been one of the most heavily subsidized patches of earth on the planet. Official development assistance to the West Bank and Gaza has routinely run at roughly $2 billion a year, and by conservative tallies, the Palestinians have received well over $40 billion in international aid since the mid-1990s. Reconstruction summits piled pledge upon pledge — $7.7 billion in Europe after Hamas took power, $4.5 billion in Sharm el-Sheikh after the 2008–09 war, more than $5 billion after 2014. Qatar alone sent more than $1.1 billion between 2012 and 2018, at times $30 million a month in cash. UN agencies spent nearly $4.5 billion in Gaza from 2014 to 2020. The excuse was always the same — schools, hospitals, jobs, dignity. The punchline arrived underground. What donors called development, Hamas treated as inventory. Cement, steel and dual-use materials that were supposed to put up school buildings became lining for the so-called ‘Gaza metro’, a military and smuggling labyrinth Hamas itself put the length at more than 500 kilometres in 2021, with later estimates ranging from 560 to 720 kilometres and some accounts stretching toward 800. Analysts and Israeli intelligence have put the construction bill in the hundreds of millions to more than a billion dollars over fifteen years, plus thousands of tons of concrete and metal siphoned from civilian shipments. The network had ventilation, electricity, blast doors, workshops and command rooms. Above ground, Gaza stayed poor, aid-dependent and short of power. Below ground, the governing faction built a private subway for rockets, commanders and, later, hostages. The international community kept writing cheques and issuing statements about ‘the children of Gaza’, as if the accounting were someone else’s problem. The least fashionable chapter is who did the digging. A 2008 documentary filmed children working night shifts in commercial tunnels to Egypt, eight hours in heat and bad air, paid a pittance, dropping out of school because a collapsed shaft paid better than a diploma. Reporting from the period recorded child labour in those passages and deaths from cave-ins, gas and flooding. A widely repeated 2012 figure of ‘160 children killed’ was later corrected by the journal that printed it: the toll cited by Hamas officials was about 160 people in total by then, and a Gaza rights group counted nine children among 235 commercial-tunnel deaths by early 2013. That correction should have produced a serious investigation. It produced a shrug. Youth were still recruited into excavation after 2014, the work remained dangerous, the funerals were folded into the usual rhetoric of martyrdom. The world that can recite casualty lists by the hour has shown a peculiar lack of curiosity about children sent under the earth to build the infrastructure of the next war. Some subjects, it turns out, are excellent for fundraising. Others are merely true.
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Shareholders of The New York Times have filed a lawsuit against the paper’s parent company, arguing that its board failed in its fiduciary duty to protect the brand’s most valuable asset—credibility. The suit, brought by Florida’s state pension fund and a conservative policy group, seeks internal records the company has withheld for months, most of them tied to coverage of the Israel-Hamas war. A Jewish former video-desk employee who spent nearly a decade at the paper alleges she raised concerns about antisemitism and anti-Israel bias at least fifteen times between 2019 and her departure in 2026. Those complaints, she says, were ignored or met with the suggestion that she find a workplace whose 'values align with yours.' The petition cites documented errors, late and evasive corrections, and a pattern of framing that critics say systematically downplayed Israeli casualties while amplifying Palestinian ones. The same pattern of perceived institutional capture is visible at CNN. President Trump recently barred the network, along with MS NOW and Politico, from the White House, calling their reporting 'fiction and lies.' CNN labeled the ban an 'illegal assault' on the First Amendment and sued. Simultaneously, financiers aligned with the administration—Paramount Skydance, backed by Larry Ellison and partners including funds linked to Jared Kushner—have moved to acquire Warner Bros. The deal has been accompanied by talk of an independent journalism board, possible sale of the network, or a shift toward the more restrained editorial approach already applied at CBS. Staff describe the atmosphere as funereal, ratings have already fallen sharply from the first Trump term, when the network’s partisan intensity produced a temporary 'bump' that later evaporated. Both episodes illustrate the commercial and reputational cost of abandoning the appearance of impartiality. The slogan 'go woke, go broke' captures a measurable reality—audiences and investors punish news organizations that treat journalism as activism. When a paper’s own standards desk and human-resources channels become instruments for enforcing a single worldview, or when a cable network’s coverage is widely viewed as opposition research, trust erodes, subscriptions and ratings decline, and shareholders eventually treat the newsroom as a liability rather than an asset. The press does not become less powerful by becoming less impartial, it simply becomes easier to ignore or to take over.
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I. Mas afinal quanto vale o negócio da imigração em Portugal? Há um detalhe que o discurso oficial raramente admite em voz alta — em Portugal, a imigração deixou de ser um fenómeno pontual e passou a ser uma indústria de milhões, com orçamento, organigrama, relatórios anuais e uma vocação quase milagrosa para descobrir, a posteriori, que afinal temos mais imigrantes do que se pensava. Entre 2017 e 2025, a população estrangeira residente passou de cerca de 422 mil para 1.585.854. Quase quadruplicou. Os brasileiros continuam a ser cerca de um terço. Depois vêm angolanos, indianos, ucranianos, cabo-verdianos, nepaleses e bengalis. O país acordou um dia e descobriu que 14% da população já não nasceu em Portugal. O interessante é que parte deste ‘crescimento’ não foi só imigrantes a entrar. Foram pessoas que já cá estavam e que, oportunamente, as estatísticas oficiais só apanharam quando a AIMA começou a varrer gavetas, pendências e manifestações de interesse. Em 2023, o número foi revisto em alta em mais de 260 mil pessoas. Vamos a valores. Não existe um número limpo, único e honesto do tipo ‘nos últimos 15 anos o Estado português gastou X milhões em imigração e refugiados’. Quem promete essa cifra redonda está a vender um engodo. O dinheiro encontra-se fatiado por dezenas de rubricas — orçamento da AIMA (e, antes, do ACM e do SEF), Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração (FAMI), Segurança Social, SNS, educação, habitação, municípios, IEFP, centros de instalação temporária e protocolos com IPSS. O que se consegue documentar, com fontes públicas: — No Orçamento do Estado para 2026, o Governo reservou 91 milhões de euros para o programa ‘imigração regulada e humanista’: 74 milhões para regular, 16 milhões para ‘acolhimento e integração humanista’ e 1 milhão para ‘atração de talento’. —O FAMI 2021-2027 atribuiu a Portugal uma envelope na ordem dos 64 a 75 milhões de euros de fundos europeus, com cofinanciamento nacional. No ciclo anterior, só entre 2016 e 2019 o Ministério da Administração Interna aprovou mais de 109 milhões em projetos FAMI e Fundo para a Segurança Interna. — A Cruz Vermelha, só a título de exemplo, teve projetos FAMI com investimentos elegíveis de 2,4 milhões (resposta a requerentes de asilo) e quase 700 mil noutro programa de acolhimento. Não é ‘a Cruz Vermelha’, no singular, é uma fatia visível de uma rede muito maior. — Em 2025 o Governo teve de puxar 30 milhões do Orçamento do Estado para centros de instalação temporária depois de perder o timing do PRR. O resto — rendas, rendimentos sociais, escolas, urgências hospitalares, mediadores, CLAIMs —, está enterrado em contas de ministérios que não gostam de ser somados. Quem quiser o exercício completo tem de ir ao Relatório de Migrações e Asilo da AIMA, ao Observatório das Migrações, ao portal FAMI e às propostas de OE. Ou seja, o dinheiro é muito, espalhado e difícil de somar, não é fácil seguir o rasto e chegar a um número redondo. A seguir vamos analisar as dez maiores organização a trabalhar a questão da imigração.
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10. Casa do Brasil de Lisboa Não é a maior em orçamento europeu, mas é das mais antigas e ruidosas na defesa jurídica e política da maior comunidade. Conectada com as organizações ALCC, Solidariedade Imigrante, Ad Sumus, Seiva, Aguinenso, Batoto Yetu. Muitas destas associações operam CLAIMs e GIPs de emprego com dinheiro público. São o rés-do-chão do sistema, onde se traduz o documento, se marca a senha e se explica que ‘manifestação de interesse’ já não é o que era. Não há contas anuais completas disponíveis. O que está documentado é um projecto CLAIM FAMI 2024-2026 de 387.662 euros (75% UE, 290.747 euros) para atendimento, capacitação e campanhas. É a ordem de grandeza certa para uma associação de imigrantes com CLAIM, centenas de milhares por ciclo de projecto, não dezenas de milhões. O resto da galáxia (ALCC, Ad Sumus, Seiva, etc.) funciona no mesmo modelo, candidatura, cofinanciamento, relatório, próximo aviso.
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9. Médicos do Mundo Apoio sanitário a requerentes, detidos e quem o SNS ainda não registou (ou registou tarde, ou registou com morada inventada, como os processos judiciais têm mostrado). Presente em parcerias nos centros de detenção com JRS e OIM. O trabalho é clínico, o contexto é político. Contas de 2023 — subsídios à exploração 1,08 milhões, outros rendimentos ~182 mil, resultado −287 mil. Organização pequena, 56 colaboradores naquele ano, dezenas de voluntários. A rede internacional, essa sim, declarou 306 milhões em 2024 — França, Espanha e o resto do mundo. Portugal é um satélite, não o cofre. Relatórios em medicosdomundo.pt.
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8. APAV — APAV SAFE A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima tem uma linha especializada para estrangeiros, crimes de ódio, tráfico e exploração. Não ‘integra imigrantes’ no sentido folclórico, trata de quem teve problemas no processo. Contas de 2023 — subsídios e donativos na ordem dos 3,80 milhões, resultado líquido +257 mil. Em 2024, resultado +119 mil. A associação inteira anda, portanto, na casa dos 4 milhões por ano — vítimas de violência doméstica, tráfico, ódio, e a linha SAFE para estrangeiros. Não há, no relatório de gestão de 2024, um centro de custo isolado ‘imigração’ com um total redondo. Protocolo com o Governo da República existe mas o montante exacto desse protocolo não veio no resumo público que consultei. Relatórios: apav.pt, prestação de contas.
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7. OIM / IOM Portugal A Organização Internacional para as Migrações, braço da ONU, com programa de retorno voluntário (ARVoRe) e uma rede de parceiros que é, na prática, um mapa das outras nove. Quem quiser perceber quem trabalha com quem, leia a lista de parceiros da OIM — Cruz Vermelha, JRS, AIMA, Casa Vera Cruz, ALCC, ADRAT. É o diretório da indústria. A organização movimentou, em 2025, cerca de 2,8 mil milhões de dólares a nível global. O escritório em Lisboa não publica um orçamento-país autónomo fácil de encontrar. Vive de projectos — o ARVoRe (retorno voluntário) é o mais visível, com passagem e ajuda de custo (70 euros de bolso de viagem). Sem o mapa de projectos FAMI/UE/Estado da missão portuguesa é impossível contabilizar e fiscalizar.
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6. Cáritas Portuguesa A rede da Igreja — 20 Cáritas diocesanas, paróquias, centros — que o Estado usa quando a fila chega à paróquia. É a Conferência Episcopal no terreno. Não precisa de cartão de partido. Precisa de o Estado decidir se o acolhimento é política pública ou caridade com fatura. Aqui o truque é o contrário, a sede nacional é pequena. Orçamento 2026 da Cáritas Portuguesa (não da rede diocesana) — rendimentos previstos de 2,44 milhões (1,75 milhões se se excluir o imobiliário da Avenida da República). Donativos orçamentados, 556 mil. Subsídios, 666 mil. Pessoal da sede, cerca de 465 mil. Rita Valadas, presidente, tem dito em público o que os gabinetes preferem em privado, a Cáritas está no limite, 43% de certos apoios anti-pobreza já iam para estrangeiros.
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Argentina's President Javier Milei: 'The UN has become a useless organization that serves only to feed a caste of fatally arrogant parasites disguised as well-intentioned bureaucrats. As Mises used to say, good people do not think about controlling the lives of their fellow human beings. Those who were supposed to guarantee collective security and human rights failed at that task and, instead, allowed chaos, violence and international terrorism to flourish.'
Clash Report
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5. Cruz Vermelha Portuguesa A máquina nacional de emergências que também gere CLAIMs, acolhe refugiados e candidata-se ao FAMI com a desenvoltura de quem sabe preencher formulários europeus. Em 2023 reportou 406 pessoas em acolhimento de refugiados e 934 abrangidas por ações de integração, além de dezenas de milhares em apoio alimentar — que não é só imigração, mas inclui-a. Estrutura federada, delegações locais (Braga, por exemplo, aparece repetidamente como CLAIM). O dinheiro grande não está no voluntário de colete, está nos projetos PT/FAMI com milhões de investimento elegível. O presidente António Saraiva disse, em 2024, que a CVP tem um orçamento anual na ordem dos 90 milhões de euros, com cerca de 40 milhões de dívida. Isso é a instituição inteira — hospital, emergências, lares, alimentação, violência doméstica, sem-abrigo e refugiados. A fatia migrações, essa, é outra escala. Só em FAMI há projectos visíveis de 2,43 milhões (resposta a requerentes de asilo), 695 mil (NEAR) e dezenas/centenas de milhares noutros. Em 2023 reportaram 406 pessoas em acolhimento de refugiados. Relatórios integrais: cruzvermelha.pt, página da transparência, anos 2023 e 2024.
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4. PAR — Plataforma de Apoio aos Refugiados Nasceu em 2015, no pico da crise síria, com o poema da Sophia como cartão de visita ‘Vemos, ouvimos e lemos. Não podemos ignorar’. Rede de IPSS, dioceses, escolas, câmaras e voluntários. Não gere um orçamento próprio à vista do contribuinte. O dinheiro do acolhimento segue para a rede, as instituições anfitriãs que acolhem famílias, cerca de 8 mil euros por pessoa a 18 meses, fundos europeus canalizados via Estado. O que a PAR ‘gere’ é matching de famílias, protocolos e advocacy. Quem quiser o envelope exacto de cada apoio tem de ir aos protocolos ACM/AIMA e às contas de cada IPSS anfitriã — Cáritas diocesana X, misericórdia Y, colégio Z. Coordenação no JRS, na pessoa de André Costa Jorge, reeleito. No arranque esteve Rui Marques. A Comissão Executiva já incluiu Cáritas, CNIS, colégios. É sociedade civil com protocolo com o Estado — o sítio exacto onde a fronteira entre ONG e política pública fica nebulosa de propósito.
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3. JRS Portugal — Serviço Jesuíta aos Refugiados Desde 1992. Acompanha, serve e defende, o lema jesuíta, que em Lisboa se traduz em CLAIMs, centros de acolhimento (Lisboa, Vendas Novas, Vila Nova de Gaia), emprego, habitação, saúde mental e presença na Unidade Habitacional de Santo António, o centro de detenção do Porto. O relatório europeu do JRS para 2024 atribui à ala portuguesa 2,42 milhões de euros de rendimento. É o número mais limpo que existe em documento oficial da rede. Estimativas comerciais de ’13 milhões’ andam na internet e não têm demonstração de contas por trás. Ignore-as. Em 2024 o JRS diz ter apoiado 3.844 migrantes, com 18 mil acompanhamentos e 22 projectos — UE, Estado, privados e donativos. A PAR vive no mesmo teto, o secretariado é do JRS, não tem orçamento autónomo publicado. O diretor-geral é o André Costa Jorge, direção com o jesuíta Domingos Alberto Rodrigues de Freitas. Costa Jorge é também o coordenador da PAR. Ou seja, o mesmo rosto aparece em duas siglas, o que não é crime, mas também não é acaso. A Igreja não inventou a subsidiariedade ontem.
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