Este tweet incomodou muitos, o que não se percebe, pois se as baixas são legítimas, os professores deveriam ser os mais interessados em que se demonstrasse isso mesmo, certo?
Já diz o ditado: quem não deve, não teme.
Vamos aos números:
Em 2022 existiam cerca de 2000 baixas médicas entre professores. No ano seguinte, 2023, este número disparou para 3500/4000 baixas.
O facto de se ter mudado de governo e reestruturado o ministério, levando a que muitos professores que lá andavam a fazer não se sabe bem o quê tivessem de voltar às escolas, são meras coincidências. 🤓
Tem havido um aumento generalizado de baixas médicas no país, sendo que de 2024 para 2025 houve um aumento de 8,4% das baixas médicas.
Mas na classe docente este aumento foi de 14%… e se olharmos para o ano de 2026, em que o número de baixas atingiu as 6000, o aumento face ao período homólogo é de 20%.
Mas não podemos questionar estes números, porque segundo a classe docente eles estão a envelhecer, algo que, pelos vistos, é exclusivo dos professores. 🤓
Não tenho nada contra professores e, como em todas as profissões, há bons e maus profissionais. Simplesmente, questionar é um direito que todos temos, mas que nem todos vivem bem com isso, pelos vistos… a liberdade de expressão é seletiva. 🤓
Ah e tal a culpa é do Ministro
Ah e tal a culpa é do Ministério
Ah e tal a culpa é do Governo
Ah e tal os milagre não existem 🤓
Não posso dizer que são uns encost@dos e que não qu€rem tr@balhar, porque ainda me bloqueiam a conta outra vez 🤓
sicnoticias.pt/pais/educacao…