Eins Zwei Drei Vier - Daisy Chainsaw - Grüße mit Respekt zurück an deinen Vater

Wolfenstein NullSechsNeun
Joey Germanotta retweeted
„Nach dem Dahabflex-Auftritt schrieben eine Kollegin und ich einen Text, der einfach nur aufreihte, für welche Morde die PFLP verantwortlich ist. Nachdem er erschien, wollte ich mein Handy am liebsten mehrere Tage weglegen.“ (1/3)
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Die Verdrehung, dass mit "Muselmann" in der KZ "Lagersprache" Muslime gemeint seien, ist falsch. James posted sogar einen Screen aus dem Wiki, in dem das erklärt wird. Falschdarstellung von Fakten zum Holocaust ist btw Holocaustrevision und Bestandteil von Holocaustleugnung.
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(in seinem Fall natürlich durch seine unfaßbare Dummheit erklärbar, ist trotzdem nicht zu tolerieren, da er über eine nennenswerte Reichweite verfügt)
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Albanese demonstrates a really impressive level of ignorance here. Jewish prisoners were indeed described with the camp slang term "Muselmann", used for prisoners reduced by starvation and exhaustion to extreme physical collapse - it did not mean they were being actually identified as Muslims. In other words, she has simply taken an archaic German word for "Muslim", ignored its specific meaning in concentration-camp slang, and built an entire historically nonsensical argument on this embarrassing linguistic blunder. UN "expert" in a nutshell.
Holocaust Distortion from U.N. “Expert”: Francesca Albanese claims Jews in Nazi death camps “were called Muslims.” Antisemitism targets “Semitic peoples” and “not just discrimination against Jews.” Even in Nazi death camps: She cannot name Jew-hatred without replacing the Jews.
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Francesca Albanese diz que judeus em campos de extermínio nazistas “eram chamados de muçulmanos”. A realidade, segundo historiador Johann Chapoutot: “Considerando o cristianismo 'a maior peste que poderíamos nos atingir ao longo da história', Himmler o proíbe na SS, vetando nas unidades da Waffen-SS a presença de capelães protestantes ou católicos. Para o Reichsführer-SS, não se trata de fazer profissão de ateísmo — pois ele se declara gottgläubig —, mas de erradicar uma infecção cristã que tornou os homens fracos, pois compassivos e passivos, resignados a obedecer aos planos celestiais. […] Himmler não se opõe a toda religião, mas àquelas que desarmam os homens. Prova disto é que autoriza, em 1943, a presença de capelães não cristãos nas novas unidades — depois divisões — constituídas no interior da Waffen-SS: a divisão Handschar e depois a divisão Skanderberg, integradas por voluntários muçulmanos da Bósnia, têm seus imãs, formados por Amin al-Husseini, grande mufti de Jerusalém e amigo próximo do Reich. Segundo Himmler, o Islã tem sobre o cristianismo a grande vantagem (entre outras) de estimular os homens ao combate e lhes permitir morrer felizes. Em sua vontade de erradicar um cristianismo que desnatura, Himmler está com Hitler, que nas conversas privadas não se cansa de atacar a tradição normative judeo-cristã, não apenas por sua origem (judaica), mas também por suas consequências (a desvirilização da raça nórdica).” CHAPOUTOT, Johann. La révolution culturelle nazie. Paris: Éditions Gallimard, 2017. Albanese é uma antissemita contumaz que distorce e instrumentaliza a memória do Holocausto. Mesmo ao falar dos campos de extermínio nazistas, mostra-se incapaz de nomear o ódio aos judeus sem apagar os próprios judeus da narrativa.
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Sim, a palavra alemã “Muselmann”, literalmente “muçulmano”, era usada no jargão dos campos nazistas. Mas não para designar os judeus como “muçulmanos”, muito menos para indicar que o antissemitismo nazista se dirigia aos “povos semitas” em geral, como @FranceskAlbs sugere. Em Auschwitz, Muselmann designava o prisioneiro reduzido pela fome, exaustão e violência a um estado extremo de debilidade física e apatia, geralmente próximo da morte. O próprio Museu de Auschwitz registra esse significado e ressalta que a origem exata do emprego da palavra permanece incerta. Primo Levi descreve os Muselmänner em “É isto um homem?” como os “submersos” (sommersi). Ou seja, a massa de prisioneiros destruídos, debilitados e destinados à seleção e à morte. Portanto, pegar a tradução literal de Muselmann e apresentá-la como se revelasse algo sobre quem era o alvo do antissemitismo nazista é retirar uma palavra do jargão concentracionário de seu contexto histórico e atribuir-lhe um significado que ela não tinha. O termo existiu. O sentido sugerido por Albanese, não. E a distorção histórica que ela opera não é por acaso. É parte de um projeto político de desjudaização da Shoá e de diluição do antissemitismo, deslocando os judeus do centro de sua própria história de perseguição e extermínio.
Francesca Albanese diz que judeus em campos de extermínio nazistas “eram chamados de muçulmanos”. A realidade, segundo historiador Johann Chapoutot: “Considerando o cristianismo 'a maior peste que poderíamos nos atingir ao longo da história', Himmler o proíbe na SS, vetando nas unidades da Waffen-SS a presença de capelães protestantes ou católicos. Para o Reichsführer-SS, não se trata de fazer profissão de ateísmo — pois ele se declara gottgläubig —, mas de erradicar uma infecção cristã que tornou os homens fracos, pois compassivos e passivos, resignados a obedecer aos planos celestiais. […] Himmler não se opõe a toda religião, mas àquelas que desarmam os homens. Prova disto é que autoriza, em 1943, a presença de capelães não cristãos nas novas unidades — depois divisões — constituídas no interior da Waffen-SS: a divisão Handschar e depois a divisão Skanderberg, integradas por voluntários muçulmanos da Bósnia, têm seus imãs, formados por Amin al-Husseini, grande mufti de Jerusalém e amigo próximo do Reich. Segundo Himmler, o Islã tem sobre o cristianismo a grande vantagem (entre outras) de estimular os homens ao combate e lhes permitir morrer felizes. Em sua vontade de erradicar um cristianismo que desnatura, Himmler está com Hitler, que nas conversas privadas não se cansa de atacar a tradição normative judeo-cristã, não apenas por sua origem (judaica), mas também por suas consequências (a desvirilização da raça nórdica).” CHAPOUTOT, Johann. La révolution culturelle nazie. Paris: Éditions Gallimard, 2017. Albanese é uma antissemita contumaz que distorce e instrumentaliza a memória do Holocausto. Mesmo ao falar dos campos de extermínio nazistas, mostra-se incapaz de nomear o ódio aos judeus sem apagar os próprios judeus da narrativa.
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Joey Germanotta retweeted
Witzig, wie Sellner pünktlich in Sachsen-Anhalt eine NGO gründet, um vom von der AfD regierten staatlichen Geldhahn zu saugen. Streamer rund um Siegmund hoffen auf das ÖRR Geld. Es geht diesen Typen nicht darum das System zu ändern, sondern darum selbst davon zu profitieren
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Das ist geringe Menge zum Eigenbedarf, stellt euch nicht so an
Během dvou kontrol odhalili ostravští celníci celkem 635 kilogramů kebabu, který byl převážen bez potřebného chlazení. Šlo o dodávku nedaleko Českého Těšína a o osobní auto u Olomouce. Informoval o tom mluvčí Celního úřadu v Ostravě David Kubenz.
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Joey Germanotta retweeted
In jedem rechten Kommentar zur Berlinwahl erklingt ziemlich viel Inceltum.
In jedem rechten Tweet zur Berlinwahl erklingt ein kleines bisschen Inceltum.
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„Alles Jüdische gilt plötzlich als Provokation“ Prof. Dr. Julia Bernstein, Vorsitzende des Netzwerks Jüdischer Hochschullehrender, im Gespräch mit Thomas Thiel (Heutige Ausgabe der Frankfurter Allgemeinen Zeitung - F.A.Z.) faz.net/aktuell/feuilleton/b…
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Joey Germanotta retweeted
Benz ist nicht Deutschlands „wichtigster“ Antisemitismusforscher, vielleicht der umstrittenste. Das zeigen Sätze im Interview wie „Gegen Israel darf man nichts sagen. Das ist Staatsräson“ und „dass Juden Angst haben, sagen sie seit 50 Jahren…keine Minderheit [wird] so gut durch die Polizei gesichert.“
Wolfgang Benz ist Deutschlands wichtigster Antisemitismusforscher. In unserem @tagesspiegel-Interview vergleicht er AfD und NSDAP, zeigt Unterschiede der heutigen Krise zur Weimarer Republik auf und sagt: "Die Berliner Linke ist nicht antisemitisch". tagesspiegel.de/politik/hist…
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Nachdenklich verfolge ich die aktuellen US Diskurse rund um diese Personen
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Aktuelles Zwischenfazit zu Diskurs Nr. 2
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Absolut nicht. Im Gegenzug könnte man körperliche Angriffe auf jeden mit Kufiya oder Melonensymbol rechtfertigen. Völlig bescheuert, so was zu aüßern.
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Wolfgang Benz, angebl. "Deutschlands wichtigster Antisemitismusforscher" (Das ganze Interview ist ein Fiebertraum)
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Persilschein für die Parolen im Screenshot
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Auch Herr Benz wurde mit Juden beschenkt, um mit seiner Scham über den Holocaust klarzukommen.
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Wie es begann Wie es läuft
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"nach den Ereignissen"
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